terça-feira, 30 de outubro de 2012

Itaipu começa a implantar 1.º VLT elétrico brasileiro

30/10/2012 - Gazeta do Povo

A maior composição pode levar até 208 pessoas e atingir velocidade de 170 km/h.

Modelo de VLT que chegou a Foz: 52 quilômetros de trilhos ligando Itaipu ao Parque Nacional. Foto: Fabiula Wurmeister, da sucursal

Com a chegada do modelo em escala real do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) produzido pela cearense Bom Sinal, engenheiros e técnicos da Itaipu Binacional iniciam nos próximos dias a implementação de um sistema de tração elétrica inédito no mundo.

Dividido em duas fases, o projeto, ainda sem custos estimados, será desenvolvido em parceria com diversas empresas especializadas no setor, como a KWO, que já opera um VLT na Suíça; a Stadler, com experiência de mais de 50 anos no segmento; as alemãs Voith e Siemens; e a canadense Bombardier.

A primeira etapa, com prazo estimado de um ano e meio, tem como objetivo analisar e adaptar o sistema de tração elétrica, incluindo motor e os sistemas de acoplamento, fixação e acionamento.

Uma das preocupações apontadas pelo engenheiro Márcio Massakiti Kubo, da Assessoria de Mobilidade Sustentável de Itaipu, será adequar a tração do veículo ao tipo de aplicação desejada, neste caso, o transporte de passageiros, que difere da utilizada em um caminhão ou em um ônibus, por exemplo.

Na fase seguinte, também com prazo previsto de um ano e meio, a proposta é substituir os cabos de alimentação externos, as chamadas catenárias, por motores elétricos alimentados por baterias de sódio recarregáveis.

Essa tecnologia vem sendo desenvolvida por Itaipu desde 2006. Em seis anos, a equipe instalou e já testa motores elétricos em automóveis de passeio, utilitários, caminhões e ônibus. "Será a primeira vez que teremos um VLT movido a baterias", afirma o coordenador brasileiro do Projeto Veículo Elétrico (VE), Celso Novais.

Movidos a diesel e a biodiesel, os veículos comercializados pela Bom Sinal – empresa que construiu o protótipo que chegou nesta semana à hidrelétrica – oferecem três opções de composição.

A menor delas, com dois vagões, tem 37 metros e capacidade para até 48 passageiros sentados. A maior, com quatro vagões e 74 metros de comprimento, é projetada para transportar até 208 pessoas sentadas.

Na versão original, pode atingir velocidade máxima de 120 km/h. Na elétrica, a velocidade poderá chegar a 170 km/h. "Além do custo menor, outra vantagem é a emissão zero de poluentes", completa Novais.

PAC

Com recursos federais do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobi lidade, a iniciativa vem despertando interesses no país e no exterior. Somente no Brasil, cerca de 700 municípios querem empregar o VLT como alternativa de transporte público, entre eles Foz do Iguaçu, onde os estudos estão em andamento.

Apresentado ao Ministério das Cidades por representantes do Instituto de Trânsito local, o projeto completo prevê a ligação por 52 quilômetros de trilhos de Itaipu até o Parque Nacional do Iguaçu, dois dos principais atrativos turísticos da cidade.

Fonte: A Gazeta do Povo, Por Fabiula Wurmeister



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Novo sistema de transporte em Canoas

26/10/2012 - Jornal do Comércio - RS

A prefeitura de Canoas, o Trensurb e uma empresa privada deverão criar uma Parceria Público-Privada - PPP - para a instituição de um sistema de transporte entre os bairros Guajuviras e Mathias Velho, os mais populosos da cidade, e o metrô, usando veículos leves de transporte (VLT), segundo o primeiro estudo - versão zero -, que acaba de ser entregue pela M.Storti e a Burcheid Engenharia para o prefeito Jairo Jorge.

Agora, as duas empresas começaram o estudo de viabilidade econômico-financeira, a análise do tráfego e a busca dos investidores para o projeto, que oscilará em torno de R$ 420 milhões. O cálculo é de um custo de R$ 60 milhões por quilômetro, e o trajeto a ser coberto pelos VLT é de 7 quilômetros.

De acordo com o consultor Maurênio Storti, o projeto todo terá que estar formatado até agosto de 2013, e se enquadrará no PAC da Mobilidade, lançado pela presidente Dilma Rousseff, e está sendo acompanhado pelo Ministério das Cidades. Só o bairro Guajuviras tem uma população de 70 mil pessoas.



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Itaipu começa estudo para desenvolver o primeiro VLT elétrico do Brasil

30/10/2012 - Assessoria de Imprensa

Será utilizado no trabalho modelo em escala real com quase 10 toneladas. Segunda etapa do estudo prevê desenvolver um VLT sem os cabos externos de alimentação – as chamadas catenárias.

Um modelo em escala real do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), produzido pela empresa cearense Bom Sinal, já está em Foz do Iguaçu para a implementação de um inédito sistema de tração elétrica. O trabalho será desenvolvido pela Itaipu Binacional. A intenção dos engenheiros e técnicos da empresa é desenvolver o primeiro VLT elétrico do Brasil.

Atualmente, os veículos comercializados pela Bom Sinal – a única empresa do segmento do País – são movidos a diesel e biodiesel.

O mock-up, como o protótipo também é chamado, chegou ao Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Montagem de Veículos Movidos a Eletricidade (CPDM-VE), o Galpão G5 da usina de Itaipu, no sábado (27), após uma viagem rodoviária de duas semanas. Foram mais de 3 mil quilômetros, partindo de Barbalha, sede da empresa no Ceará, até o Oeste paranaense.
Por causa das dimensões do veículo, a viagem foi feita em carreta rebaixada, adaptada para o transporte, e velocidade reduzida. O mock-up pesa de 8 a 10 toneladas e tem 11 metros de comprimento, 4 de altura e 3 de largura.

O engenheiro Celso Novais, coordenador brasileiro do Projeto Veículo Elétrico (VE), explicou que a primeira fase do projeto será promover um estudo de acomodação do sistema de tração elétrica no protótipo. "Ou seja, será transformar esse VLT, que é a diesel, numa versão puramente elétrica", adiantou. Essa fase deve durar um ano e meio.

A segunda fase do estudo, que deverá levar mais um ano e meio para conclusão, será para desenvolver uma versão elétrica do VLT sem as catenárias – como são chamados os cabos de alimentação externos, instalados sobre os trens, muito comuns nas versões europeias.

"A remoção das catenárias vai representar uma grande evolução. Queremos usar um sistema com baterias de sódio, que provavelmente terá ou uma carga rápida, ou um sistema sem fio de recarga, ou um sistema de recarga nas paradas. Todas as possibilidades serão estudadas", antecipou.

Outra vantagem do trem sem catenárias, segundo Novais, está no preço final do produto. A supressão dos cabos de alimentação poderá reduzir para um terço o valor gasto na instalação de um projeto de VLT numa cidade.

