sábado, 23 de junho de 2012

Presidente da Metrobus apresenta VLT em sessão na Câmara Municipal de Goiânia

19/06/2012 - Metrobus

O presidente da Metrobus, Carlos Maranhão, apresentou, durante audiência pública em Sessão Extraordinária no plenário da Câmara Municipal de Goiânia, na manhã desta quinta-feira (14), o projeto de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) no Eixo Anhanguera.

Estavam presentes na audiência, que durou uma hora e meia, os presidentes da ADEMI-GO, Ilésio Inácio Ferreira; do Sinduscon – GO, Justus Carneiro; e do Sindiperto, (Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores e Permissionários dos Terminais),Ramon Mizutani; representantes da CMTC, da Secretaria Estadual de Planejamento, e de diversos setores da sociedade civil, além dos vereadores e do diretor Administrativo da Metrobus, Hugo Dourado.

A audiência pública, em sessão extraordinária na Câmara, foi proposta pelo vereador Maurício Beraldo, que presidiu a sessão. O vereador destacou a importância do projeto “que vai revitalizar a vida do centro de Goiânia.” Maurício Beraldo disse que uma comissão da Câmara vai ao Rio+20 (encontro que discute o futuro ambiental do planeta), no Rio de Janeiro, onde vai apresentar iniciativas ambientais importantes de Goiânia e “o projeto do VLT estará incluído”.

Eixo Norte-Sul

Carlos Maranhão afirmou que “qualquer iniciativa, de qualquer esfera de governo, para melhorar o transporte coletivo urbano da Capital, é muito bem vinda”. Antes de falar sobre o VLT, o presidente da Metrobus destacou o projeto municipal de implantação do Eixo Norte-Sul em Goiânia.

Detalhes

Depois, Maranhão explicou detalhadamente o projeto que vai revitalizar o Eixo Anhanguera. “O VLT terá 30 composições com dois trens de 30 metros cada. Uma composição vai comportar 750 passageiros por viagem e vai ter uma velocidade média de 23,5 km/h, diminuindo o tempo de cada viagem de 50 minutos para 34 minutos. O Eixo terá 12 estações e 5 terminais. A distância média entre cada estação será de 850 metros”. O projeto ainda abrange uma ciclovia, recuperação das pistas laterais e requalificação total da Avenida Anhanguera.

Prazos

O presidente afirmou que o projeto está em fase final e passa agora por uma avaliação técnico-econômica por um conselho da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Metropolitano. Depois disso, “o plano ficará disponível por 30 dias para consulta pública e ainda serão realizadas audiência públicas a partir do início de julho. O passo seguinte será a licitação pública que dura em média 60 dias”. Carlos Maranhão avalia que já no início de novembro os contratos estarão prontos para serem assinados.

PPP

Maranhão informa que serão investidos aproximadamente R$1,2 bilhão, com recursos do governo federal (25%), do governo estadual (25%) e da iniciativa privada (50%). “Esta obra, fruto de uma PPP (Parceria Público Privada), deve durar cerca de 18 meses e ficar pronta em maio de 2014”, completa o presidente da Metrobus.

Durante as obras

O presidente ainda informou que a Metrobus, além de realizar as obras de extensão da linha para os sentidos leste, oeste e noroeste da Capital, conta com um plano de atendimento da população que vai utilizar o Eixo durante todo o período das obras de implantação do VLT. “O transporte coletivo no Eixo Anhanguera não vai parar”.

Vantagens

Carlos Maranhão afirmou que o VLT trará grandes vantagens para os passageiros. “Os 240 mil passageiros/dia que transportamos terão um veículo com maior capacidade, menos poluente e mais silencioso, mais conforto nos arranques e nas freadas, além de ser um equipamento que se adéqua ao contexto urbano de nossa Capital”.

Aperfeiçoamento

Maranhão lembrou que as portas estão abertas para todos os setores, “ para que o plano seja aperfeiçoado, melhorado e que todas a situações encontrem solução, como a situação dos permissionários que comercializam produtos dentro dos terminais”. “ O nosso projeto contempla também os permissionários. O governador Marconi Perillo me pediu para que o projeto beneficie o máximo de pessoas possível e que não deixe que ninguém seja prejudicado.”

Alguns vereadores presentes como Santana Gomes (PSD), Elias Vaz (PSOL), Giovane Antônio (PSDB) e Anselmo Pereira (PSDB) elogiaram o presidente da Metrobus afirmando terem admiração pelo trabalho que ele vem realizando como presidente da empresa. O vereador Geovane Antônio completou dizendo que “esse projeto de implantação do VLT só está sendo concretizado porque Carlos Maranhão está envolvido em sua implantação”.

