segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Ministro diz que VLT chegará a Goiânia

02/12/2011 - Jornal o Hoje

O ministro das Cidades, Mário Negromonte, anunciou ontem a pré-aprovação da proposta do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) para Goiânia

O anúncio foi feito diretamente ao governador Marconi Perillo, em solenidade ocorrida pela manhã, no Salão Mauro Borges do Palácio Pedro Ludovico, quando também os governos do Estado e da União firmaram termo de adesão ao programa Minha Casa, Minha Vida 2.

O ministro anunciou ainda o aumento do número de habitações a serem construídas em 42 municípios goianos contemplados. A expectativa era menor, mas de acordo com o ministro serão 63 mil moradias. “Abrimos um leque maior, anunciamos, agora, 63 mil casas neste programa. Tenho certeza de que, pela competência da equipe do governador, ele pode galgar mais. Segundo ele, a presidente Dilma Rousseff anunciou a construção de dois milhões de casas aos Estados. “É possível diminuir a criminalidade, porque quando você tem um lar e pode educar os filhos é mais fácil desviá-los da criminalidade. As casas se tornarão, então, mais humanizadas”, afirmou.

Das 63 mil moradias goianas, 41 mil estão destinadas a pessoas que têm renda de até R$ 1,6 mil. Dos 42 municípios, 20 são da Região Metropolitana de Goiânia.

Ao se referir a Marconi, o ministro falou sobre a amizade que construiu com o governador e exaltou sua administração. “Construímos uma amizade no governo federal e tenho admiração por ele, que é um grande político. O Brasil inteiro sabe da sua competência. Todo congressista sabe da vida de Marconi pelo gestor moderno que é. Tenho muita honra de ser seu amigo. O senhor foi muito ágil na construção de casas no Minha Casa, Minha Vida 1”, disse.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Pelotas

Cartão Postal

Juiz de Fora

CIDADE DE JUIZ DE FORA
Cronologia do Sistema de Bondes
(em construção/atualização)

1880
No dia 26 de outubro, é assinado contrato entre o governo da província de Minas e a Companhia Ferrocarril Bondes de Juiz de Fora.

Texto - Contrato de 1880


1881
Início das obras de assentamento dos trilhos.

No dia 15 de novembro, é inaugurado a primeira linha de bonde de tração animal, com frota de 2 bondes, ligando a ponte do Queiroz, no bairro Manuel Hon'roio, à estação de trens, passando pelas ruas Direita (atual Rio Branco), Imperatriz, Halfeld, Commercio e Espírito Santo.


1882
No dia 9 de janeiro a linha é estendida da ponte do Queiroz até o Alto dos Passos.

No dia 19 de fevereiro, inauguração de linha entre o Largo Municipal e Gratidão.


1887
A linha é estendida por novas rua do centro, totalizando o sistema 7,5 km de extensão.


1889
No dia 6 de abril, inauguração da iluminação pública elétrica.


1890
No início do ano havia apenas a linha Alto dos Passos - Fábrica Weiss, quando a cidade possuía cerca de 18 mil habitantes.

No dia 22 de junho é inaugurada nova linha para a Tapera, para atender principalmente ao Hipódromo Ferreira Laje. A linha terminava na "Cervejaria de Assis Belo e Cia." A linha não durou muito tempo e foi logo desativada por falta de passageiros, após o fechamento da fábrica de cerveja.


1891
O sistem contava com 3 linhas em operação.


1897
A Companhia Ferrocarril Bondes de Juiz de Fora foi transferida à firma Fritz Wintz.


1905
No dia 27 de maio o Governo do Estado aprova a transferência da concessão do serviço de bonde pela Companhia Ferro Carril Bondes de Juiz de Fora à Companhia Mineira de Eletricidade, que passa a ser resposável pela exploração do serviço de bondes na cidade.