Primeiros passos
O engenheiro Márcio Massakiti Kubo, da Assessoria de Mobilidade Sustentável (AM.GB), disse que a vinda do mock-up a Foz do Iguaçu vai permitir o início da chamada análise de interferência mecânica do projeto. Será verificado o espaço disponível para a instalação da tração elétrica, incluindo motor, sistema de acoplamento, caixa de redução, sistemas de fixação, além da parte de eletrônica de potência, responsável pelo acionamento do motor.

Outra preocupação, segundo o engenheiro, será especificar as características técnicas do sistema de tração que melhor se adaptam ao tipo de aplicação desejada – ou seja, o transporte público de passageiros.

"O regime de trabalho requerido para esse tipo de aplicação, que envolve aceleração, torque e velocidade, é diferente de um caminhão ou um ônibus", observou. "Por isso, teremos que determinar exatamente as características técnicas de cada componente", completou.

De acordo com Celso Novais, será necessário instalar um pequeno trecho de trilhos dentro de Itaipu, para os testes iniciais. Ainda segundo ele, a versão elétrica do VLT poderá alcançar velocidade de até 170 km/h, ante os 120 km/h atuais da versão a diesel.

Com essas características, o veículo terá potencial para ser utilizado não apenas no transporte urbano de passageiros, mas também em trechos intermunicipais. A capacidade mínima de cada composição, com dois vagões, é de até 96 passageiros. Mas o sistema poderá ser configurado para carregar até quatro vagões – sendo dois módulos intermediários.

Parcerias

Paralelamente ao desenvolvimento do VLT elétrico, o Projeto VE vai intensificar o contato com empresas com know-how reconhecido no setor e que poderão dar suporte técnico ao trabalho. Além da atual parceria KWO, que opera um VLT na Suíça, poderão ser incorporadas ao projeto as empresas Stadler, da Suíça, que há mais de 50 anos atua no segmento; a Voith e a Siemens, da Alemanha; e o braço europeu da canadense Bombardier.

Os primeiros contatos com as empresas já foram feitos no final de agosto, durante viagem de integrantes do Projeto VE à Europa.

Família VE
Com o VLT, a família de protótipos do Projeto VE ganha um novo integrante. Itaipu e parceiros do projeto já desenvolveram modelos elétricos do Palio Weekend, do utilitário Marruá, além de um caminhão, um ônibus puramente elétricos e um ônibus híbrido a etanol.





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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Protótipo do VLT já está em Foz do Iguaçu

29/10/2012 - Divisão de imprensa Itaipu

Veículo chegou no sábado (27) do Nordeste e foi direto ao Centro de Pesquisa de Itaipu, para testes de eletrificação

O modelo em escala real do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), da empresa cearense Bom Sinal, já está no Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Montagem de Veículos Movidos a Eletricidade (CPDM-VE), o Galpão G5 de Itaipu, para os primeiros estudos de eletrificação.

O mock-up, como o protótipo é chamado, chegou à cidade no sábado (27), após uma viagem de duas semanas. A distância percorrida foi de mais de 3 mil quilômetros. O veículo pesa de 8 a 10 toneladas e tem 11 metros de comprimento, 4 de altura e 3 de largura

domingo, 28 de outubro de 2012

Governador de SC conhece proposta para criação de metrô de superfície em Florianópolis

24/10/2012 - ND Online, Everton Palaoro

Trilhos do metrô de superfície seriam construídos no vão entre as pontes Colombo Salles e Pedro Ivo.

Empresa portuguesa Logistel apresentou o 13º projeto para a quarta ligação entre a Ilha e o Continente

O governador Raimundo Colombo conheceu na terça-feira o 13º projeto para a quarta ligação Ilha-Continente. A proposta da empresa portuguesa Logistel foi resultado de um estudo sobre mobilidade urbana na Capital. O modelo entregue ontem ao governo propõe a criação de um metrô ligeiro de superfície, que ligará a Ceasa (Central de Abastecimento de Santa Catarina), em São José, ao Ticen (Terminal Integrado Centro), em Florianópolis.

Na primeira etapa, a intenção é construir os dez km de linha nas margens da BR-282, a Via Expressa. Entretanto, no total, o projeto contemplará 37 km, alcançando a região do bairro Trindade e Sul da Ilha, chegando ao aeroporto Hercílio Luz. Se escolhido, será feito em PPP (Parceria Público-Privada). A intenção do governo é não cobrar a mais do que a tarifa de ônibus atual pelo novo serviço.

A empresa propôs que a travessia Ilha-Continente seja feita de três formas: entre os vãos, acima deles ou uma das pistas das pontes Colombo Salles e Pedro Ivo. O custo só dessa etapa está avaliado em R$ 1,5 bilhão.

O projeto português chega durante a seleção aberta pelo governo do Estado para escolha do novo modelo de quarta ligação. Apesar disso, o presidente da SC Par, Paulo Cesar Costa, disse que não será analisado separadamente do concurso aberto pelo governo. Há uma previsão de 150 dias, a partir do recebimento das propostas, para a definição do escolhido.

"Eles (Logistel) terão que entrar na PMI [Proposta de Manifestação de Interesse]. A segunda fase começa nos próximos dias e eles podem participar tranquilamente", afirmou. O governo catarinense deve abrir a nova PMI até a semana que vem e, desta vez, serão aceitos apenas projetos para transporte coletivo de massa. Na primeira etapa de PMIs foram aceitos todos os tipos de ligação Ilha-Continente.

Acesse essa notícia direto da fonte.


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VLT e BRT demandarão 135 mil m² em desapropriações

27/10/2012 - O Popular

A implantação dos eixos de trânsito exclusivo do transporte coletivo prevista para os próximos anos demandará 135 mil metros quadrados (m²) em desapropriações. As obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), na Avenida Anhanguera, e Bus Rapid Transit (BRT) - no Corredor Goiás (conhecido como Norte-Sul) - estão previstas para 2013. Em ambas serão necessárias desapropriação próximo às paradas dos veículos do transporte coletivo.

A assessora de planejamento da Companhia Metropolitana do Transporte Coletivo (CMTC), Ediney Bernardes, afirma que, na maior parte dos corredores, não será necessário alargamento da caixa das vias. O Plano Diretor de 2007 prevê 36 metros entre um lado e outro das avenidas. Um trecho da Avenida Rio Verde, entre Goiânia e Aparecida de Goiânia, será desapropriado para implantação do BRT.

A Prefeitura deve contratar até o final do ano o projeto executivo da obra. Bernardes estima para o segundo semestre de 2013 a abertura de licitação e início da obra. A construção do corredor demandará aproximadamente 40 mil m² em desapropriações e deve durar dois anos. O coordenador do Programa de Transportes da CMTC, Benjamin Kennedy Machado, afirma que as desapropriações serão focadas nos 36 pontos de paradas previstos no trajeto.

A implantação do VLT está sob responsabilidade do Estado, em parceria com a Prefeitura. A obra está prevista para começar em 2013 e deverá provocar a desapropriação de 95 mil m², nos mesmos moldes do BRT.