Ao final da audiência, o presidente da Metrobus destacou a importância da parceria entre o governo federal, o governo estadual e a prefeitura de Goiânia, “que é imprescindível para a realização de uma obra tão importante quanto essa”. “ Essa é uma obra que vai representar um grande presente para Goiânia, o melhor presente dos últimos governos. A Anhanguera e o VLT serão cartões postais de nossa Capital.”

Redução no valor do VLT

19/06/2012 - 24 Horas News

Cuiabá - O preço final do  Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) comparado ao valor licitado, deverá cair em aproximadamente R$ 200 milhões. De R$ 1,47 bilhão para R$ 1,2 bilhão – preço inicialmente sugerido pelo próprio Governo. A redução viria através da isenção de impostos, discutidos nesta terça-feira, 19, pelo secretário da Copa, Maurício Guimarães, com representantes do consórcio e assessores especiais nas áreas tributárias e jurídicas da Secopa. Da reunião também participou membros das cinco empresas que compõem o consórcio vencedor.

No encontro, foram avaliadas as isenções de tributos municipais, estaduais e federais, tais como ISS (Imposto Sobre Serviço), ICMS (Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação), PIS (Programa de Integração Social) e (COFINS) Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social.

No caso dos dois últimos impostos, por se tratarem de impostos federais, a Secopa irá buscar a redução juntamente ao Governo Federal.

Para a importação de produtos que não possuam similar no mercado nacional, o Governo do Estado irá conceder isenção do ICMS considerando a utilização nas obras de mobilidade urbana da Capital. A medida foi autorizada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e é restrita às obras destinadas a Copa do Mundo de 2014.

A previsão é que o contrato seja assinado e a ordem de serviço emitida ainda esta semana.

"Vamos construir o primeiro VLT da América Latina, será um metrô de superfície, todo o esforço do Governo do Estado e empenho pessoal do governador Silval Barbosa é para que Cuiabá fique no patamar de uma cidade moderna, com transporte público de qualidade", destacou Maurício Guimarães.

O Consórcio VLT Cuiabá, vencedor do certame com a maior pontuação em preço e técnica, é formado  por duas construtoras: CR Almeida e Santa Bárbara; pela fabricante e fornecedora do material rodante, CAF Brasil Indústria e Comércio e por duas empresas projetistas, a Magna Engenharia Ltda e Astep Engenharia Ltda.

 

Governo de Mato Grosso assina ordem de serviço do VLT de Cuiabá

22/06/2012 - Portal 2014

Com prazo de 24 meses para ser concluído, modal pode ser inaugurado após os jogos da Copa

 A ordem de serviço para o início das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) Cuiabá-Várzea Grande foi assinada nesta quinta-feira (21) pelo governo de Mato Grosso e pelo Consórcio VLT Cuiabá.

O secretário da Copa, Maurício Guimarães, e o representante do consórcio, Aloysio Cardoso da Silva, também realizaram uma reunião para o começo da intervenção. Os trabalhos devem durar 24 meses.

Na última segunda-feira (18), o governador do estado Silval Barbosa assinou a liberação de um empréstimo no valor de R$ 423 milhões pela Caixa Econômica Federal. Este financiamento já estava contratado para o sistema de corredores de ônibus BRT (Bus Rapid Transit). O projeto, no entanto, foi substituído pelo VLT. 

O modal ainda terá R$ 727 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). De acordo com a Secopa, o contratado deve ser firmado até o final deste mês. A obra, porém, está orçado em R$ 1,47 bilhão. Dessa forma, faltariam R$ 200 milhões para a conta ser fechada.

O primeiro trecho a ser construído deve ser próximo ao Aeroporto Marechal Rondón, em Várzea Grande, por se tratar de uma área que não necessita de desapropriação.

Com prazo de 24 meses para ser concluído, o VLT pode ser inaugurado após os jogos da Copa em Cuiabá. A cidade receberá quatro jogos da competição: nos dias 13, 17, 21 e 24 de junho de 2014.   

O VLT terá 22,2 km, 33 estações e três terminais de integração e é a principal obra de mobilidade urbana do estado de Mato Grosso para a Copa.