1906
No dia 6 de junho, inauguração da primeira linha de bonde elétrico, com 6 carros e bitola de 0,914 metros

Foto - Rua Direita, atual avenida Rio Branco, em 1907


1910
É mplantado 1,500 km de linha na rua São Matheus.


1911
A cidade conta com 28.553 habitantes.


1912
O sistema contava com 10 km de linhas, 7 bondes elétricos, 7 reboques e um bonde de carga. No estado de Minas Gerais, além de Juiz de Fora, somente as cidades de Belo Horizonte e São José d'Além Parahyba possuíam bondes elétricos.


1913
No dia 14 de maio, inauguração de linha de bonde elétrico para Tapera.

Em novembro, inauguração de nova linha, entre a Rua Espírito Santo e o Cemitério Municipal, com 576 metros de extensão.

Recebimento dos trilhos para prolongamento da linha do Alto dos Passos até o Asylo
João Emilio.


Foto - Mariano Procópio
Foto - Rua Imperatriz


1920
São estabelecidos os pontos de bonde, que até então paravam em qualquer lugar.


1921
No dia 9 de julho, é inaugurada a primeira linha de auto-ônibus da cidade, pela empresa Auto-Ônibus Poça Rico, ligando o Parque Halfeld ao Asilo de Mendigos, passando pela estação ferroviária, Cemitério, Fábrica de Banha e Matadouro,


1923
No dia primeiro de agosto é iniciada a operação do trem de subúrbio entre Matias Barbosa e Benfica, com tarifas mais baixas que os trens mistos e expressos.


1927
No dia primeiro de abril é inaugurada a primeira linha de ônibus intermunicipal, ligando Juiz de Fora a Entre Rios, operado pela empresa Auto Viação de Entre Rios.

As linhas de bondes são estendidas até Costa Carvalho e Vitorino Braga (Botanágua), atual avenida 7 de setembro.

No final da década é inaugurada linha até Manoel Honório.


1928
No dia 22 de junho é inaugurada linha de bonde elétrico para Poço Rico.


1929
Inauguração da linha Moraes e Castro


1930
O sistema possuía 17 km de linhas, 18 bondes elétricos, 2 reboques e transportou nesse ano 8.273.000 passageiros.

Nos anos 30 a Companhia Mineira já construía os seus próprios bondes. Também na década de 1930 a cidade perde para Belo Horizonte a posição de prinicipal pólo econômico de Minas Gerais.

Foto - Rua Halfeld, esquina com avenida Rio Branco


1931
O sistema possuía 25 bondes elétricos e 6 linhas em operação.


1934
No dia primeiro de janeiro, em região não atendida pelo sistema de bondes, surge a primeira linha de ônibus operada pela Companhia Mineira de Eletricidade, ligando a Glória à rua Princesa Izabel.


1935
No dia 24 de dezembro é inaugurada a linha para o Bonfim, junto com novo pontilhão da avenida Manoel Honório.


1938
O sistema contava com 29 bondes elétricos e 4 reboques


1939
Foram transportados 11.726.208 pasageiros

Quadro - Linhas de Bonde em 1939


1940
População de 118 mil habitantes.



Evolução do Sistema (1945-1950)

Ano
1945
1948
1950
Extensão
16
16
16
Passageiros Transportados
17.160.000
15.597.000
14.802.000
Frota
Motor
30
30
30
Reboques
4
4
4



Na década de 1940 é implantada linha de bonde elétrico na Rua Moraes e Castro.

Foto - Avenida Rio Branco em 1944
Foto - Avenida Rio Branco


1950
População do município com cerca de 129 mil habitantes.

No estado de Minas Gerais, apenas as cidades de Belo Horiozonte e Lavras operavam bondes elétricos.


1954
Após o fim do contrato de concessão, é criado o Departamento Autônomo de Bondes - DAB, através da Lei nr. 669 de 7 de outubro de 1954. O muniícpio passa a ser responsável pela operação dos bondes.