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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Obra de implantação do VLT, altera rota do transporte coletivo em Várzea Grande

Obra de implantação do 24/10/2012 - Midia News

Moradores do bairro da Manga, em Várzea Grande, estão dependendo dos serviços de transporte alternativo, disponibilizados pelo Consórcio VLT Cuiabá – responsável pelas obras de implantação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) na Grande Cuiabá – para fazerem uso do transporte coletivo.

Thiago Bergamasco/MidiaNews

A medida, tomada pelo consórcio em parceria com a Secopa (Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo), teve início na semana passada, quando, devido às obras da Copa do Mundo de 2014 que acontecem na Avenida da FEB, o transporte coletivo precisou sofrer mudanças em seu itinerário.

Agora, os ônibus passam pelo desvio oficial montado pelo consórcio e aprovado pela Prefeitura de Várzea Grande.

De acordo com o secretário da Copa, Maurício Guimarães, a mudança foi necessária para manter a segurança dos operários que trabalham nas obras e dos motoristas que trafegam pela principal via de ligação entre a Cidade Industrial e a Capital.

"Fizemos a experiência e por uma questão de segurança não foi possível manter os ônibus de transporte coletivo trafegando na FEB. Eles tiveram que ser desviados pela rota oficial aprovada pela Prefeitura", afirmou Guimarães.

Parte da pista que faz o sentido Várzea Grande-Cuiabá teve o acesso bloqueado há 60 dias, mas os ônibus ainda trafegavam por parte da via e os motoristas ainda saiam da rota de desvio oficial montada pelo Consórcio VLT Cuiabá e utilizavam um caminho alternativo, por dentro do bairro da Manga, saindo nas ruas laterais para acessar a Avenida da FEB. Agora, isso não pode mais ser feito, devido ao estágio da obra.

Rota do transporte coletivo

Uma rota circular com transporte alternativo (micro-ônibus) foi criada para atender ao "bolsão de usuários" que ficaram sem atendimento do transporte coletivo no bairro da Manga. Esses micros são responsáveis, agora, por transportar os usuários até a linha do ônibus oficial.

O ponto de referência para quem quiser pegar o micro é o cruzamento das ruas Irmã Elvira e Ari Paes Barreto, com sentido à Rua Izabel Pinto.

No trajeto, o circular passa pelas ruas Ministro Mario Machado, Gonçalo Botelho, Travessa Barnabé e Rua Alves de Oliveira.

Para retorno ao bairro da Manga, o ponto de referência é a Rua Alves de Azevedo, por onde o microônibus passa.

Desvio oficial

O consórcio definiu como rota de desvio que os motoristas sigam pela Avenida 31 de Março até a Rua Isabel Pinto, seguindo nessa via até o encontro com a Avenida Dom Orlando Chaves, no bairro Cristo Rei.

Em seguida, os motoristas deverão acessar o trecho da Avenida Sebastião Oliveira-Doutor Paraná, que dá acesso à Ponte Sérgio Mota.

Quem quiser retornar à Avenida da FEB deverá seguir pela Alameda Júlio Müller, às margens do Rio Cuiabá. Aqueles que quiserem seguir para Cuiabá poderão acessar a Avenida Beira-Rio, pela Ponte Sérgio Motta.


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Consórcio abre 610 vagas para obras do VLT Cuiabá

24/10/2012 - Gazeta Digital

As obras da Copa do Mundo de 2014 que têm transformado Cuiabá e Várzea Grande num gigantesco canteiro de obras demandam de pelo menos mais 610 trabalhadores para contratação imediata com todos os direitos trabalhistas garantidos. As vagas são oferecidas pelo Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande que está cadastrando pedreiro, armador, carpinteiro, eletricista, encanador, soldador, montador, servente, ajudante e encarregado para atuar nas obras civis para implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Trabalhadores interessados nas vagas devem comparecer aos Centros de Referência e Assistência Social (Cras) com documentos pessoais, incluindo carteira de trabalho.

Para agilizar a contratação e priorizar a mão de obra local, o consórcio iniciou nesta quarta-feira (24) em Cuiabá, o cadastramento de trabalhadores, que segue até o dia 1° de novembro em 4 Cras, localizados nos bairros Pedra 90, Nova Esperança, Tijucal e Getúlio Vargas, das 8h às 17h. A ação é executada em parceria com a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa) e Secretaria Municipal de Assistência Social e Consórcio Santa Bárbara e Mendes Junior, responsável pela construção da Arena Pantanal que hoje emprega 740 trabalhadores direta e indiretamente e está ofertando outros 50 postos de trabalho.

Fernando Orsini, gerente de Contrato do Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande afirma que esta é a primeira ação em parceria com a SRTE e a Secopa para contratação de mão de obra, o que tende a se intensificar com o aumento no número das frentes de trabalho. "Até o pico das obras, que será de julho a setembro de 2013, o consórcio deverá contratar 4 mil trabalhadores". Hoje emprega cerca de 100 pessoas diretamente e gera outros 400 postos de trabalho indiretos, considerando apenas as obras civis.

Chico Ferreira

As vagas oferecidas são para pedreiro, armador, carpinteiro, eletricista, encanador, soldador, montador, servente, ajudante e encarregado.

Atualmente, as frentes de trabalho se concentram no Km Zero, em Várzea Grande e no trevo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), mas cm a liberação da Licença de Instalação do VLT outras terão início em trechos por onde passará o novo modal de transporte, que inclui a via permanente da FEB e a trincheira Dom Orlando Chaves (Várzea Grande), e avenidas do CPA, Fernando Corrêa da Costa e 15 de Novembro (Cuiabá).

Superintendente do Trabalho e Emprego em Mato Grosso, Valdiney Arruda, afirma que o projeto de contratação de trabalhadores segue o modelo do governo federal, que tem o objetivo de aproximar as empresas dos trabalhadores desempregados. Afirma ainda que serão oferecidos cursos de qualificação tanto pela superintendência quanto pelas empresas contratantes. "E para aqueles que não forem contratados nesta fase será oferecido curso de qualificação do Programa Nacional de acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec)". (Com Assessoria)

Serviço:
Cras Tijucal Avenida Espigão, s/n°, bairro Tijucal. Telefone (65) 3616-6720
Cras Pedra 90 Avenida Nilton Rabelo Castro s/n°, bairro Pedra 90. Telefone (65) 3617-1954
Cras Nova Esperança Rua J, s/n°, nos fundos da Escola Jesus Criança, bairro Nova Esperança (65) 3313-3107
Cras Getúlio Vargas Rua S, esquina com avenida principal, s/n°, bairro Getúlio Vargas (65) 3313-3144


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VLT de Cuiabá acelera obras

25/10/2012 - Mobilize Brasil, Felipe Castro

Após problemas na Justiça, construtora contrata 600 operários para avançar obras do metro leve. Número deve chegar a 3 mil.

Após enfrentar sucessivos problemas com a Justiça, as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) Cuiabá-Várzea Grande parecem caminhar em ritmo normal.

Nesta quinta-feira (25), o consórcio responsável pelas obras do metrô leve cuiabano (formado pelas empresas CR Almeida, Santa Bárbara, CAF, Magna e Astep) anunciou que estão abertas 610 vagas para contratação imediata, com todos os direitos trabalhistas garantidos.