Cuiabá assina ordem de servico das obras do VLT

22/06/2012 - Só Notícias

O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo Fifa 2014, assinou, hoje, em Cuiabá, a ordem de serviço para o início da construção do novo modal de transporte da capital, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). O secretário Maurício Guimarães (Secopa) e o representante do consórcio, Aloysio Cardoso da Silva, assinaram os documentos e realizaram a primeira reunião de trabalho para o início efetivo da fase de execução da obra. O prazo para a entrega do novo modal é de 24 meses.

A implantação do VLT redesenhará o tráfego nas principais avenidas de Cuiabá e de Várzea Grande e proporcionará melhor qualidade e segurança no trânsito entre as duas maiores cidades mato-grossenses. Para financiar os custos da implantação, o governador do Estado, Silval Barbosa, assinou na segunda-feira (18) o contrato com a Caixa Econômica Federal no valor de R$ 423 milhões, que já haviam sidos aprovados para o Bus Rapid Transit (BRT) e serão redirecionadospara o VLT.

A segunda etapa da liberação dos recursos deve acontecer ainda este mês, com a assinatura do contrato de R$ 727,9 milhões financiados pelo Banco Nacional do Desenvolvimento(BNDES) por meio da CEF. Para desapropriação serão destinados R$ 110 milhões, montante que representa a contrapartida do Governo do Estado.
Com os estudos realizados sobre as isenções, a previsão é que o valor para implantação do VLT deveráficar entre R$ 1.220 bilhão a R$ 1.477 bilhão.

"Foi muito difícil superar as dificuldades burocráticas, cumprir todas as exigências para o financiamento da maior obra já realizada em Mato Grosso e as especificidades do processo licitatório através do RDC, uma nova forma de contratação. [...] A população de Cuiabá e Várzea Grande é a maior beneficiária deste processo, pois em 2014 terá um transporte público de qualidade, com conforto e rapidez", disse Maurício Guimarães. "Reafirmo o compromisso de atender o que foi contratado,vamos entregar essa obra no prazo e com qualidade", destacou Aloysio Cardoso.

Cuiabá assina ordem de servico das obras do VLT

22/06/2012 - Só Notícias

O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo Fifa 2014, assinou, hoje, em Cuiabá, a ordem de serviço para o início da construção do novo modal de transporte da capital, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). O secretário Maurício Guimarães (Secopa) e o representante do consórcio, Aloysio Cardoso da Silva, assinaram os documentos e realizaram a primeira reunião de trabalho para o início efetivo da fase de execução da obra. O prazo para a entrega do novo modal é de 24 meses.


A implantação do VLT redesenhará o tráfego nas principais avenidas de Cuiabá e de Várzea Grande e proporcionará melhor qualidade e segurança no trânsito entre as duas maiores cidades mato-grossenses. Para financiar os custos da implantação, o governador do Estado, Silval Barbosa, assinou na segunda-feira (18) o contrato com a Caixa Econômica Federal no valor de R$ 423 milhões, que já haviam sidos aprovados para o Bus Rapid Transit (BRT) e serão redirecionadospara o VLT.

A segunda etapa da liberação dos recursos deve acontecer ainda este mês, com a assinatura do contrato de R$ 727,9 milhões financiados pelo Banco Nacional do Desenvolvimento(BNDES) por meio da CEF. Para desapropriação serão destinados R$ 110 milhões, montante que representa a contrapartida do Governo do Estado.
Com os estudos realizados sobre as isenções, a previsão é que o valor para implantação do VLT deveráficar entre R$ 1.220 bilhão a R$ 1.477 bilhão.

"Foi muito difícil superar as dificuldades burocráticas, cumprir todas as exigências para o financiamento da maior obra já realizada em Mato Grosso e as especificidades do processo licitatório através do RDC, uma nova forma de contratação. [...] A população de Cuiabá e Várzea Grande é a maior beneficiária deste processo, pois em 2014 terá um transporte público de qualidade, com conforto e rapidez", disse Maurício Guimarães. "Reafirmo o compromisso de atender o que foi contratado,vamos entregar essa obra no prazo e com qualidade", destacou Aloysio Cardoso.

Secopa abre fase contratual com Consórcio VLT Cuiabá

20/06/2012 - Cenário MT

DIOGO CARVALHO

Superada a fase licitatória do novo modal de transporte de Cuiabá, o Veículo Leve sobre Trilhos(VLT), a equipe da Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo Fifa 2014 (Secopa) começou a discutir nesta terça-feira (19.06) com membros das cinco empresas que compõem o consórcio, as possibilidades de isenção de tributos para reduzir o preço final do VLT. 

