quinta-feira, 31 de maio de 2012

Consórcio ingressará com recurso contra decisão do VLT de Cuiabá

24/05/2012 - Redação 24 Horas News 

O resultado do julgamento será publicado no Diário Oficial.

O Consórcio Mendes Junior/Soares da Costa/Alstom anunciou nesta quinta-feira, 24, interesse em  ingressar com recurso contra o resultado da licitação das obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos, o VLT, principal empreendimento do conjunto de obras de mobilidade urbana de Cuiabá para a Copa do Mundo de 2014. O anunciou do consórcio foi feito durante sessão pública de habilitação do Consórcio VLT Cuiabá.

Insatisfeitos com o resultado, o representante do Consórcio Mendes Junior/Soares da Costa/Alstom pediu o registro em ata do recurso contra as propostas de técnica, preço e habilitação do Consórcio VLT Cuiabá e contra a proposta técnica e preço do terceiro colocado em pontuação, Consórcio Tranvia Cuiabá. O recurso será apresentado publicação do resultado da análise dos documentos de habilitação.

O Consórcio VLT Cuiabá, que obteve a melhor pontuação no julgamento das propostas de preço e técnica do processo de licitação do novo modal de transportes, entregou a documentação de habilitação em sessão pública, conforme prevê o Regime Diferenciado de Contratação (RDC). O resultado do julgamento será publicado no Diário Oficial.

Na sessão, os Consórcios Tranvia Cuiabá e Expresso Verde não enviaram representantes.

"Estamos cumprindo hoje a segunda etapa do processo licitatório. Vencendo o prazo recursal, publicaremos o resultado final do certame, assinaremos o contrato e ordem de serviço”, afirmou o secretário Extraordinário da Copa do Mundo Fifa 2014, Maurício Guimarães. 

Quanto ao prazo de execução da obra do VLT, Maurício Guimarães, deixou claro que o novo modal estará pronto em 24 meses e isso é um compromisso contratual.

Como é previsto no RDC, após o resultado final do certame, o Governo de Mato Grosso dará início à fase negocial com o consórcio vencedor para reavaliação e possível redução do preço final. “O Governo está buscando alternativas para a questão financeira e tem a certeza que o VLT vai beneficiar a população de Cuiabá por ser um transporte moderno, seguro e eficiente", destacou o secretário.

A intenção da comissão Especial de Licitação é analisar a documentação entregue pelo Consórcio VLT Cuiabá ainda nesta quinta-feira para que o resultado seja divulgado no Diário Oficial desta sexta-feira, 25.
 

Consórcio da CAF vence licitação do VLT de Cuiabá

25/05/2012

O Consórcio VLT Cuiabá, composto por CR Almeida, Santa Bárbara Construções, CAF Brasil, Magna Engenharia e Astep Engenharia, foi anunciado como o vencedor da licitação do VLT de Cuiabá e Várzea Grande. O resultado da concorrência por Regime Diferenciado de Contratações (RDC) foi publicado no Diário Oficial do Estado do Mato Grosso, nesta quinta-feira (24/05). A decisão cabe recurso.

O grupo apresentou o menor preço na licitação, com o valor de 1,477 bilhão, e totalizou 99,88 pontos. Se não houver contestação, este será o primeiro VLT elétrico da América Latina. A CAF será responsável pelo material rodante e pela sinalização do sistema. A companhia de origem espanhola vai fabricar os trens em sua unidade em Hortolândia (SP). Há 10 dias, a CAF anunciou que pretende liderar um consórcio para o Trem de Alta Velocidade Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas.

A CR Almeida, que faz parte do grupo, participou de obras no Metrô de Brasília, na Trensurb, MetrôRio, Ferrovia Norte-Sul, Ferroeste e na Estrada de Ferro Ponta da Madeira, que liga Ponta da Madeira (MA) ao projeto Carajás (PA), da Vale.

A licitação do VLT de Cuiabá e Várzea Grande foi por Regime Diferenciado de Contratações, que permite a contratação integrada dos projetos básicos, executivos, execução das obras, fornecimento e montagem de sistemas e material rodante.  A licitação previa a escolha do vencedor por pontuação e a proposta técnica tinha peso de 60% e a de preço 40%.

O segundo colocado na licitação foi o consórcio “Mendes Júnior/Soares da Costa/Alstom”, que  propôs R$ 1,547 bilhão. Em seguida veio o consórcio “Tranvia Cuiabá” (S/A Paulista Construções e Comércio/T´Trans/ Isolux Projetos e Instalações /Corsàn-Corviam Construcciòn/ Isolux Ingenierìa/Vossloh España/ Vossloh Kiepe/Vetec Engenharia), com R$ 1,596 bilhão. O maior valor foi proposto pelo consórcio “Expresso Verde” ”(Engeglobal Construções/China National Machinery Import & Export Corporation – CMC/Construtora RV/Convap/ Três Irmãos Engenharia/Ecoplan) com R$ 1,850 bilhão.

VLT de Cuiabá : Grupo sem estrangeiras oferece menor preço; decisão sai na 6ª

21/05/2012 - O Nortão

O VLT Cuiabá é formado pela Santa Bárbara, uma das responsáveis pela construção da Arena Pantanal, uma das principais obras da Copa de 2014.

Por Gabriela Galvão

Das 22 empresas que compõem os 4 consórcios que disputam o certame para implantação do VLT em Cuiabá e Várzea Grande, 7 são estrangeiras e apenas 2 cuiabanas. As empresas de fora do país se espalharam pelos grupos: Mendes Júnior/Soares Costa/ AlstonFormado; Expresso Verde e Tranvia Cuiabá. Somente o grupo denominado VLT Cuiabá não é composto por empresas estrangeiras e foi o que apresentou a menor proposta, sendo de R$ 1,4 bilhão. Na contramão, o único consórcio com empresas da região, o Expresso Verde, cobrou o valor mais alto, R$ 1,8 bilhão. O resultado do certame será divulgado na próxima sexta (25).

O VLT Cuiabá é formado pela Santa Bárbara, uma das responsáveis pela construção da Arena Pantanal, uma das principais obras da Copa de 2014. A empresa tem sede em Minas Gerais, São Paulo e Rio Janeiro. O grupo conta ainda com a CR Almeida, localizada em Curitiba; CAF Brasil Indústria e Comércio, de São Paulo; Magna Engenharia, de Porto Alegre; e Astep Engenharia, com sede no Recife.