Quadro - Linhas em 1954


1957
O sistema possuía 30 bondes elétricos e 8 linhas em operação, transportando nesse ano 8.688.632 passageiros.

Quadro - Linhas em 1959


1963
Restam 5 linhas em operação: São Mateus, Passos, Santa Terezinha,Costa Carvalho e Bonfim


1969

No dia 9 de abril é erradicado o sistema de bondes pelo Prefeito Itamar Franco. Circula o último bonde na linha linha São Mateus -Parque Halfeld.


1970
População do município atinge 238.510 habitantes


1983
Criação o Museu do Bonde na rua Monsenhor Otavio Freire, em São Mateus, com dois bondes e acervo fotográfico.


1988
Os dois bondes expostos no Parque da Lajinha são declarados de interesse cultural para o município.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

VLT terá 33 estações e 3 terminais de integração

05/12/2011 - Circuito Mato Grosso

A equipe técnica da Secopa finaliza os últimos preparativos para publicação do Termo de Referência necessário para publicação do edital para contratação dos projetos básico, executivo, licenças ambientais e obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).
Todo o processo será feito por meio do Regime Diferenciado de Contratações (RDC), no qual empresa ganhadora do certame realizará todos os serviços relacionados ao modal, permitindo mais agilidade na implantação do metrô de superfície.

A implantação do VLT redesenhará o tráfego nas principais avenidas de Cuiabá e de Várzea Grande (VG) e proporcionará melhor qualidade e segurança no trânsito das duas maiores cidades mato-grossenses.

O VLT será implantado no canteiro central nos itinerários CPA - Aeroporto e Coxipó - Centro, percorrendo 22,2 km.

O volume de ônibus que circulam pelas avenidas será reduzido quando o novo modal entrar em operação.

Os veículos alimentarão o sistema de VLT, trazendo os passageiros dos bairros até uma das estações do metrô de superfície, que ficarão ao lado dos trilhos no canteiro central.
Com 15 Km de extensão, o trajeto CPA - Aeroporto contará com dois terminais de integração (CPA1 e André Maggi, que terá um elevado ferroviário no aeroporto Marechal Rondon), 22 estações de transbordo, dois viadutos, três trincheiras e uma ponte. Nesse trecho será feito também a reestruturação do canal da prainha, na região central de Cuiabá.

Os terminais terão estacionamento para veículos e bicicletário, ampliando o potencial de mobilidade urbana na Capital e em Várzea Grande.

O anteprojeto do VLT prevê que todos os critérios de acessibilidade serão contemplados na elaboração dos projetos básico, executivo e, consequentemente, na execução das obras.
O modal está orçado em R$ 1,2 bilhão, recursos que serão obtidos por meio de empréstimo junto à Caixa Econômica Federal.

O montante está estruturado da seguinte forma: os R$ 423 milhões que já haviam sidos aprovados para o Bus Rapid Transit (BRT) serão redirecionados para o VLT e os outros R$ 740 milhões serão viabilizados por meio de novo empréstimo com a Caixa Econômica Federal (com recursos do BNDES). O início das obras está previsto para o primeiro semestre de 2012.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Governo prevê construção do VLT para antes de 2014

02/12/2011 - Midia News

Marcos Negrini/Secom-MT

Silval, Eder e deputados, na divulgação do termo de referência: VLT sai antes da Copa de 2014
RAFAEL COSTA
DA REDAÇÃO

A empresa que sagrar-se vencedora na licitação que será lançada pelo Estado para executar a obra do VLT (Veículo Leve Sobre Trilho) deverá cumprir à risca um cronograma do projeto, que será determinado pela Secopa (Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo).

O Governo trabalha com a previsão de que as obras do VLT ficarão prontas de seis a oito meses antes da realização da Copa do Mundo de 2014.