"Vamos construir o primeiro VLT da América Latina, será um metrô de superfície, todo o esforço do Governo do Estado e empenho pessoal do governador Silval Barbosa é para que Cuiabá fique no patamar de uma cidade moderna, com transporte público de qualidade", destacou o secretário Extraordinário da Copa do Mundo da Fifa 2014, Maurício Guimarães. 

O Consórcio VLT Cuiabá, vencedor do certame com a maior pontuação em preço e técnica, é formado por duas construtoras: CR Almeida e Santa Bárbara; pela fabricante e fornecedora do material rodante, CAF Brasil Indústria e Comércio e por duas empresas projetistas,a Magna Engenharia Ltda e Astep Engenharia Ltda. 

O secretário da Copa, Maurício Guimarães, conduziu a reunião que contou com a participação de representantes do consórcio e assessores especiais nas áreas tributárias e jurídicas da Secopa. Foram avaliadas as isenções de tributos municipais, estaduais e federais, tais como ISS (Imposto Sobre Serviço), ICMS (Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação), PIS (Programa de Integração Social) e (Cofins) Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social. 

No caso dos dois últimos impostos, por se tratarem de impostos federais, a Secopa irá buscar a redução juntamente ao Governo Federal. O governo mato-grossense acredita numa redução de aproximadamente R$ 200 milhões na construção do novo modal de transporte. 

Para a importação de produtos que não possuam similar no mercado nacional, o Governo do Estado irá conceder isenção do ICMS considerando a utilização nas obras de mobilidade urbana da Capital. A medida foi autorizada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e é restrita às obras destinadas a Copa do Mundo de 2014.

A previsão é que o contrato seja assinado e a ordem de serviço emitida ainda esta semana.

Cuiabá e consórcio querem definir isenção para o VLT

20/06/2012 - Diário de Cuiabá

A Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo Fifa 2014 (Secopa) começou a discutir ontem com membros das cinco empresas que compõem o consórcio vencedor da licitação do VLT as possibilidades de isenção de tributos para reduzir o preço final da obra.

"Vamos construir o primeiro VLT da América Latina. Será um metrô de superfície. Todo o esforço do Governo do Estado e empenho pessoal do governador Silval Barbosa é para que Cuiabá fique no patamar de uma cidade moderna, com transporte público de qualidade", afirmou o secretário Extraordinário da Copa do Mundo da Fifa 2014, Maurício Guimarães.

O Consórcio VLT Cuiabá, vencedor do certame com a maior pontuação em preço e técnica, é formado por duas construtoras: CR Almeida e Santa Bárbara; pela fabricante e fornecedora do material rodante, CAF Brasil Indústria e Comércio e por duas empresas projetistas, a Magna Engenharia Ltda e Astep Engenharia Ltda.

Foram avaliadas as isenções de tributos municipais, estaduais e federais, tais como ISS, ICMS, PIS e Cofins.

Isenção de tributos reduzirá o preço do VLT em R$ 200 milhões

20/06/2012 - 24 Horas News

O Consórcio VLT Cuiabá, vencedor do certame com a maior pontuação em preço e técnica, é formado por duas construtoras

Cuiabá - O preço final do  Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) comparado ao valor licitado, deverá cair em aproximadamente R$ 200 milhões. De R$ 1,47 bilhão para R$ 1,2 bilhão – preço inicialmente sugerido pelo próprio Governo. A redução viria através da isenção de impostos, discutidos nesta terça-feira, 19, pelo secretário da Copa, Maurício Guimarães, com representantes do consórcio e assessores especiais nas áreas tributárias e jurídicas da Secopa. Da reunião também participou membros das cinco empresas que compõem o consórcio vencedor.

No encontro, foram avaliadas as isenções de tributos municipais, estaduais e federais, tais como ISS (Imposto Sobre Serviço), ICMS (Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação), PIS (Programa de Integração Social) e (COFINS) Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social.

No caso dos dois últimos impostos, por se tratarem de impostos federais, a Secopa irá buscar a redução juntamente ao Governo Federal.

Para a importação de produtos que não possuam similar no mercado nacional, o Governo do Estado irá conceder isenção do ICMS considerando a utilização nas obras de mobilidade urbana da Capital. A medida foi autorizada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e é restrita às obras destinadas a Copa do Mundo de 2014.

A previsão é que o contrato seja assinado e a ordem de serviço emitida ainda esta semana.