Já o Expresso Verde, que apresentou a proposta mais cara, conta com 2 empresas da Capital, sendo a Três Irmãos Engenharia, da família do suplente de deputado Carlos Avalone (PSDB) e a Ecoplan Engenharia. Também é composto por uma empresa conhecida do Estado, a Engeglobal Construções, responsável pela obra do Aeroporto e a chinesa China National Machinery Import & Export Corporation. Além delas, o grupo é formando ainda pela Construtora RV, com sede em Brasília e a Convap Engenharia e Construções, de Belo Horizonte.

A segunda proposta mais barata foi apresentada pelo consórcio composto por outra empresa empenhada na construção da Arena, a Mendes Júnior, com sede no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerias e Distrito Federal. O grupo, denominado Mendes Júnior/Soares Costa/ AlstonFormado, conta ainda com a portuguesa, Sociedade de Construções Soares da Costas e a inglesa, Alstom do Brasil Engenharia e Transporte. O montante cobrado para implantar o modal foi de R$ 1,547 bilhão.

Com apenas R$ 49 milhões de diferença, num montante de R$ 1,596 bilhão, o Tranvia Cuiabá tem o maior número de empresas estrangeiras, sendo as espanholas, Corsán-Corviam Construccion e Vossloh España, a portuguesa, Isolux Ingeneria e a inglesa Vossloh Kiepe. Ainda integram o consórcio as paulistas, S/A Paulista Construções e Comércio, Trans Sistemas de Transporte S/A e Vetec Engenharia e a Isolux Projetos e Instalações, com sede em Belém.ll

Secopa declara habilitado o Consórcio VLT Cuiabá

25/05/2012 - Site Oficial da Copa do Mundo do Pantanal - Mato Grosso

O Consórcio VLT Cuiabá está habilitado pela Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo para realizar a implantação do Veículo Leve Sobre Trilhos

O Consórcio VLT Cuiabá, que obteve a melhor pontuação no julgamento das propostas de preço e técnica do processo de licitação do novo modal de transportes, está habilitado pela Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo para realizar a implantação do Veículo Leve Sobre Trilhos.
 
Entretanto, a empresa ainda não pode ser declarada como vencedora do certame, pois após a divulgação no Diário Oficial desta sexta-feira (25.05), está aberto o prazo recursal de cinco dias úteis para possíveis recursos das empresas que disputaram a licitação. Caso alguma empresa entre com recurso serão acrescidos mais cinco dias úteis para que sejam realizadas as avaliações das contra razões.
 
Os Consórcios Tranvia Cuiabá e Expresso Verde, que não enviaram representantes à sessão de habilitação, poderão também ingressar com recurso contra os consórcios que disputam a licitação.
 
De acordo com o presidente da Comissão de Licitação do VLT, Eduardo Rodrigues, as empresas poderão apresentar recurso administrativo quanto ao julgamento das propostas técnicas de preço e de habilitação, solicitando a reavaliação dos pontos obtidos nos critérios de preços e documentos habilitados.
 
De acordo com a Lei do RDC, após o resultado final do certame, o Governo de Mato Grosso dará início à fase negocial com o consórcio vencedor para reavaliação e possível redução do preço do novo modal de transporta para a capital mato-grossense.
 
MODAL
 
Com dois eixos, CPA-Aeroporto e Coxipó-Centro, o modal será implantado no canteiro central das avenidas Historiador Rubens de Mendonça, FEB, 15 de Novembro, Tenente Coronel Duarte (Prainha), Coronel Escolástico e Fernando Correa da Costa. Serão três terminais de integração e 33 estações, que terão uma distância média de 500 a 600 metros entre um ponto e outro.
 
Com 15 Km de extensão, o trajeto CPA - Aeroporto contará com dois terminais de integração (CPA1 e André Maggi, que terá um elevado ferroviário no aeroporto Marechal Rondon), 22 estações de transbordo, dois viadutos, três trincheiras e uma ponte. Nesse trecho será feito também a reestruturação do canal da prainha, na região central de Cuiabá.
 
O eixo Coxipó - Centro terá 7,2 Km de extensão, um terminal de integração (Coxipó), 11 estações de transbordo, três viadutos e duas pontes.            
 
Os terminais terão estacionamento para veículos e bicicletário, ampliando o potencial de mobilidade urbana na Capital e em Várzea Grande. O anteprojeto do VLT prevê que todos os critérios de acessibilidade serão contemplados na elaboração dos projetos básico, executivo e, consequentemente, na execução das obras.

VLT de Cuiabá vai contar com 33 estações e passará a cada 4 minutos

21/05/2012 - Mídia News

Anteprojeto prevê três terminais de integração, com estacionamentos e bicicletários

Com pelo menos 42 trens, que passarão, em média, a cada 4 minutos, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que circulará por Cuiabá e Várzea Grande ,a partir de 2014 chega com a promessa de trazer mais conforto e velocidade ao transporte coletivo.

Ao mesmo tempo, buscará desafogar o trânsito, diminuindo a circulação de ônibus nas vias arteriais e estimulando os motoristas a deixarem seus carros na garagem e utilizarem o novo sistema.

Os veículos terão três ou mais vagões, totalizando no máximo 45 metros de comprimento, e terão entre 40 a 80 assentos. Cada trem terá, também, pelo menos dois lugares especialmente reservados para usuários em cadeira de rodas, próximos às portas.

Serão três terminais de integração (CPA, Aeroporto e Coxipó) nas extremidades das duas linhas, que somarão 22,18 quilômetros de trilhos. Ao longo da Linha 1 (CPA-Aeroporto), serão 22 estações de embarque; na Linha 2 (Centro-Coxipó), serão 11. Na estação do Morro da Luz ocorrerá a conexão entre as duas linhas.

Ao longo do trajeto do VLT, também serão feitas 13 intervenções viárias (chamadas obras de arte especiais), como viadutos, trincheiras, pontes e o reforço do Canal da Prainha.