O grupo de construtoras responsável vai admitir pedreiros, carpinteiros, eletricistas, encanadores, soldadores, montadores, serventes, ajudantes e encarregados para atuarem na implantação do VLT da Copa.

De acordo com o gerente do consórcio, Fernando Orsini, "até o pico das obras, que será de julho a setembro de 2013, o consórcio deverá contratar quatro mil trabalhadores". Hoje, são cerca de cem funcionários no canteiro.

Ainda em estágio incipiente, as intervenções do sistema sobre trilhos se concentram no Km zero, na cidade vizinha de Várzea Grande, e no trevo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). São basicamente viadutos e trincheiras, "obras de arte", no jargão da engenharia.

Gerenciamento
Além disso, a Secretaria da Copa em Mato Grosso, a Secopa, anunciou na edição de hoje (25) do Diário Oficial do Estado que o consórcio Planiserv/Sondotécnica/VLT Cuiabá está apto para ser escolhido como gerenciador das obras do sistema sobre trilhos.

Agora, o grupo de empresas precisa entregar a documentação necessária para ser confirmado como vencedor da licitação, que é feita através do Regime Diferenciado de Contratação (RDC).

Pelas regras do certame, o custo do gerenciamento da obra só é revelado após a divulgação final do vencedor.

A um custo de aproximadamente R$ 1,4 bilhão, o VLT de Cuiabá deverá estar pronto até antes da Copa de 2014.


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Licitação para VLT de Goiânia sai em novembro

26/10/2012 - O Hoje

A implantação do veículo leve sobre trilhos (VLT) no Eixo Anhanguera, em Goiânia, tão comentada desde o início do projeto – no ano passado –, vai começar a partir de janeiro, de acordo com previsão da Secretaria de Estado de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia (SEDRMG). Uma licitação para escolher a empresa que vai operar os trens por um prazo de 35 anos deve ser aberta no próximo mês.

Segundo o secretário Metropolitano, Silvio Silva Sousa, a licitação será internacional. "Já estamos sendo procurados por empresas de várias partes do mundo", comenta. Ontem, foi realizada uma audiência pública no Palácio Pedro Ludovico Teixeira para discutir sobre o VLT. Silvio Silva lembra que, se houver necessidade, alterações ainda podem ser feitas no projeto. Após o início das obras, o prazo de conclusão previsto é de dois anos.

Silvio Silva afirma que essa será a maior obra de transporte e qualificação de via da história de Goiânia. "Esse é um projeto que vai deixar Goiânia tranquila quando o assunto é transporte coletivo pelo menos pelos próximos 35 anos", destaca. Para ele, quando o assunto é VLT, renovação e requalificação são palavras básicas. "Precisamos preparar o eixo para uma demanda que é crescente. O modelo hoje está saturado", completa.

De acordo com o secretario, o Eixo Anhanguera opera hoje em sua capacidade limite e o cenário atual transforma os ônibus em grandes comboios sem velocidade ou pontualidade. Além disso, os veículos são muito poluentes. "Por isso precisamos do VLT, um veículo leve e moderno, que vai solucionar o problema sem agredir a cidade". A demanda atual do Eixo Anhanguera nos dias úteis é de 230.770 passageiros. A expectativa, segundo estudo feito para o projeto, é que esse número aumente em pelo menos mais 100 mil até 2040.

O VLT terá 14 quilômetros de extensão, 12 estações, e vai substituir o atual corredor de ônibus do Eixo Anhanguera. Os mesmos cinco terminais de integração existentes serão mantidos, totalizando 17 pontos de paradas ao longo do Eixo Anhanguera. O destaque do projeto, segundo Silvio Silva, é que ele vai levar em conta calçadas, ciclovias, acessibilidade e demais equipamentos urbanos. Até os semáforos deverão ter um controle inteligente integrado. Esta estratégia, que integra transporte e urbanismo, prevê um novo padrão de compartilhamento dos espaços da cidade com o objetivo de priorizar e integrar transporte público, pedestres e ciclistas.

Projeto prevê frota com trinta trens

De acordo com o secretario Metropolitano, Silvio Silva Sousa, o modelo de transporte coletivo da região metropolitana, com tarifa única (R$2,70), é referência em todo o País. Por isso o VLT será integrado a esse modelo. "Todo o projeto foi concebido pensando nessa manutenção", destaca. O VLT terá uma frota de 30 trens, com dois carros por trem, e a previsão é de que eles rodem a aproximadamente 23 quilômetros por hora.

O modelo a ser implantado em Goiânia já existe em várias cidades da Europa. "Esse é o sistema mais moderno de transporte coletivo em uso no mundo. Consegue o dobro da velocidade média de um ônibus. O VLT é um resgate dos antigos bondes, mas de forma mais confiável e de altíssima tecnologia", explica Silvio Silva.

Segundo o projeto, a implantação de um tratamento urbanístico deve abranger toda a via, de fachada-a-fachada, renovando e qualificando os espaços públicos, com novo piso, mobiliário, iluminação, pavimento da via, sinalização de tráfego e paisagismo. O VLT também não polui, já que é elétrico. "Esse projeto vai colocar Goiânia entre as cidades mais modernas do mundo", diz o secretário.

Execução por partes

A execução do projeto deve ser feita em parceria entre o governo federal, o governo do Estado, a prefeitura e a empresa vencedora do processo licitatório. A obra deve ser realizada por módulos, desviando o tráfego para ruas próximas. "Interdita uma parte, depois de pronta, libera e interdita outra. Mas ainda estamos estudando como isso vai ser feito exatamente. O ponto positivo é que essa é uma obra relativamente rápida", detalha o secretário metropolitano. De acordo com o projeto, o acesso às plataformas continuará sendo por catracas com leitor de cartão/bilhete do SITPASS.


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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Audiência Pública do VLT - Eixo Anhanguera será realizada dia 25

19/10/2012 - Secretaria de Estado de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia

O secretário Silvio Sousa, através da Portaria nº 025, de 3 de outubro de 2012, determinou o início do procedimento de Consulta Pública das minutas de Edital de Licitação e Contrato de Concessão para a outorga de concessão patrocinada (Parceria Público-Privada - PPP) destinada à concepção, implantação, operação e manutenção de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) no Eixo Anhanguera, em Goiânia.

Audiência Pública foi marcada para o dia 25 de outubro de 2012, às 08:30h, com duração prevista de 2 horas, a realizar-se no Auditório Mauro Borges Teixeira, localizado na Rua 82, nº 400, Setor Sul, no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia/GO.

Maiores informações poderão ser encontradas neste site, através do Projeto do VLT.

Fonte: Secretaria de Estado de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia


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VLT de Goiânia será a primeira PPP com aporte do governo

19/10/2012 - Secretaria de Estado de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia

A construção do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Goiânia deve ser a primeira Parceria Público-Privada (PPP) com aporte público na fase inicial das obras. O modelo inédito será adotado após a Medida Provisória (MP) nº 575, de 7 de agosto, que flexibilizou a Lei 11079/2004, permitindo aporte público no início das obras. O projeto com custo de R$ 1,3 bilhão terá aporte de R$ 805 milhões do governo de Goiás.