"Vamos construir o primeiro VLT da América Latina, será um metrô de superfície, todo o esforço do Governo do Estado e empenho pessoal do governador Silval Barbosa é para que Cuiabá fique no patamar de uma cidade moderna, com transporte público de qualidade", destacou Maurício Guimarães.

O Consórcio VLT Cuiabá, vencedor do certame com a maior pontuação em preço e técnica, é formado  por duas construtoras: CR Almeida e Santa Bárbara; pela fabricante e fornecedora do material rodante, CAF Brasil Indústria e Comércio e por duas empresas projetistas, a Magna Engenharia Ltda e Astep Engenharia Ltda.

Obras do VLT em Cuiabá devem começar em 20 dias

18/06/2012 - G1

O consórcio VLT Cuiabá foi escolhido nesta segunda-feira (18) para implantar até março de 2014 os 22 km do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). A definição ocorreu após análise da comissão de Licitação da Secopa-MT nos recursos interpostos pelos consórcios concorrentes, que foram considerados improcedentes. Com isso, o governo prevê o início da maior obra pública de mobilidade urbana do estado nos próximos 20 dias.

Por conta disso, o consórcio VLT Cuiabá, que já havia sido habilitado para erguer o modal, será o responsável pelas obras que, segundo o consórcio, deverão custar R$ 1,4 bilhão, aproximadamente, R$ 200 milhões a mais do que previa o governo.

Também nesta segunda-feira, o governador Silval Barbosa anunciou a liberação de R$ 423,7 milhões contraídos junto à Caixa, para o início das primeiras obras que, de acordo com a Secopa-MT, deverão iniciar nos próximos dias. “Acredito que na próxima semana a empresa já comece a mobilização para iniciar a obra, que durará 24 meses”, disse o secretário Maurício Guimarães, da Secopa.

Só em desapropriações que serão feitas ao longo do traçado do VLT, o governo diz que destinou pelo menos R$ 110 milhões que serão revertidos em indenizações a moradores e empresários atingidos pelas obras.

O segundo pacote de recursos para as obras do VLT deve ser financiado pelo governo do estado junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no valor de R$ 727,9 milhões. Segundo o governo, os valores serão utilizados em 12 obras que facilitarão a operação do metrô de superfície. O empréstimo será pago em 360 meses após a conclusão da obra.

Modal

As duas linhas dos trilhos do VLT terão 22 quilômetros de extensão. Uma deve ligar a região do CPA ao Aeroporto Internacional Marechal Rondon na cidade vizinha de Várzea Grande. A outra linha deve começar na região do Coxipó e seguir até ao centro de Cuiabá. A capacidade máxima de passageiros do VLT será de 400 pessoas por vagão e a velocidade de operação prevista é 60 km.

Os terminais terão estacionamento para veículos e bicicletário, ampliando o potencial de mobilidade urbana na Capital e em Várzea Grande. O anteprojeto do VLT prevê que todos os critérios de acessibilidade serão contemplados na elaboração dos projetos básico, executivo e, consequentemente, na execução das obras.

Com empréstimo assinado, VLT de Cuiabá conhece vencedor de licitação

18/06/2012 - Portal 2014

Financiamento de R$ 423 milhões é aprovado para principal obra de mobilidade urbana em Mato Grosso

O polêmico metro leve de Cuiabá, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) Cuiabá-Várzea Grande, já tem parte do financiamento e o consórcio construtor definidos.

Nesta segunda-feira (18), a Secretaria da Copa (Secopa) local anunciou que os recursos apresentados pelos consórcios concorrentes no último dia 22 de maio foram julgados improcedentes e, que portanto, o grupo VLT Cuiabá será mesmo responsável pelas obras do sistema sobre trilhos mato-grossense, a um custo de R$ 1,47 bilhão, a proposta mais barata apresentada.

Além disso, o governador do estado Silval Barbosa assinou, também nesta segunda-feira, a liberação de um empréstimo no valor de R$ 423 milhões pela Caixa Econômica Federal. Este financiamento já estava contratado para o sistema de corredores de ônibus BRT (Bus Rapid Transit), projeto que acabou substituído no plano da copa em Cuiabá, e foi direcionado para o VLT. 

A engenharia financeira da obra é composta, ainda, por um empréstimo de R$ 727 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que deverá ser contratado "até o fim do mês", informou a assessoria da Secopa. 