Os trens passarão nos canteiros centrais das avenidas João Ponce de Arruda (Aeroporto Marechal Rondon) e da FEB (Várzea Grande), XV de Novembro, Tenente-Coronel Duarte, Historiador Rubens de Mendonça, Coronel Escolástico e Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá. Sinalização e semáforos indicarão quando os carros e outros veículos poderão cruzar as linhas dos trilhos com segurança.

Tudo isso está previsto no anteprojeto feito pela equipe de engenheiros da Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa). O projeto definitivo do VLT será elaborado somente pelo consórcio que vencer a licitação, ainda em andamento.

Devido ao mecanismo de contratação integrada previsto no Regime Diferenciado de Contratação (RDC), modelo de licitação adotado em algumas obras da Copa 2014, essa responsabilidade passa a ser da empresa vencedora.

Estações

Os três terminais serão híbridos, com espaço para ônibus e trens, de modo a fazer a integração entre os dois sistemas de transporte. Além disso, eles terão estacionamentos para carros, motos e bicicletas.

A Linha 1 (CPA-Aeroporto), com cerca de 15 quilômetros de extensão, prevê 22 estações e dois terminais de integração.

O de Várzea Grande (Terminal André Maggi) será no sítio aeroportuário, com acesso pelo prolongamento (via projetada) da Avenida João Ponce de Arruda, próximo ao bairro Costa Verde. O prédio administrativo, operacional e de manutenção do sistema também ficará nessa área.

Os três terminais serão híbridos, com espaço para ônibus e trens, de modo a fazer a integração entre os dois sistemas de transporte. Além disso, eles terão estacionamentos para carros, motos e bicicletas.A Linha 1 (CPA-Aeroporto), com cerca de 15 quilômetros de extensão, prevê 22 estações e dois terminais de integração. O de Várzea Grande (Terminal André Maggi) será no sítio aeroportuário, com acesso pelo prolongamento (via projetada) da Avenida João Ponce de Arruda, próximo ao bairro Costa Verde. O prédio administrativo, operacional e de manutenção do sistema também ficará nessa área.

O Terminal do CPA I terá acesso pela Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA), e será na altura do Comando Geral da Polícia Militar.

A Linha 2, com pouco mais de 7 quilômetros, terá 11 estações e o Terminal do Coxipó. A área destinada para construção do terminal está localizada no bairro Parque Ohara, com acesso pela Avenida Fernando Corrêa da Costa, nas proximidades do entroncamento da Rodovia Palmiro Paes de Barros (MT-040).
 
Responsável pela publicação: Celno Soares Silva

Fonte: Mídia News 
 
    

VLT de Cuiabá vai contar com 33 estações e passará a cada 4 minutos
Publicado: segunda-feira, 21 de maio de 2012
Anteprojeto prevê três terminais de integração, com estacionamentos e bicicletários


Com pelo menos 42 trens, que passarão, em média, a cada 4 minutos, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que circulará por Cuiabá e Várzea Grande ,a partir de 2014 chega com a promessa de trazer mais conforto e velocidade ao transporte coletivo.

Ao mesmo tempo, buscará desafogar o trânsito, diminuindo a circulação de ônibus nas vias arteriais e estimulando os motoristas a deixarem seus carros na garagem e utilizarem o novo sistema.

Os veículos terão três ou mais vagões, totalizando no máximo 45 metros de comprimento, e terão entre 40 a 80 assentos. Cada trem terá, também, pelo menos dois lugares especialmente reservados para usuários em cadeira de rodas, próximos às portas.

Serão três terminais de integração (CPA, Aeroporto e Coxipó) nas extremidades das duas linhas, que somarão 22,18 quilômetros de trilhos. Ao longo da Linha 1 (CPA-Aeroporto), serão 22 estações de embarque; na Linha 2 (Centro-Coxipó), serão 11. Na estação do Morro da Luz ocorrerá a conexão entre as duas linhas.

Ao longo do trajeto do VLT, também serão feitas 13 intervenções viárias (chamadas obras de arte especiais), como viadutos, trincheiras, pontes e o reforço do Canal da Prainha.

Os trens passarão nos canteiros centrais das avenidas João Ponce de Arruda (Aeroporto Marechal Rondon) e da FEB (Várzea Grande), XV de Novembro, Tenente-Coronel Duarte, Historiador Rubens de Mendonça, Coronel Escolástico e Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá. Sinalização e semáforos indicarão quando os carros e outros veículos poderão cruzar as linhas dos trilhos com segurança.

Tudo isso está previsto no anteprojeto feito pela equipe de engenheiros da Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa). O projeto definitivo do VLT será elaborado somente pelo consórcio que vencer a licitação, ainda em andamento.

Devido ao mecanismo de contratação integrada previsto no Regime Diferenciado de Contratação (RDC), modelo de licitação adotado em algumas obras da Copa 2014, essa responsabilidade passa a ser da empresa vencedora.

Estações

Os três terminais serão híbridos, com espaço para ônibus e trens, de modo a fazer a integração entre os dois sistemas de transporte. Além disso, eles terão estacionamentos para carros, motos e bicicletas.

A Linha 1 (CPA-Aeroporto), com cerca de 15 quilômetros de extensão, prevê 22 estações e dois terminais de integração.

O de Várzea Grande (Terminal André Maggi) será no sítio aeroportuário, com acesso pelo prolongamento (via projetada) da Avenida João Ponce de Arruda, próximo ao bairro Costa Verde. O prédio administrativo, operacional e de manutenção do sistema também ficará nessa área.

Os três terminais serão híbridos, com espaço para ônibus e trens, de modo a fazer a integração entre os dois sistemas de transporte. Além disso, eles terão estacionamentos para carros, motos e bicicletas.A Linha 1 (CPA-Aeroporto), com cerca de 15 quilômetros de extensão, prevê 22 estações e dois terminais de integração. O de Várzea Grande (Terminal André Maggi) será no sítio aeroportuário, com acesso pelo prolongamento (via projetada) da Avenida João Ponce de Arruda, próximo ao bairro Costa Verde. O prédio administrativo, operacional e de manutenção do sistema também ficará nessa área.

O Terminal do CPA I terá acesso pela Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA), e será na altura do Comando Geral da Polícia Militar.