Trata-se do termo de referência que está sendo formulado, em parceria com órgãos fiscalizadores como Ministério Público Estadual (MPE), Ministério Público Federal (MPF), Tribunal de Contas da União (TCU) e Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Na tarde desta sexta-feira (2), o governador Silval Barbosa (PMDB) liderou uma reunião, na sede da Secopa, com representantes de todos os órgãos fiscalizadores, para a finalização dos trabalhos. O diálogo, segundo ele, foi necessário, diante da iminência de o Estado firmar o convênio com a CEF (Caixa Econômica Federal) para conseguir a liberação de R$ 740 milhões.

"Estamos acertando os últimos detalhes porque espero ter uma reunião, na próxima semana, com o presidente da Caixa Econômica Federal. Não depende de nenhuma outra autorização. A Assembleia Legislativa já permitiu contrair este empréstimo, diante da capacidade de endividamento do Estado, avaliada em R$ 2,5 bilhões", explicou o governador.

O edital de licitação poderá ser divulgado na primeira quinzena deste mês. "Se houver a assinatura do convênio nos próximos dias, cumpriremos este prazo", declarou Silval.

O secretário Extraordinário da Copa do Mundo, Eder Moraes, ressaltou que o termo de referência deverá ser cumprido fielmente pela empresa vencedora da licitação e citou detalhes do projeto do VLT.

"Esse documento vai ter metas a cumprir, pois envolve o cronograma de realização das obras, instalação do sistema, inserção no sistema viário e integração com outros modais de transporte. Tenho certeza que o modelo de contratação feito em Mato Grosso será referência para o Brasil. Estamos atuando numa forte parceria com órgãos fiscalizadores para evitar transtornos", afirmou.

Na lista de prioridades da empresa vencedora também está a responsabilidade pela formulação do projeto executivo e empregar a mão de obra necessária para a obra ter andamento.

O VLT vai funcionar em dois trechos, que são CPA/Aeroporto e Coxipó/Centro. Após a execução da obra, a proposta do Estado é abrir uma concessão, na qual uma empresa privada vai administrar o sistema de transporte, após o período da Copa do Mundo, no período de 30 anos com possibilidade de prorrogação por igual período.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Deputado diz que estudo do VLT para Cuiabá inclui custos de mobilidade

02/12/2011 - Só Notícias

A discussão sobre o sistema de transporte iniciou em 2008, sendo que o deputado Riva já realizou três audiências públicas para debater o Veículo Leve Sobre Trilhos.


O presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva (PSD), afirmou que os custos para a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) estão sendo divulgados de forma errônea por veículos de comunicação. A afirmação foi feita pelo parlamentar durante entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira, juntamente, com o primeiro-secretário da Casa e presidente Comissão de Acompanhamento das Obras da Copa, Sérgio Ricardo.

"Falam que o custo do VLT é R$ 700 milhões a mais que o BRT (ônibus rápido), mas esquecem de divulgar que o projeto já inclui os custos de infraestrutura e mobilidade urbana. Além do valor dos carros do VLT estar agregado no preço. Já com relação aos valores do BRT, que não ter um projeto pronto, só está incluso o gasto com a construção da pista", declarou o deputado.

De acordo com Riva, em comparação ao BRT que já é um sistema de transporte saturado, o VLT possui inúmeras vantagens, como ser ecologicamente mais correto, limpo, ágil, seguro, demandar menos desapropriações, com uma durabilidade de 30 anos. "Se Rio Branco no Acre e Mato Grosso do Sul estão fazendo a discussão sobre o VLT, porque não podemos fazer? Queremos o melhor para Cuiabá e estamos pensando na modernidade. Ou vamos querer um sistema que em sete anos estará ultrapassado?", indagou o parlamentar.

Ainda conforme o deputado, o VLT tem um caráter estruturante e não elimina o ônibus, pois integrar os dois sistemas. "Com o VLT não vamos errar. Que lobby pode ter um sistema moderno? É verdade que grande parte das pessoas não sabe o que é VLT, mas quando distinguem que se trata de um metrô, trançam um diferencial entre um modelo e outro. Por isso, liderei o movimento para reabrir a discussão", explicou Riva, salientando que, com o metrô de superfície, haverá ainda uma redução de números de carros no trânsito. "Agora, quem vai querer deixar de andar de carro para utilizar ônibus?".