A soma dos financiamentos de BNDES e Caixa não alcançam, porém, os R$ 1,47 bilhão necessários para a obra. Faltariam cerca de R$ 200 milhões, referentes à diferença entre a estimativa inicial do governo (R$ 1,2 bi) e a proposta do consórcio aceita nesta segunda-feira pelo estado.

O governo de Mato Grosso espera sanar a diferença por meio de uma isenção de impostos para as empresas que irão tocar a obra. “A legislação prevê que o governo federal e do estado pode isentar empresas que executarão obras da Copa do Mundo”, afirmou hoje (18) o governador Silval Barbosa.

A Secopa espera que as obras comecem em julho. O primeiro trecho a ser construído deve ser o que cerca o Aeroporto Internacional Marechal Rondón, em Várzea Grande, por se tratar de uma área que não necessita de desapropriação.

O problema das desapropriações, aliás, está em discussão pelo governo local, que alega precisar do projeto executivo da obra, ainda não elaborado, para definir quais imóveis serão removidos.

A partir da assinatura do termo de serviço, o Veículo Leve sobre Trilhos tem um prazo de 24 meses para ficar pronto. Caso o consórcio construtor não encontre meios de conclui-lo em um tempo menor, o sistema sobre trilhos não deverá, portanto, ficar pronto até a Copa do Mundo de 2014.  

O metrô leve cuiabano terá 22,2 km, 33 estações e três terminais de integração e é a principal obra de mobilidade urbana do estado de Mato Grosso para a Copa.


Confira as empresas que compõem o consórcio construtor vencedor da licitação em Mato Grosso:

VLT CUIABÁ 

- CR Almeida S/A Engenharia de Obras

- Santa Bárbara Construções S/A

- CAF Brasil Indústria e Comércio S/A

- Magna Engenharia Ltda

- Astep Engenharia Ltda 

Siga o Portal Copa 2014 no twitter: http://www.twitter.com/portalcopa2014

sábado, 16 de junho de 2012

Secopa divulga decisão sobre recurso de empresas que disputam obras do VLT

14/06/2012 - O Documento

Na ação impetrada pelo segundo colocado é apontado um suposto erro de R$ 341 milhões, para mais, nos valores apresentados pelo Consórcio VLT Cuiabá.

Acabou ontem o prazo para Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa) analisar os recursos impetrados pelos consórcios que participaram da licitação pelas obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá. O relatório apontando a decisão da comissão de análise da Secopa deve ser publicado entre hoje e amanhã.

O consórcio VLT Cuiabá e o consórcio Mendes Junior, Soares da Costa e Alstom acionaram a secretaria no dia 4 de junho, pedindo a reavaliação de alguns pontos polêmicos apresentados na carta proposta do principal concorrente.

Vale ressaltar que o VLT Cuiabá, grupo formado pelas empresas Santa Bárbara, CRAlmeida S/A Engenharia de Obras, CAF Brasil Indústria e Comércio, Magna Engenharia LTDA e Astep Engenharia LTDA, foi considerado vencedor da licitação no dia 22 de maio, com uma proposta de R$ 1,477 bilhão – aproximadamente R$ 300 milhões a mais do inicialmente previsto pelo governo.

Já o consórcio Mendes Junior, Soares da Costa e Alstom foi o segundo colocado, com uma proposta no valor de R$ 1,54 bilhão para construir os 22 quilômetros do VLT. No caso de uma desqualificação do consórcio VLT Cuiabá, o 2º colocado seria o grupo diretamente beneficiado, herdando as obras, a menos que também seja desqualificado.

Na ação impetrada pelo segundo colocado é apontado um suposto erro de R$ 341 milhões, para mais, nos valores apresentados pelo Consórcio VLT Cuiabá. De acordo com comunicado enviado à imprensa pelo Consórcio Mendes Junior/Soares da Costa/Alstom, “uma série de erros na planilha de preço do Consórcio VLT Cuiabá” reduziriam o valor da proposta comercial no valor citado anteriormente.

Dessa forma, caso o valor fosse alterado, conforme aponta a apelação, a obra custaria menos do que previsto pelo governo: R$ 1,2 bilhão.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Governo de MT diz que resultado do VLT deve sair na próxima semana

12/06/2012 - G1

O mundial de futebol deve começar daqui a exatos dois anos no Brasil. Linhas dos trilhos do VLT terão aproximadamente 23 Km de extensão


Por Ericksen Vital

O resultado da licitação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), meio de transporte público escolhido para operar durante a Copa do Mundo de 2014 na região metropolitana de Cuiabá, deve ser divulgado na próxima semana, conforme informações repassadas pela Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa).