A Linha 2, com pouco mais de 7 quilômetros, terá 11 estações e o Terminal do Coxipó. A área destinada para construção do terminal está localizada no bairro Parque Ohara, com acesso pela Avenida Fernando Corrêa da Costa, nas proximidades do entroncamento da Rodovia Palmiro Paes de Barros (MT-040). 
  

Consórcio VLT Cuiabá vence primeira etapa da licitação

22/05/2012 - O Documento

O consórcio VLT Cuiabá foi o melhor classificado na avaliação da Secopa e será habilitado para a última etapa da licitação da obra do Veículo Leve sobre Trilhos. O resultado está publicado na edição desta terça-feira do Diário Oficial.

Com cinco empresas (dentre as quais C.R. Almeida S/A, Santa Bárbara Construções e CAF Brasil), o consórcio vencedor apresentou o melhor preço (R$ 1,47 bilhão) e, por pequena margem, ficou em segundo lugar na avaliação técnica. A nota final foi de 99,88.

O segundo consórcio mais bem colocado foi o que reuniu a construtora Mendes Junior, a portuguesa Soares da Costa e a multinacional de origem francesa Alstom. O grupo venceu a disputa técnica (que correspondeu a 60% da nota), mas somou 98,20 pontos no total.

No terceiro posto ficou o consórcio Tranvia, que obteve 96,49 pontos. A última colocação coube ao Expresso Verde, consórcio que apresentou o orçamento mais elevado: R$ 1,85 bilhão. Sua nota ficou em 73,45.

O resultado publicado pela Secopa informa que o Expresso Verde ainda foi desclassificado em razão de ter apresentado uma proposta “de preço global superior ao estimado”. Segundo o formato adotado pela Secopa, as notas foram obtidas com base em uma avaliação que considerou preço (40%) e técnica (60%).

Na quinta-feira será realizada a sessão para o recebimento dos documentos de habilitação do consórcio VLT Cuiabá. Será aberto então um prazo para recursos dos concorrentes.

“Vencida esta etapa, começa a fase negocial”, disse o governador Silval Barbosa (PMDB), durante a visita do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, ao canteiro de obras da Arena Pantanal. Questionado sobre a possibilidade do valor da obra superar o financiamento já negociado pelo governo (R$ 1,2 bi), Barbosa se mostrou confiante na possibilidade de reduzir o preço do novo modal. “Nossa equipe técnica está depurando todos os dados para ver se é possível haver alterações para baixo”, disse.

Em relação às obras da Arena, o governador disse estar resolvido o “problema de fluxo” de liberação dos recursos contratados no BNDES -R$ 392 milhões, dos quais R$ 78,5 milhões já repassados.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

VLT de Cuiabá vai contar com 33 estações e passará a cada 4 minutos

21/05/2012 - Mídia News

Anteprojeto prevê três terminais de integração, com estacionamentos e bicicletários

Com pelo menos 42 trens, que passarão, em média, a cada 4 minutos, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que circulará por Cuiabá e Várzea Grande ,a partir de 2014 chega com a promessa de trazer mais conforto e velocidade ao transporte coletivo.

Ao mesmo tempo, buscará desafogar o trânsito, diminuindo a circulação de ônibus nas vias arteriais e estimulando os motoristas a deixarem seus carros na garagem e utilizarem o novo sistema.

Os veículos terão três ou mais vagões, totalizando no máximo 45 metros de comprimento, e terão entre 40 a 80 assentos. Cada trem terá, também, pelo menos dois lugares especialmente reservados para usuários em cadeira de rodas, próximos às portas.

Serão três terminais de integração (CPA, Aeroporto e Coxipó) nas extremidades das duas linhas, que somarão 22,18 quilômetros de trilhos. Ao longo da Linha 1 (CPA-Aeroporto), serão 22 estações de embarque; na Linha 2 (Centro-Coxipó), serão 11. Na estação do Morro da Luz ocorrerá a conexão entre as duas linhas.

Ao longo do trajeto do VLT, também serão feitas 13 intervenções viárias (chamadas obras de arte especiais), como viadutos, trincheiras, pontes e o reforço do Canal da Prainha.

Os trens passarão nos canteiros centrais das avenidas João Ponce de Arruda (Aeroporto Marechal Rondon) e da FEB (Várzea Grande), XV de Novembro, Tenente-Coronel Duarte, Historiador Rubens de Mendonça, Coronel Escolástico e Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá. Sinalização e semáforos indicarão quando os carros e outros veículos poderão cruzar as linhas dos trilhos com segurança.

Tudo isso está previsto no anteprojeto feito pela equipe de engenheiros da Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa). O projeto definitivo do VLT será elaborado somente pelo consórcio que vencer a licitação, ainda em andamento.

Devido ao mecanismo de contratação integrada previsto no Regime Diferenciado de Contratação (RDC), modelo de licitação adotado em algumas obras da Copa 2014, essa responsabilidade passa a ser da empresa vencedora.

Estações

Os três terminais serão híbridos, com espaço para ônibus e trens, de modo a fazer a integração entre os dois sistemas de transporte. Além disso, eles terão estacionamentos para carros, motos e bicicletas.

A Linha 1 (CPA-Aeroporto), com cerca de 15 quilômetros de extensão, prevê 22 estações e dois terminais de integração.

O de Várzea Grande (Terminal André Maggi) será no sítio aeroportuário, com acesso pelo prolongamento (via projetada) da Avenida João Ponce de Arruda, próximo ao bairro Costa Verde. O prédio administrativo, operacional e de manutenção do sistema também ficará nessa área.

Os três terminais serão híbridos, com espaço para ônibus e trens, de modo a fazer a integração entre os dois sistemas de transporte. Além disso, eles terão estacionamentos para carros, motos e bicicletas.A Linha 1 (CPA-Aeroporto), com cerca de 15 quilômetros de extensão, prevê 22 estações e dois terminais de integração. O de Várzea Grande (Terminal André Maggi) será no sítio aeroportuário, com acesso pelo prolongamento (via projetada) da Avenida João Ponce de Arruda, próximo ao bairro Costa Verde. O prédio administrativo, operacional e de manutenção do sistema também ficará nessa área.

O Terminal do CPA I terá acesso pela Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA), e será na altura do Comando Geral da Polícia Militar.