A discussão sobre o sistema de transporte iniciou em 2008, sendo que o deputado Riva já realizou três audiências públicas para debater o Veículo Leve Sobre Trilhos. "Agora, me mostre o projeto do BRT ou a ata de alguma audiência feita sobre BRT", apontou Riva, colocando a disposição todas as atas e registros de audiências e discussões feitas no Legislativo com relação ao VLT. "Somente em Plenário, discutimos o assunto em 18 sessões", concluiu.

Governo federal aprova pré-projeto de VLT em Goiânia

02/12/2011 - ANTP Trilhos

O governo federal aprovou a pré-proposta do governo estadual do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) para Goiânia nesta quinta-feira (1/12). A obra será executada em parceria com os governo de Goiás, União e Parceias Público-Privadas.

Ministro de Cidades, Mário Negromonte afirmou, em solenidade no Palácio das Esmeraldas que, além da demanda, o projeto de Goiânia foi aprovado pela agilidade com que o governo do Estado apresentou a proposta. Outras 23 cidades receberão R$ 30 bilhões da União para o programa de mobilidade urbana.

As obras do VLT custarão R$ 1,215 bilhão. O governo estadual investirá R$ 450 milhões, R$ 550 milhões serão por meio de PPP, com contrapartida da União de R$ 215 milhões, sendo que a metade será incluída no Orçamento Geral da União e o restante por financiamentos.

O governador Marconi Perillo (PSDB) disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que o auxílio do governo federal é vital para a implementação do projeto. (Fonte: A Redação)

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Governador do MT convida entidades para mostrar VLT

01/12/2011 - Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos

A expectativa do governador é que a partir da apresentação, o termo de referência para licitação seja lançado em 10 ou 15 dias.

Apesar das denúncias de suposta fraude na Matriz de Responsabilidade da Fifa no que diz respeito à implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) como novo sistema de transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande, o governador Silval Barbosa (PMDB) anunciou ontem que o projeto e o termo de referência para licitação do modal serão apresentados amanhã.

Para provar não haver irregularidades, o peemedebista convidou representantes dos ministérios públicos Estadual e Federal, Advocacia Geral da União (AGU) e Tribunal de Contas da União (TCU) para participarem da solenidade, prevista para ocorrer às 15h. “Todas essas autoridades vão ajudar a verificar se existem falhas e até fazer sugestões”, afirma.

Sobre as denúncias de que o parecer contrário à implantação do VLT teria sido substituído por um falso - atestando a compatibilidade do modal com a estrutura urbana de Cuiabá - por uma funcionária do Ministério das Cidades, o governador afirmou tratar-se de uma tentativa de desestabilizar o governo. “Uma conspiração para prejudicar a presidente (Dilma Rousseff) ou o ministro (Mário Negromonte). Eu não sei”, ponderou.

Silval argumenta não existirem motivos para a suposta manobra. Segundo ele, a mudança entre os modais não vai ter impacto sobre o governo federal. “É um financiamento oneroso. Os recursos são 100% do Estado. A única mudança é no objeto”, afirma.

Questionado sobre a diferença entre os valores do BRT, orçado em aproximadamente R$ 480 mil, e o VLT, com custo estimado em R$ 1,1 bilhão, o governador argumentou que o projeto para implantação do primeiro modal era mais simples. “Para o ônibus era só construir uma linha exclusiva. O VLT terá sistema de bilheteria, estações, sinalização”, comparou.

O governador ainda afirmou já ter encaminhado ofícios esclarecendo o posicionamento do seu governo ao Congresso Nacional e a todas as comissões do Senado e da Câmara que atuam na fiscalização dos preparativos para a Copa de 2014.

O prazo para a conclusão das obras do VLT é de 24 meses. O mesmo anunciado para o BRT.