Antes da MP 575 os Estados somente poderiam injetar recursos em PPPs por meio de contraprestação, que estavam sujeitas à tributação federal de PIS/Cofins, Imposto de Renda e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL). A alta tributação, nesses casos, inviabilizava os aportes. "Esses tributos tornavam a contraprestação em termos orçamentários menos eficiente para o Estado", informa justificativa do projeto do VLT de Goiânia. A partir da implementação da MP os tributos que incidem sobre os aportes do governo são distribuídos ao longo da concessão, e não mais de uma só vez no período do investimento.

O VLT de Goiânia terá 14 quilômetros de extensão, 12 estações e vai substituir o atual corredor de ônibus do Eixo-Anhanguera, que corta a capital goiana no sentido leste-oeste. Atualmente 240 mil passageiros utilizam o corredor de ônibus diariamente. "A demanda já superou a capacidade que os ônibus podem atender e tornou-se necessária a adoção de transporte de média capacidade", diz o superintendente de mobilidade da Secretaria de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia, Julio César Costa.

Os estudos do projeto foram concluídos e a audiência pública foi marcada para 25 de outubro. A previsão é que as obras comecem em abril de 2013 e terminem em dois anos. Goiânia possui 1,3 milhão de habitantes, mas o transporte coletivo da cidade se integra a outros 18 munícipios da região metropolitana, que somam 2,1 milhões de pessoas. O VLT terá integração tarifária ao sistema de ônibus, que hoje custa R$ 2,70. "Isso exige tarifa patrocinada pelo governo, já que o transporte sobre trilhos é mais caro", lembra Costa.

Segundo ele, antes da MP 575 o governo estudava executar o VLT com recursos próprios. "Isso traria custos muito elevados para a obra. O compartilhamento com a iniciativa privada barateia e dá agilidade ao projeto." O contrato para construção e administração dessa que será a primeira PPP de Goiás será de 35 anos. Dos R$ 805 milhões de aporte do Estado para o projeto, R$ 390 milhões são provenientes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); R$ 215 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) mobilidade urbana e R$ 200 milhões de fundo especial para o projeto.

Para Bruno Pereira, coordenador do PPP Brasil, portal que reúne informações sobre o tema, o aporte de recursos em obras de mobilidade urbana também tende a ser utilizado na construção do metrô de Curitiba e na Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo. "A MP incentivou o aporte dos Estados, dando desconto no tratamento tributário, que agora é distribuído ao longo do investimento e não mais no início", diz.


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VLT de Goiânia será a primeira PPP com aporte do governo

19/10/2012 - Secretaria de Estado de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia

A construção do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Goiânia deve ser a primeira Parceria Público-Privada (PPP) com aporte público na fase inicial das obras. O modelo inédito será adotado após a Medida Provisória (MP) nº 575, de 7 de agosto, que flexibilizou a Lei 11079/2004, permitindo aporte público no início das obras. O projeto com custo de R$ 1,3 bilhão terá aporte de R$ 805 milhões do governo de Goiás.

Antes da MP 575 os Estados somente poderiam injetar recursos em PPPs por meio de contraprestação, que estavam sujeitas à tributação federal de PIS/Cofins, Imposto de Renda e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL). A alta tributação, nesses casos, inviabilizava os aportes. "Esses tributos tornavam a contraprestação em termos orçamentários menos eficiente para o Estado", informa justificativa do projeto do VLT de Goiânia. A partir da implementação da MP os tributos que incidem sobre os aportes do governo são distribuídos ao longo da concessão, e não mais de uma só vez no período do investimento.

O VLT de Goiânia terá 14 quilômetros de extensão, 12 estações e vai substituir o atual corredor de ônibus do Eixo-Anhanguera, que corta a capital goiana no sentido leste-oeste. Atualmente 240 mil passageiros utilizam o corredor de ônibus diariamente. "A demanda já superou a capacidade que os ônibus podem atender e tornou-se necessária a adoção de transporte de média capacidade", diz o superintendente de mobilidade da Secretaria de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia, Julio César Costa.

Os estudos do projeto foram concluídos e a audiência pública foi marcada para 25 de outubro. A previsão é que as obras comecem em abril de 2013 e terminem em dois anos. Goiânia possui 1,3 milhão de habitantes, mas o transporte coletivo da cidade se integra a outros 18 munícipios da região metropolitana, que somam 2,1 milhões de pessoas. O VLT terá integração tarifária ao sistema de ônibus, que hoje custa R$ 2,70. "Isso exige tarifa patrocinada pelo governo, já que o transporte sobre trilhos é mais caro", lembra Costa.

Segundo ele, antes da MP 575 o governo estudava executar o VLT com recursos próprios. "Isso traria custos muito elevados para a obra. O compartilhamento com a iniciativa privada barateia e dá agilidade ao projeto." O contrato para construção e administração dessa que será a primeira PPP de Goiás será de 35 anos. Dos R$ 805 milhões de aporte do Estado para o projeto, R$ 390 milhões são provenientes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); R$ 215 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) mobilidade urbana e R$ 200 milhões de fundo especial para o projeto.

Para Bruno Pereira, coordenador do PPP Brasil, portal que reúne informações sobre o tema, o aporte de recursos em obras de mobilidade urbana também tende a ser utilizado na construção do metrô de Curitiba e na Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo. "A MP incentivou o aporte dos Estados, dando desconto no tratamento tributário, que agora é distribuído ao longo do investimento e não mais no início", diz.


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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

VLT Trem

18/10/2012 - Diário de Cuiabá

O trem da Ferronorte e o trem urbano VLT são, de longe, as duas maiores obras da História de Mato Grosso, estratégicas para os próximos 50 anos. O seu megatamanho se deve tanto à sua importância quanto ao volume de recursos públicos necessários, profundamente impactantes na vida de todos nós, mato-grossenses, sobretudo nós, cuiabanos. São cifras que chegam à casa dos bilhões. Muitos bilhões!

VLTrem é um neologismo para mostrar a importância e a inter-relação do TREM com o VLT!!! A paixão que nos move em direção a estes assuntos deve ter em contrapartida uma dose triplicada de responsabilidade.

Gastos bilionários serão necessariamente feitos nesses dois projetos e nas obras da Copa 2014. Décadas de orçamentos federal, estadual e municipal estão comprometidos. De onde sairão os recursos para arcar com investimentos de tal envergadura? E como fazer isso sem comprometer outras áreas fundamentais, como educação, saúde, saneamento, meio ambiente, cultura, energia, estradas, segurança e incentivos econômicos?