A Linha 2, com pouco mais de 7 quilômetros, terá 11 estações e o Terminal do Coxipó. A área destinada para construção do terminal está localizada no bairro Parque Ohara, com acesso pela Avenida Fernando Corrêa da Costa, nas proximidades do entroncamento da Rodovia Palmiro Paes de Barros (MT-040).
 
Responsável pela publicação: Celno Soares Silva

Fonte: Mídia News 
 
    

VLT de Cuiabá vai contar com 33 estações e passará a cada 4 minutos
Publicado: segunda-feira, 21 de maio de 2012
Anteprojeto prevê três terminais de integração, com estacionamentos e bicicletários


Com pelo menos 42 trens, que passarão, em média, a cada 4 minutos, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que circulará por Cuiabá e Várzea Grande ,a partir de 2014 chega com a promessa de trazer mais conforto e velocidade ao transporte coletivo.

Ao mesmo tempo, buscará desafogar o trânsito, diminuindo a circulação de ônibus nas vias arteriais e estimulando os motoristas a deixarem seus carros na garagem e utilizarem o novo sistema.

Os veículos terão três ou mais vagões, totalizando no máximo 45 metros de comprimento, e terão entre 40 a 80 assentos. Cada trem terá, também, pelo menos dois lugares especialmente reservados para usuários em cadeira de rodas, próximos às portas.

Serão três terminais de integração (CPA, Aeroporto e Coxipó) nas extremidades das duas linhas, que somarão 22,18 quilômetros de trilhos. Ao longo da Linha 1 (CPA-Aeroporto), serão 22 estações de embarque; na Linha 2 (Centro-Coxipó), serão 11. Na estação do Morro da Luz ocorrerá a conexão entre as duas linhas.

Ao longo do trajeto do VLT, também serão feitas 13 intervenções viárias (chamadas obras de arte especiais), como viadutos, trincheiras, pontes e o reforço do Canal da Prainha.

Os trens passarão nos canteiros centrais das avenidas João Ponce de Arruda (Aeroporto Marechal Rondon) e da FEB (Várzea Grande), XV de Novembro, Tenente-Coronel Duarte, Historiador Rubens de Mendonça, Coronel Escolástico e Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá. Sinalização e semáforos indicarão quando os carros e outros veículos poderão cruzar as linhas dos trilhos com segurança.

Tudo isso está previsto no anteprojeto feito pela equipe de engenheiros da Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa). O projeto definitivo do VLT será elaborado somente pelo consórcio que vencer a licitação, ainda em andamento.

Devido ao mecanismo de contratação integrada previsto no Regime Diferenciado de Contratação (RDC), modelo de licitação adotado em algumas obras da Copa 2014, essa responsabilidade passa a ser da empresa vencedora.

Estações

Os três terminais serão híbridos, com espaço para ônibus e trens, de modo a fazer a integração entre os dois sistemas de transporte. Além disso, eles terão estacionamentos para carros, motos e bicicletas.

A Linha 1 (CPA-Aeroporto), com cerca de 15 quilômetros de extensão, prevê 22 estações e dois terminais de integração.

O de Várzea Grande (Terminal André Maggi) será no sítio aeroportuário, com acesso pelo prolongamento (via projetada) da Avenida João Ponce de Arruda, próximo ao bairro Costa Verde. O prédio administrativo, operacional e de manutenção do sistema também ficará nessa área.

Os três terminais serão híbridos, com espaço para ônibus e trens, de modo a fazer a integração entre os dois sistemas de transporte. Além disso, eles terão estacionamentos para carros, motos e bicicletas.A Linha 1 (CPA-Aeroporto), com cerca de 15 quilômetros de extensão, prevê 22 estações e dois terminais de integração. O de Várzea Grande (Terminal André Maggi) será no sítio aeroportuário, com acesso pelo prolongamento (via projetada) da Avenida João Ponce de Arruda, próximo ao bairro Costa Verde. O prédio administrativo, operacional e de manutenção do sistema também ficará nessa área.

O Terminal do CPA I terá acesso pela Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA), e será na altura do Comando Geral da Polícia Militar.

A Linha 2, com pouco mais de 7 quilômetros, terá 11 estações e o Terminal do Coxipó. A área destinada para construção do terminal está localizada no bairro Parque Ohara, com acesso pela Avenida Fernando Corrêa da Costa, nas proximidades do entroncamento da Rodovia Palmiro Paes de Barros (MT-040). 
  

domingo, 27 de maio de 2012

VLT de Cuiabá : Grupo sem estrangeiras oferece menor preço; decisão sai na 6ª

21/05/2012 - O Nortão

O VLT Cuiabá é formado pela Santa Bárbara, uma das responsáveis pela construção da Arena Pantanal, uma das principais obras da Copa de 2014.

Por Gabriela Galvão

Das 22 empresas que compõem os 4 consórcios que disputam o certame para implantação do VLT em Cuiabá e Várzea Grande, 7 são estrangeiras e apenas 2 cuiabanas. As empresas de fora do país se espalharam pelos grupos: Mendes Júnior/Soares Costa/ AlstonFormado; Expresso Verde e Tranvia Cuiabá. Somente o grupo denominado VLT Cuiabá não é composto por empresas estrangeiras e foi o que apresentou a menor proposta, sendo de R$ 1,4 bilhão. Na contramão, o único consórcio com empresas da região, o Expresso Verde, cobrou o valor mais alto, R$ 1,8 bilhão. O resultado do certame será divulgado na próxima sexta (25).

O VLT Cuiabá é formado pela Santa Bárbara, uma das responsáveis pela construção da Arena Pantanal, uma das principais obras da Copa de 2014. A empresa tem sede em Minas Gerais, São Paulo e Rio Janeiro. O grupo conta ainda com a CR Almeida, localizada em Curitiba; CAF Brasil Indústria e Comércio, de São Paulo; Magna Engenharia, de Porto Alegre; e Astep Engenharia, com sede no Recife.

Já o Expresso Verde, que apresentou a proposta mais cara, conta com 2 empresas da Capital, sendo a Três Irmãos Engenharia, da família do suplente de deputado Carlos Avalone (PSDB) e a Ecoplan Engenharia. Também é composto por uma empresa conhecida do Estado, a Engeglobal Construções, responsável pela obra do Aeroporto e a chinesa China National Machinery Import & Export Corporation. Além delas, o grupo é formando ainda pela Construtora RV, com sede em Brasília e a Convap Engenharia e Construções, de Belo Horizonte.