O mundial de futebol no Brasil deve começar daqui a exatos dois anos e a previsão é que o VLT seja entregue até o primeiro trimestre de 2014. Segundo o governo, a Secopa analisa neste momento os recursos interpostos pelos consórcios que disputam a concorrência, que segue o Regime Diferenciado de Contratação (RDC) que é um modelo de licitação mais rápido por ter menos procedimentos burocráticos.

As duas linhas dos trilhos do VLT terão aproximadamente 23 quilômetros de extensão. Uma deve ligar a região do CPA ao Aeroporto Internacional Marechal Rondon na cidade vizinha de Várzea Grande. A outra linha deve começar na região do Coxipó e seguir até ao centro de Cuiabá. A capacidade máxima de passageiros do VLT será de 400 pessoas por vagão e a velocidade de operação prevista é 60 km.

O governo tem aprovado um empréstimo de R$ 1,2 bilhão junto ao governo federal para implantação do modal em Cuiabá. O empréstimo foi obtido através da Caixa Econômica Federal e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) .

O Consórcio Cuiabá foi o habilitado pela Secopa a construir os trilhos. O consórcio foi o que ofereceu a proposta de menor preço entre os quatro concorrentes: R$ 1,4 bilhão, ultrapassando a expectativa inicial do governo que previa gastar R$ 1,2 bilhão com o VLT.

Após defender BRT, senador Maggi aposta no VLT para 2014

05/06/2012 - Cenário MT 

Ex-governador havia aprovado sistema de ônibus em Cuiabá e Várzea Grande

Após defender com ênfase a implantação do BRT (Bus Rapid Transit) em Cuiabá e Várzea Grande, e de ter aprovado o projeto do modal durante seu Governo, o senador Blairo Maggi (PR), pela primeira vez, apoiou, publicamente, a implantação do VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos).

Ao visitar as obras de mobilidade urbana e da Arena Pantanal, na semana passada, como membro da comissão do Senado que acompanha os trabalhos da Copa de 2014, o senador disse acreditar que a obra ficará pronta a tempo, após ter conversado com especialistas nesse sistema de transporte público urbano.

“Eu sei da luta do governador Silval Barbosa, do empenho que ele teve. E tenho conversado com as pessoas ligadas ao projeto, e elas acham que é possível chegar a 2014 com o VLT pronto. Entendo que será um grande legado para Cuiabá e Várzea Grande e, se não ficar pronto para a Copa, ficará logo depois. A Copa passa, mas o legado vai ficar”, disse Maggi.

Com a alteração do modelo de transporte coletivo troncal, houve atraso para iniciar as obras, mas o governador Silval Barbosa e o secretário da Copa 2014 (Secopa), Mauricio Guimarães, garantem que o modelo ficará pronto no primeiro trimestre de 2014 e será entregue à população antes da Copa, em junho daquele ano.

Durante o processo de mudança dos financiamentos e autorizações para trocar o BRT pelo VLT, Maggi declarou, por diversas vezes, que as obras do novo modal seriam demoradas e o Estado corria o risco de ficar sem um e outro.

“O VLT já iniciou. Só a parte burocrática que superamos é uma etapa que corresponde a um grande percentual dessa obra”, apontou Silval.

Em 2008, quando era governador do Estado, Maggi firmou com o Governo Federal a matriz de responsabilidade da Copa 2014, que previa como principal obra de mobilidade urbana a implantação do corredor de ônibus chamado BRT, ao custo estimado de R$ 450 milhões.

Em 2011, o novo governador, Silval, reviu a decisão de seu antecessor e descartou os projetos do BRT.

Após muita luta junto ao Governo Federal - sobretudo, no Ministério das Cidades e na Secretaria do Tesouro Nacional (STN) -, conseguiu alterar a matriz de responsabilidade, trocando o modal para VLT, na época, estimado em R$ 1,1 bilhão.

Uma das motivações de Silval para a alteração foi o alto custo das desapropriações para implantar o BRT, estimado em R$ 1 bilhão, já que o espaço necessário para a circulação dos ônibus é maior que para o trem.

O governador já apontou, também, em diversas ocasiões, que o novo modal é mais moderno, confortável e ambientalmente sustentável do que o modelo baseado em ônibus.

Além disso, o valor prevê também a aquisição dos trens, enquanto o valor do BRT não previa a compra dos ônibus.