Ora!, o VLT, que sem dúvida alguma mudará o perfil de mobilidade na região metropolitana Cuiabá-Várzea Grande, demandará custos bilionários em seu financiamento, manutenção e subsídios das passagens. O sistema deverá ainda ser integrado aos ônibus convencionais, micro-ônibus e talvez a um ou mais BRTs regionais. Também terão de ser inclusas as gratuidades, necessariamente diluídas nas planilhas de custo. Não é razoável acreditar no número colocado por técnicos a serviço do governo, que falam em custos da passagem do VLT em R$ 1,70. Absurdo! O custo será muito maior.

O trem da Ferronorte chegando a Cuiabá, projeto histórico da República Federativa do Brasil, reafirmado por Lula em seu primeiro governo e confirmado por Dilma quando ainda ministra, redimensionará a economia mato-grossense e também a cuiabana, confirmando nossa tendência presente de recordes de crescimento, reforçando-a para o futuro. Serão bilhões poupados em custos de transportes, que em grande parte poderão ser usados também para pagar os investimentos do legado da Copa 2014, entre outros.

Portanto, o trem da Ferronorte é necessário para custear o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Não é preciso ser economista para concluir que todos os custos do VLT e da Copa 2014 terão de ser honrados pelo dinheiro do contribuinte, sendo necessárias ?fontes de recursos? volumosas e duradouras.

Está na imprensa que o trem da Ferronorte não chegará a Cuiabá. O recém lançado Programa de Investimentos em Logística do Governo Dilma, que prevê investimentos em ferrovias no valor de R$ 56 bilhões em cinco anos e de mais R$ 35 bilhões em 25 anos (totalizando R$ 91 bi em 30 anos), simplesmente exclui o trecho Rondonópolis-Cuiabá, e cria uma nova ferrovia, a Fico (Ferrovia do Centro-oeste), partindo de Lucas do Rio Verde rumo a Goiás, chegando aos portos do Sudeste.

Porém, o mais grave, e é só observar no mapa os novos traçados propostos, é que do ponto de vista geopolítico o que se enxerga é uma clara divisão econômica de Mato Grosso, excluindo dos trilhos do desenvolvimento a maior parte das nossas mais antigas cidades e mais da metade da nossa gente. Ora, aqui não cabe ingenuidade: uma divisão ?econômica? do Estado implicará numa fase seguinte à automática divisão territorial, o que somos terminantemente contra. Não esqueçamos que o vírus da divisão do Estado ainda está presente nas conversas de parcela da classe política, sempre ávida por novos cargos e estruturas públicas de poder.

Uma divisão de Mato Grosso, com uma exclusão ferroviária de Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres e muitas outras cidades históricas significa, na prática, que a região mais populosa será excluída do novo ou ?novos modelos? de desenvolvimento do Estado e do Brasil. O Nortão ficará com a ?economia competitiva?, com a maior e melhor parte dos investimentos no transporte. Nós ficaremos com a economia empobrecida, com a logística do século passado, com as bilionárias dívidas da Copa do Pantanal de 2014 e todas as outras contraídas pelo velho Estado. Para refrescar a memória, vale lembrar da divisão do Estado na década de 70 e dos acordos não-cumpridos pela União, como o ?falecido? Programa de Desenvolvimento de Mato Grosso (Promat).

Sou cuiabana de coração... Tenho filhos e netos cuiabanos. Aqui descansam em paz meus queridos pais. Amo Cuiabá e quero o Trem aqui, em Cuiabá. Vamos à Luta!!

*SERYS MARLY SLHESSARENKO foi deputada estadual e senadora da República por Mato Grosso pelo PT


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terça-feira, 16 de outubro de 2012

VLT Goiânia será a 1ª PPP com aporte do governo no início

15/10/2012 - Valor Econômico

A construção do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Goiânia deve ser a primeira Parceria Público-Privada (PPP) com aporte público na fase inicial das obras. O modelo inédito será adotado após a Medida Provisória (MP) nº 575, de 7 de agosto, que flexibilizou a Lei 11079/2004, permitindo aporte público no início das obras. O projeto com custo de R$ 1,3 bilhão terá aporte de R$ 805 milhões do governo de Goiás.

Antes da MP 575 os Estados somente poderiam injetar recursos em PPPs por meio de contraprestação, que estavam sujeitas à tributação federal de PIS/Cofins, Imposto de Renda e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL). A alta tributação, nesses casos, inviabilizava os aportes. "Esses tributos tornavam a contraprestação em termos orçamentários menos eficiente para o Estado", informa justificativa do projeto do VLT de Goiânia. A partir da implementação da MP os tributos que incidem sobre os aportes do governo são distribuídos ao longo da concessão, e não mais de uma só vez no período do investimento.

O VLT de Goiânia terá 14 quilômetros de extensão, 12 estações e vai substituir o atual corredor de ônibus do Eixo-Anhanguera, que corta a capital goiana no sentido leste-oeste. Atualmente 240 mil passageiros utilizam o corredor de ônibus diariamente. "A demanda já superou a capacidade que os ônibus podem atender e tornou-se necessária a adoção de transporte de média capacidade", diz o superintendente de mobilidade da Secretaria de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia, Julio César Costa.

Os estudos do projeto foram concluídos e a audiência pública foi marcada para 25 de outubro. A previsão é que as obras comecem em abril de 2013 e terminem em dois anos. Goiânia possui 1,3 milhão de habitantes, mas o transporte coletivo da cidade se integra a outros 18 munícipios da região metropolitana, que somam 2,1 milhões de pessoas. O VLT terá integração tarifária ao sistema de ônibus, que hoje custa R$ 2,70. "Isso exige tarifa patrocinada pelo governo, já que o transporte sobre trilhos é mais caro", lembra Costa.

Segundo ele, antes da MP 575 o governo estudava executar o VLT com recursos próprios. "Isso traria custos muito elevados para a obra. O compartilhamento com a iniciativa privada barateia e dá agilidade ao projeto." O contrato para construção e administração dessa que será a primeira PPP de Goiás será de 35 anos. Dos R$ 805 milhões de aporte do Estado para o projeto, R$ 390 milhões são provenientes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); R$ 215 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) mobilidade urbana e R$ 200 milhões de fundo especial para o projeto.

Para Bruno Pereira, coordenador do PPP Brasil, portal que reúne informações sobre o tema, o aporte de recursos em obras de mobilidade urbana também tende a ser utilizado na construção do metrô de Curitiba e na Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo. "A MP incentivou o aporte dos Estados, dando desconto no tratamento tributário, que agora é distribuído ao longo do investimento e não mais no início", diz.


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MPF ajuiza novo recurso contra VLT por danos irreparáveis

13/10/2012 - Olhar Direto

De acordo com informações do MPF, o processo pode ser julgado na próxima sessão do tribunal, dia 18 de outubro.

O Ministério Público Federal ajuizou recurso junto ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em Brasília na segunda-feira para paralisar obras do Veículo Leve sobre Trilho (VLT) de Cuiabá e Várzea Grande. De acordo com informações do MPF, o processo pode ser julgado na próxima sessão do tribunal, dia 18 de outubro.

No recurso, o procurador da República Carlos Frederico Santos, sustenta que a implantação do VLT prejudicará a ordem e economia pública estadual. ". "Além do comprovado custo absurdamente elevado do VLT, há evidências de possibilidade real do seu não aproveitamento para a Copa de 2014, visto que sua conclusão ocorrerá após o evento. É certo que uma obra deste porte causará danos irreparáveis à economia do Estado", argumenta.