A segunda proposta mais barata foi apresentada pelo consórcio composto por outra empresa empenhada na construção da Arena, a Mendes Júnior, com sede no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerias e Distrito Federal. O grupo, denominado Mendes Júnior/Soares Costa/ AlstonFormado, conta ainda com a portuguesa, Sociedade de Construções Soares da Costas e a inglesa, Alstom do Brasil Engenharia e Transporte. O montante cobrado para implantar o modal foi de R$ 1,547 bilhão.

Com apenas R$ 49 milhões de diferença, num montante de R$ 1,596 bilhão, o Tranvia Cuiabá tem o maior número de empresas estrangeiras, sendo as espanholas, Corsán-Corviam Construccion e Vossloh España, a portuguesa, Isolux Ingeneria e a inglesa Vossloh Kiepe. Ainda integram o consórcio as paulistas, S/A Paulista Construções e Comércio, Trans Sistemas de Transporte S/A e Vetec Engenharia e a Isolux Projetos e Instalações, com sede em Belém.ll

domingo, 20 de maio de 2012

Valor de propostas para construir VLT supera previsão do governo em MT

17/05/2012 - G1

Quatro consórcios apresentaram valores acima de R$ 1,2 bilhão.
Meta do governo é anunciar vencedor nos próximos 10 dias.

Dhiego Maia

Consórcios ofereceram preços acima do governo
para erguer VLT 

(Foto: Edson Rodrigues/Secopa)

Propostas de quatro consórcios interessados em construir o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) nas ruas e avenidas de Cuiabá e Várzea Grande, na região metropolitana, para a Copa do Mundo de 2014, apresentaram nesta terça-feira (15) um preço final para erguer o empreendimento em 24 meses.
O menor valor apresentado foi o do consórcio VLT Cuiabá. Composto pelas empresas CR Almeida, Santa Bárbara e Astep, o consórcio propôs construir o VLT por um valor de R$ 1,477 bilhão, cerca de R$ 200 milhões acima do fixado pelo governo de Mato Grosso, estabelecido em até R$ 1,2 bilhão. O valor mais alto foi oferecido pelo consórcio Expresso Verde, que congrega empresas do estado e até uma da China. O consórcio propôs R$ 1,850 bilhão para construir o VLT.
Para o representante do consórcio VLT Cuiabá, Ricardo Sanches, agora é só esperar o anúncio do ganhador. "Fizemos uma avaliação técnica e chegamos a esse preço", afirmou. Outras duas propostas foram apresentadas pelos consórcios Mendes Júnior/Altom e Tranvia Cuiabá. Os valores divulgados pelos dois consórcios para a obra são R$ 1,547 bilhão e R$ 1,596 bilhão, respectivamente.
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As propostas oferecidas pelos consórcios surpreenderam a cúpula do governo do estado. Segundo o secretário extraordinário da Copa em Mato Grosso, Maurício Guimarães, assim que for anunciado o consórcio executor das obras, o valor do VLT será reajustado. "Estamos com recurso garantido nesse valor (R$ 1,2 bilhão). Feita a finalização do processo nós vamos discutir de que forma vamos fazer essa complementação. O governador anunciará isto quando finalizar o processo licitatório e o valor final quando a licitação for divulgada", ressaltou o secretário.
O secretário-chefe da Casa Civil, José Lacerda, complementou que o reajuste não vai prejudicar a capacidade de endividamento do estado. "As propostas serão estudadas e quando sair a empresa vencedora, o estado vai fazer a complementação orçamentária. O estado está com a sua capacidade de endividamento no nível ideal", reforçou Lacerda.
Mais ágil
A licitação do VLT é realizada via Regime Diferenciado de Contratação (CRD). Modalidade licitatória considerada mais simples e ágil, as propostas dos consórcios serão analisadas em dois aspectos: preço e projeto técnico. De acordo com Guimarães, vai levar vantagem quem tiver o melhor detalhamento técnico da construção do VLT em projeto. As empresas também serão avaliadas pelo desempenho em outras obras já executadas, solução apresentada para o modal e prazo de execução. Quem tiver a melhor pontuação final vai vencer o processo licitatório.
De acordo com o representante do consórcio Expresso Verde, Pedro Augusto Moreira, o maior preço ofertado é uma consequência das intervenções viárias que serão necessárias durante a execução do projeto. "Quem ofertou os preços menores deve ter alguma condição melhor para poder compor o preço e poder cumprir o cronograma. O preço mais alto é consequência da nossa planilha de custo. A exigência do edital é cumprir prazos. Essa obra vai mexer com toda infra-estrutura das duas cidades", disse Moreira.
Ainda de acordo com Guimarães, um grupo composto por 10 servidores técnicos da Secopa será responsável por analisar as propostas. O anúncio da proposta vencedora deve sair em 10 dias. Após o anúncio será dado mais cinco dias para constestação do resultado. A meta do governo é que as obras tenham início ainda neste semestre.
VLT

O VLT é considerado a maior obra pública de Mato Grosso na atualidade. Ao longo dos 22,2 Km do trajeto do VLT, serão necessárias intervenções viárias como a construção de cinco viadutos, três trincheiras e três pontes. Com dois eixos, CPA-Aeroporto e Coxipó-Centro, o modal será implantado no canteiro central das avenidas Historiador Rubens de Mendonça (do CPA), FEB, 15 de Novembro, Tenente Coronel Duarte (Prainha), Coronel Escolástico e Fernando Corrêa da Costa. Serão três terminais de integração e 33 estações, que terão uma distância média de 500 a 600 metros entre um ponto e outro.