Com o início do processo licitatório do VLT, que ainda está em andamento, o Governo recebeu com surpresa as propostas dos consórcios, que superaram o valor estimado para implantação do modal.

A proposta mais barata, do consórcio VLT Cuiabá, foi de R$ 1,47 bilhão.

A Secopa já está buscando meios de reduzir o custo do modal, por meio de negociação com o consórcio vencedor e isenção de impostos.

O governador Silval Barbosa espera dar a ordem de serviço para a construção do sistema de transporte coletivo da Copa já nesta semana, caso não haja recurso para o resultado da licitação feita no mês passado.
 

Consórcio é acusado de errar cálculo do VLT de Cuiabá em R$ 341 milhões

05/06/2012 - Mídia News, Laíse Lucatelli
 
Com recursos, não há previsão de quando começarão as obras do sistema

O sistema de VLT se torna cada vez mais polêmico

créditos: Reprodução

O consórcio “Mendes Júnior/Soares da Costa/Alstom”, segundo colocado na licitação para implantar o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) em Cuiabá e Várzea Grande, entrou com recurso contra o consórcio vencedor, o “VLT Cuiabá”, na tarde de segunda-feira (4), conforme o MidiaNewsjá havia adiantado.
 
O consórcio vencedor também recorreu da proposta apresentada pelos segundo e terceiro colocados (consórcio “Tranvia Cuiabá”).
 
O principal argumento do consórcio que está em segundo lugar é que o vencedor teria errado no cálculo da planilha de custos, levando a uma diferença de R$ 341 milhões. O consórcio VLT Cuiabá propôs entregar o VLT à Secopa ao custo de R$ 1,47 bilhão. 
 
Agora, a Secopa vai notificar as empresas citadas, que terão um prazo de cinco dias úteis - ou até a próxima quarta-feira (13) - para apresentar a defesa (contrarrazões). Ao final desse período, a equipe de licitação vai avaliar se os recursos serão acatados ou não.
 
A assessoria da Secopa não informou a previsão de quanto tempo a equipe deve levar para chegar ao resultado final e definir o grupo que, de fato, implantará o VLT na Capital. Desse modo, não é possível prever quando começarão as obras do sistema de transporte coletivo para a Copa de 2014.
 
O secretário da Secopa, Maurício Guimarães, não atendeu e nem retornou as ligações da reportagem.
 
Erros na proposta
 
Segundo informou a assessoria do consórcio liderado pela construtora Mendes Júnior, o documento protocolado na Secopa aponta equívocos nas propostas comercial e técnica do vencedor do certame.
 
O segundo colocado alega que o consórcio vencedor cometeu uma série de erros na planilha de preços que, somados, derrubariam a proposta em cerca de R$ 341 milhões, de um total de R$ 1,47 bilhão. 
 
Para o grupo que ficou em segundo lugar, essas falhas são suficientes para desclassificar a proposta vencedora. 
 
A assessoria do consórcio informou, ainda, que “foram encontrados inconsistências e erros no cronograma da obra apresentado pelo vencedor, bem como graves problemas na habilitação técnica e atestações”.
 
Já o terceiro colocado, “Tranvia Cuiabá”, bem como o consórcio “Expresso Verde”, que foi desclassificado da licitação, não recorreram. 
 
A reportagem do MidiaNews também entrou em contato com a assessoria do consórcio VLT Cuiabá, mas, até a edição dessa reportagem, não houve retorno.
 
Confira a formação dos consórcios que foram alvo de recursos e os preços apresentados: 
 
Consórcio "VLT Cuiabá": proposta de R$ 1.477.617.277,15 
Formado por cinco empresas: Santa Bárbara, CR Almeida, CAF Brasil Indústria e Comércio, Magna Engenharia Ltda, Astep Engenharia Ltda. 
 
Consórcio "Mendes Junior/Soares da Costa/Alstom": R$ 1.547.152.071,95
Formado por três empresas: Mendes Junior Trading e Engenharia S.A, Sociedade de Construções Soares da Costa, Alstom do Brasil Engenharia e Transporte. 
 
Consórcio "Tranvia Cuiabá": R$ 1.596.018.626,03 
Formado por oito empresas: S/A Paulista Construções e Comércio, Trans Sistemas de Transporte S/A, Isolux Projetos e Instalações, Corsán-Corviam Construccion S/A, Isolux Ingeneria S/A, Vossloh España S/A, Vossloh Kiepe, Vetec Engenharia.