O andamento da obra tem sido disputado na justiça há cerca de dois meses, com questionamento sobre se é o modal correto e o impacto nas contas públicas. O empreendimento foi licitado no meio do ano pelo governo estadual e está orçado em 1,477 bilhão. O modal será base para melhoria do trânsito para a Copa do Mundo de 2014, do qual Cuiabá é uma das 12 cidades-sede.

O procurador ingressou também com mandado de segurança contra a decisão do presidente do TRF1, alegando que o caso não pode ser objeto de pedido de suspensão de liminar, diante da inexistência de lesão à ordem e economia públicas. Segundo Carlos Frederico Santos, a questão só poderia ser impugnada por agravo de instrumento, cuja decisão compete a uma das Turmas do Tribunal.

Para o representante do MPF, uma solução plausível seria a substituição do veículo leve sobre trilhos por outro, como o BRT (Bus Rapid Transport), que possui o custo de investimento aproximadamente cinco vezes menor em relação ao VLT.

Uma ação civil pública foi proposta pelo MPE/MT e pelo MPF/MT pedindo a suspensão das obras em razão de diversas irregularidades, entre elas, o prejuízo aos cofres públicos em quantia que pode ser superior a R$ 1 bilhão de reais.

Nota técnica
Após o Estado de Mato Grosso enviar à Controladoria Geral da União uma proposta para substituir o BRT pelo VLT na cidade de Cuiabá, a GCU elaborou uma nota técnica que concluiu haver irregularidades na proposta. Segundo a nota, o estudo de viabilidade técnica encaminhado pelo estado ao órgão foi feito com base em informações superficiais e imprecisas.

O documento emitido pela CGU também alerta para o fato de que o cronograma previsto para a implantação e o início de operação do VLT já se encontra inviabilizado, sendo impossível a sua conclusão até Copa do Mundo FIFA 2014. Em relação aos custos da obra, o analista responsável aponta que o custo de implementação do VLT na capital do Estado do Mato Grosso deve superar os R$ 930 milhões estimados no Plano de Mobilidade, podendo inclusive, ultrapassar R$ 1,5 bilhão. (Com informações da Assessoria do MPF)

Fonte: Olhar Direto


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TRF julga na quinta recurso que pode paralisar obra do VLT de Cuiabá pela 3ª vez

16/10/2012 - Mídia News, Lislaine dos Anjos

Caso a Corte Especial do TRF-1 acate o recurso, obra será paralisada em Cuiabá e VG

Está previsto para ser julgado, na próxima quinta-feira (18), o recurso impetrado pela Procuradoria Regional da República – órgão de segunda instância do MPF (Ministério Público Federal) – e que tem por objetivo suspender, pela terceira vez, as obras de implantação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) na Grande Cuiabá.

O novo recurso foi protocolado na quinta-feira (11), no TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), e será julgado durante a sessão da Corte Especial do Tribunal.

O procurador Carlos Frederico Santos, autor do recurso, ingressou ainda com um mandado de segurança contra a decisão do presidente do TRF1, desembargador federal Mário César Ribeiro, que liberou as obras.

Santos alegou, no mandado, que o caso não pode ser objeto de pedido de suspensão de liminar, podendo apenas ser impugnado por agravo de instrumento, que é de competência de uma das turmas do TRF1.

Justificativa

De acordo com Santos, não é a liminar que ordenou a paralisação das obras que causa prejuízos à ordem e à economia públicas, e sim a implantação do VLT em Cuiabá e Várzea Grande.
Ele alegou, ainda, que a obra não ficará pronta a tempo de ser utilizada durante a realização do Mundial de 2014.

"Além do comprovado custo absurdamente elevado do VLT, há evidências de possibilidade real do seu não aproveitamento para a Copa de 2014, visto que sua conclusão ocorrerá após o evento. É certo que uma obra deste porte causará danos irreparáveis à economia do Estado", alegou o procurador, em sua justificativa.

Para Santos, o Governo do Estado poderia por um fim à discussão caso adotasse outro meio de transporte para o Mundial, como o BRT (Bus Rapid Transit) que, de acordo com o procurador, "possui custo de investimento aproximadamente cinco vezes menos em relação ao VLT".

Polêmica

Escolhido pelo Estado como o novo modal de transporte público a ser implantado visando à Copa do Mundo de 2014, o VLT se tornou objeto de ação na Justiça em agosto deste ano, após membros dos ministérios públicos Federal e Estadual ingressarem com uma ação civil pública pedindo a suspensão das obras.

Na ação, os autores questionavam, entre outras coisas, o valor da obra, orçada em R$ 1,477 bilhão, o impacto que a obra causaria no orçamento do Estado – que supostamente teria que retirar verbas destinadas à setores essenciais como educação e saúde –, bem como irregularidades na licitação da obra, feita pelo modelo RDC (Regime Diferenciado de Contratação).

Na ocasião, o juiz federal Marllon de Souza, em substituição na 1ª Vara Federal, concedeu uma liminar ordenando a paralisação das obras, com multa diária de R$ 30 mil caso a decisão não fosse respeitada.

Em seguida, o magistrado saiu de férias e a ação ficou nas mãos do juiz federal Julier Sebastião da Silva, responsável por apreciar o recurso impetrado pelo Governo do Estado, por meio da PGE (Procuradoria Geral do Estado).

Após realização de audiência entre as partes, o juiz decidiu por liberar a implantação do VLT na Grande Cuiabá, por entender que não havia provas de que a obra causaria prejuízos à sociedade.
O juiz Marllon de Souza, que é o titular da ação no Estado, retornou das férias e voltou a suspender o empreendimento, fazendo com que a PGE voltasse a recorrer da liminar, dessa vez junto ao TRF-1.

No recurso, o Estado alegou que a paralisação das obras poderia prejudicar a Copa do Mundo na Capital, uma vez que o modal consta na Matriz de Responsabilidade assinado entre o Estado, a União e a FIFA (Federação Internacional de Futebol).

Ao analisar o pedido, o presidente do Tribunal suspendeu a liminar, o que resultou na retomada das obras. Em sua decisão, o magistrado alegou demora do MPE e do MPF em questionar a licitação da obra e argumentou que não há elementos suficientes para justificar a suspensão das obras.

O desembargador Mário César Ribeiro afirmou ainda que a paralisação das obras poderia ser prejudicial à economia pública e à ordem pública, bem como à sociedade, que ficaria sem uma opção de transporte público moderno.

"De fato, discutir, agora, a viabilidade do empreendimento, seja do ponto de vista dos custos operacionais, seja do ponto de vista financeiro, ou se é possível concluir a obra até a Copa do Mundo de Futebol em junho de 2014, quando elas já estão em pleno andamento, não me parece oportuno", afirmou Ribeiro.

Outro lado

O Governo do Estado, por meio da Secopa (Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo), afirmou que apenas irá se pronunciar sobre o caso após ter conhecimento oficial do assunto.