Quatro consórcios disputam o VLT de Cuiabá

16/05/2012 - Revista Ferroviária

Quatro consórcios apresentaram propostas nesta terça-feira (16/05) para a implantação do VLT de Cuiabá e Várzea Grande, no Mato Grosso.  Os consórcios são “VLT Cuiabá” (CR Almeida/Santa Bárbara Construções/ CAF Brasil/Magna Engenharia/Astep Engenharia); “Consórcio Mendes Júnior/Soares da Costa/Alstom”; “Consórcio Tranvia Cuiabá” (S/A Paulista Construções e Comércio/T´Trans/ Isolux Projetos e Instalações /Corsàn-Corviam Construcciòn/ Isolux Ingenierìa/Vossloh España/ Vossloh Kiepe/Vetec Engenharia); e “Expresso Verde”(Engeglobal Construções/China National Machinery Import & Export Corporation – CMC/Construtora RV/Convap/ Três Irmãos Engenharia/Ecoplan).

A licitação é nos moldes do Regime Diferenciado de Contratações (RDC), que permite a contratação integrada dos projetos básicos, executivos, execução das obras, fornecimento e montagem de sistemas e material rodante.  A escolha do vencedor será de acordo a pontuação final obtida – a proposta técnica tem peso de 60% e a de preço 40%.

O menor preço foi oferecido pelo consórcio “VLT Cuiabá”, no valor de 1,477 bilhão. O consórcio “Mendes Júnior/Soares da Costa/Alstom” propôs R$ 1,547 bilhão, seguido pelo consórcio “Tranvia Cuiabá”, com R$ 1,596 bilhão. O maior valor foi proposto pelo consórcio “Expresso Verde”, R$ 1,850 bilhão.

Após o anúncio dos concorrentes, o secretário extraordinário da Copa do Mundo, Maurício Guimarães, declarou que “as propostas ficaram um pouco acima do esperado, mas o processo licitatório segue em andamento, considerando também as propostas técnicas das empresas”. A expectativa era receber propostas em torno de R$ 1,2 bilhão e o menor valor apresentado, pela CAF, está R$ 200 milhões acima.

A próxima etapa será a avaliação das propostas técnicas. O resultado deve ser anunciado no dia 25 de maio.

Com dois trechos, CPA-Aeroporto e Coxipó-Centro, o VLT será implantado no canteiro central das avenidas Historiador Rubens de Mendonça, FEB, 15 de Novembro, Tenente Coronel Duarte (Prainha), Coronel Escolástico e Fernando Correa da Costa. Serão três terminais de integração e 33 estações, que terão uma distância média de 500 a 600 metros entre um ponto e outro.

Com 15 Km de extensão, o trajeto CPA - Aeroporto contará com dois terminais de integração (CPA1 e André Maggi, que terá um elevado ferroviário no aeroporto Marechal Rondon), 22 estações de transbordo, dois viadutos, três trincheiras e uma ponte. Já o trecho Coxipó - Centro terá 7,2 Km de extensão, um terminal de integração (Coxipó), 11 estações de transbordo, três viadutos e duas pontes.

Estado do MT deverá ampliar valor do empréstimo para o VLT

15/05/2012 - O Documento

Inicialmente, o Estado projeta investir até RR$ 1,2 bilhão para a implantação do modal.

Em sessão realizada na manhã desta terça-feira (15.05), em Cuiabá, a Secopa recebeu os evelopes com as propostas de preço e técnica de quatro consórcios que disputam a licitação para implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá e Várzea Grande. O certame é realizado nos moldes do Regime Diferenciados de Contratações (RDC), que permite a contratação integrada dos projetos básicos, executivos, execução das obras, fornecimento e montagem de sistemas e material rodante.

O menor preço foi oferecido pelo consórcio “VLT Cuiabá”, no valor de 1,477 bilhão. O consórcio “Mendes Júnior/Soares da Costa/Alstom” propôs R$ 1,547 bilhão, seguido pelo consórcio “Tranvia Cuiabá”, com o montante de R$ 1,596 bilhão. O maior valor foi proposto pelo consórcio “Expresso Verde”, R$ 1,850 bilhão. Encerrada a sessão, a Comissão de Licitação avaliará internamente as propostas técnicas conforme estabelecido no edital. O vencedor será anunciado de acordo a pontuação final obtida, que é um somatório da nota da proposta técnica (peso de 60%) e da proposta de preço (peso de 40%). Também serão avaliados os documentos para habilitação apresentados pela concorrente melhor qualificada após o julgamento das propostas de preços e propostas técnicas.

Inicialmente, o Estado projeta investir até RR$ 1,2 bilhão para a implantação do modal. Diante dos preços maiores que o previsto, medidas para custar a diferença já começam a serem estudadas para que a obra não sofra atrasos. “As propostas ficaram um pouco acima do esperado, mas o processo licitatório segue em andamento, considerando também as propostas técnicas das empresas. Em relação aos valores, aguardaremos o final do certame para verificar com o governador as medidas cabíveis”, explicou o secretário extraordinário da Copa do Mundo, Maurício Guimarães.

O secretário-chefe da Casa Civil, José Lacerda, também disse à imprensa que o Governo do Estado tem boa capacidade de endividamento e que aguardará o resultado final do certame, previsto para ser anunciado em dez dias, para tomar as providências necessárias. A sessão de licitação também foi acompanhada pelo procurador-geral do Estado, Jenz Prochnow Júnior, e o auditor-geral do Estado, José Alves Pereira Filho.

Consórcios participantes

“VLT Cuiabá” – Formado pela CR Almeida S/A Engenharia de Obras, Santa Bárbara Construções S/A, CAF Brasil Indústria e Comércio S/A, Magna Engenharia Ltda e Astep Engenharia Ltda. Preço: R$ 1,477 bilhão

“Consórcio Mendes Júnior/Soares da Costa/Alstom” - Composto pela Mendes Júnior Trading e Engenharia S/A, Sociedade de Construções Soares da Costa S/A, Alstom Brasil Energia e Transporte Ltda. Preço: R$ 1,547 bilhão “Consórcio Tranvia Cuiabá” – Formado pela S/A Paulista Construções e Comércio, Trans Sistemas de Transportes S/A, Isolux Projetos e Instalações Ltda, Corsàn-Corviam Construcciòn, Isolux Ingenierìa S/A, Vossloh España S/A, Vossloh Kiepe e Vetec Engenharia Ltda. Preço: R$1,596 bilhão.

“Expresso Verde” – Formado pela Engeglobal Construções Ltda, China National Machinery Import & Export Corporation – CMC, Construtora RV LTDA, Convap Engenharia e Construções S/A, Três Irmãos Engenharia Ltda, Ecoplan Engenharia Ltda. Preço: 1,850 bilhão

Modal

Com dois eixos, CPA-Aeroporto e Coxipó-Centro, o modal será implantado no canteiro central das avenidas Historiador Rubens de Mendonça, FEB, 15 de Novembro, Tenente Coronel Duarte (Prainha), Coronel Escolástico e Fernando Correa da Costa. Serão três terminais de integração e 33 estações, que terão uma distância média de 500 a 600 metros entre um ponto e outro.

Com 15 Km de extensão, o trajeto CPA - Aeroporto contará com dois terminais de integração (CPA1 e André Maggi, que terá um elevado ferroviário no aeroporto Marechal Rondon), 22 estações de transbordo, dois viadutos, três trincheiras e uma ponte. Nesse trecho será feito também a reestruturação do canal da prainha, na região central de Cuiabá.

O eixo Coxipó - Centro terá 7,2 Km de extensão, um terminal de integração (Coxipó), 11 estações de transbordo, três viadutos e duas pontes.

Os terminais terão estacionamento para veículos e bicicletário, ampliando o potencial de mobilidade urbana na Capital e em Várzea Grande. O anteprojeto do VLT prevê que todos os critérios de acessibilidade serão contemplados na elaboração dos projetos básico, executivo e, consequentemente, na execução das obras.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Juiz libera licitação para obras do VLT de Cuiabá

11/05/2012 - G1

O juiz Paulo Márcio Soares de Carvalho revogou a liminar que suspendeu a licitação para a escolha da empresa responsável pela construção do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá. A licitação havia sido suspensa no mês passado atendendo a um pedido de uma construtora que alegou ter sido prejudicada com a alteração do edital. O magistrado, da Quinta Vara da Fazenda Pública de Cuiabá, entendeu que o estado comprovou que alterou a data da sessão de abertura da licitação, atendendo ao prazo legal determinado no edital.

A empresa reclamava que a data de sessão de abertura da licitação estava marcada para o dia 23 de abril. Com isso, o prazo de 30 dias entre a publicação da alteração no edital e a data da abertura da licitação não estava correta. O juiz esclarece que no mesmo dia em que a ação foi distribuída - 19 de abril - o governo do estado publicou um aviso de suspensão que prorrogou a sessão de abertura da licitação para o dia 15 de maio, publicado posteriormente no Diário Oficial do Estado. “Dessa forma, considerando que a autoridade coatora demonstrou efetivamente a alteração da data da sessão de abertura do certame, de modo a atender o prazo legal, não subsistem elementos que justifiquem a manutenção da liminar concedida”, afirmou o magistrado.

A licitação está sendo realizada por meio do Regime Diferenciado de Contratação (RDC), que consiste em um processo licitatório mais ágil que permite a contratação de uma empresa eliminando etapas. A obra tem 24 meses para ficar pronta. A previsão do secretário Maurício Guimarães, da Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa), é que o VLT seja entregue à população dentro do prazo, no máximo até o mês de março de 2014. O VLT deve custar cerca de R$ 1,2 bilhão, sendo que R$ 423 milhões já foram liberados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). A segunda parcela é no valor de R$ 740 milhões, cujo montante ainda será liberado após definição de qual linha de financiamento será utilizada.

Conheça o caminho do VLT

Ao longo dos 22,2 Km do trajeto do VLT, serão necessárias intervenções viárias como a construção de cinco viadutos, três trincheiras e três pontes. Com dois eixos, CPA-Aeroporto e Coxipó-Centro, o modal será implantado no canteiro central das avenidas Historiador Rubens de Mendonça, FEB, 15 de Novembro, Tenente Coronel Duarte (Prainha), Coronel Escolástico e Fernando Corrêa da Costa. Serão três terminais de integração e 33 estações, que terão uma distância média de 500 a 600 metros entre um ponto e outro.

Os terminais terão estacionamento para veículos e bicicletário, ampliando o potencial de mobilidade urbana na capital e em Várzea Grande. O anteprojeto prevê também que todos os critérios de acessibilidade serão contemplados na elaboração dos projetos básico, executivo e, consequentemente, na execução das obras.

O sistema de bilhetagem deverá ser compatível e integrada aos sistemas de arrecadação utilizados nos transportes públicos de Cuiabá e Várzea Grande, hoje em operação em seus ônibus (bilhetes, cartões, máquinas de venda e validadores). A capacidade máxima de passageiros será de 400 pessoas por vagão e a velocidade de operação prevista é 60 km. 

terça-feira, 1 de maio de 2012

VLT de Goiânia vai receber verba de R$215 milhões do PAC da Mobilidade Urbana

30/04/2012 - Agência Brasil

A presidente Dilma Roussef anunciou que o projeto de imlpantação do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) em Goiânia será um dos agraciados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) voltado para a área da mobilidade urbana nas grandes cidades. A primeira verba a ser liberada para o VLT será de R$ 215 milhões.

O secretário da Região Metropolitana, Silvio Sousa, esteve em Brasília acompanhado pelo governador Marconi Perillo. Na ocasião, o secretário entregou ao Governo Federal o projeto técnico do VLT do Eixo Anhanguera, que foi entregue ao secretário nesta segunda-feira pela equipe da Odebrecht Transport, responsável pela confecção do documento.

Durante o anúncio, Dilma defendeu a necessidade de ampliar os investimentos na construção de metrôs para dar mais agilidade e conforto aos usuários do transporte urbano.

“O Brasil tem que investir em metrô. Antes, as cidades não tinha condições de fazer isso porque era muito caro. Hoje, os governadores têm enorme dificuldade para construir metrôs com a cidade funcionando. É um duplo desafio”, disse a presidenta. "Além disso, temos que olhar pelo lado sustentável, garantir menos tempo de vida a ser perdido pelas pessoas em um transporte de menor custo e de melhor adequação ao meio ambiente".

O PAC Mobilidade Urbana vai destinar verbas que chegam a R$ 32 bilhões, sendo que R$ 22 bilhões têm como origem recursos do Governo Federal para projetos de metrô, VLT e corredores de ônibus que beneficiam moradores de cidades com mais de 700 mil habitantes.