Anteriormente, em entrevista ao MidiaNews, o secretário da Copa, Maurício Guimarães, já havia afirmando que o Estado possui segurança jurídica para dar continuidade às obras e que está tranquilo quanto à contratação e administração da obra pelo Consórcio VLT Cuiabá.

Guimarães reforçou, ainda, que a obra será entregue até março de 2014, como prometido pelo Governo do Estado.


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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Itaipu vai receber modelo em escala real de VLT

10/10/2012 - Bem Paraná

O Projeto Veículo Elétrico (VE), desenvolvido por Itaipu Binacional e parceiros, vai receber um modelo em escala real do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), produzido pela empresa cearense Bom Sinal. A intenção será utilizar o protótipo, também chamado de mock-up, para estudos de eletrificação do trem. Atualmente, os VLTs produzidos pela empresa são movidos a diesel e biodiesel.

De acordo com o engenheiro Celso Novais, coordenador brasileiro do Projeto VE, o mock-up irá sair da fábrica instalada em Juazeiro do Norte (CE) nesta semana e a previsão que é chegue a Foz do Iguaçu até o final do mês. Por causa do peso e das dimensões – de 8 a 10 toneladas, 11 metros de comprimento, 4 de altura e 3 de largura – o modelo será transportado em carreta rebaixada e velocidade reduzida.

"A Bom Sinal tem um produto moderno, muito robusto, mas que usa motor a combustão. O que queremos é desenvolver uma versão ambientalmente correta, com tração elétrica, e que atenda ao princípio da mobilidade sustentável", explicou Novais, que no final de setembro participou de uma visita técnica à fábrica da empresa, em Juazeiro do Norte, e à capital, Fortaleza, que já tem um sistema de VLT implantado.



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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

CBTU abre licitações para compra de 20 VLTs e 10 TUEs

10/10/2012 - Revista Ferroviária

A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) publicou nesta terça-feira (09/10) o aviso de duas licitações para a compra de 20 Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs) e de 10 Trens Unidades Elétricos (TUEs) para as cidades de João Pessoa, Natal e Belo Horizonte.

A primeira licitação é para a aquisição de 20 VLTs, sendo 12 destinados à Superintendência de Trens Urbanos de Natal (CBTU Natal) e oito à Superintendência de Trens Urbanos de João Pessoa (CBTU João Pessoa). Os VLTs são compostos por três carros cada, movidos a tração diesel-hidráulica ou diesel-elétrica, em bitola métrica.

A segunda licitação será para a aquisição de dez TUEs, com quatro carros, em bitola larga e corrente de 3.000 VCC, para a Superintendência de Trens Urbanos de Belo Horizonte (CBTU Belo Horizonte).

A verba para a compra desses veículos faz parte do programa de compras governamentais do "PAC Equipamentos", lançado pelo governo federal para estimular a economia. A licitação é do tipo menor preço e será aplicada a margem de preferência para a aquisição de produtos nacionais. Será permitido que empresas estrangeiras participem da licitação, contanto que tenham representação própria no Brasil. Também será permitido o agrupamento em consórcio de no máximo duas empresas.

As propostas deverão ser recebidas e abertas no dia (31/10), na Gerência Geral de Licitações da CBTU, na Praça Procópio Ferreira, no Centro, do Rio de Janeiro.

O edital está disposição dos interessados, gratuitamente, no site www.cbtu.gov.br/licitações/avisos/editais. Para mais informações os telefones da CBTU são (21) 3733-3185/86. As dúvidas também podem ser esclarecidas pelo e-mail: fsilva@cbtu.gov.br.


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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

VLT Cuiabá recebe licença ambiental

03/10/2012 - O Documento

O Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) aprovou por maioria dos votos, em reunião extraordinária nesta quarta-feira (03.10), na Ordem dos Advogados do Brasil seccional Mato Grosso, a emissão da Licença Prévia (LP) para as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). A aprovação ocorreu após avaliação do parecer técnico da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), que apresentou, em três audiências públicas, o Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima) à sociedade.

Conforme o parecer técnico, os levantamentos e análises ambientais desenvolvidas para a implantação do VLT, e apresentados por meio do EIA/Rima, resultou num projeto ambientalmente viável, com um modal que causará impactos mínimos ao meio físico, biótico e socioeconômico, em especial na fase de operação, trazendo uma melhoria significativa na qualidade de vida da população urbana de Cuiabá e Várzea Grande.

O técnico da Suimis, Valmi Simão de Lima, explicou que os maiores impactos no caso do VLT vão ocorrer durante o período de construção e, em razão disso, o parecer técnico aponta medidas que devem ser adotadas para minimizar esses impactos. "Os programas e medidas ambientais propostos vão minimizar os impactos causados pela implantação do empreendimento, por meio da prevenção, mitigação e/ou compensação, de maneira que a médio e longo prazos, os impactos globais sobre os componentes sociais e ambientais poderão ser reduzidos".

Como exemplo, o técnico citou a destinação dos resíduos da construção civil, os ruídos e as desapropriações, além é claro da necessidade de um amplo programa de comunicação social a fim de informar a população todas as questões relativas às obras. No caso dos ruídos e vibrações, por exemplo, haverá um monitoramento "on line", 24 horas por dia em razão das áreas residenciais e de localização de monumentos como a Igreja do Rosário/Capela de São Benedito.

"Nesse caso, se detectado algum problema, todas as medidas serão tomadas no sentido de preservar essas áreas", salientou Lima.

Entre as recomendações elencadas no parecer para o prosseguimento do processo de licenciamento estão a adoção de um amplo programa de educação ambiental e de comunicação social, incremento de programas sociais e estudos relativos ao sistema de integração ônibus-VLT e tarifas. A secretária-adjunta de Qualidade Ambiental, Mauren Lazzaretti, presidiu a reunião extraordinária, e destacou "o extenso trabalho da Sema e da Secopa [Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo Fifa 2014] no sentido de debater junto a sociedade todos os aspectos envolvidos na obra".


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terça-feira, 2 de outubro de 2012

VLT na Anhanguera pode custar R$1,3 bilhão

02/10/2012 - Diário da Manhã

A implantação do sistema de Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) no Eixo Anhanguera, em Goiânia, pode custar até R$1,3 bilhão. Os recursos serão oriundos dos governos Estadual e Federal. Projeto de instalação de grupo gestor das obras tramita na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). A matéria é dividida em dois processos.

O primeiro, nº 3.353/12, estabelece equipe executiva da empreita. Já o segundo, 3.602, permite ao Palácio das Esmeraldas contração de empréstimos para este fim. De acordo com a Alego, a previsão é que o valor financiado alcance R$627 milhões. O crédito poderá ser tomado em instituições financeiras vinculadas à União, Sistema Financeiro Nacional e ao Conselho Monetário Nacional.

Durante o trâmite na Casa, três parlamentares pediram vista do processo 3.353, relatado pelo deputado Doutor Joaquim (PSB). Humberto Aidar (PT), Wagner Siqueira (PMDB) e Francisco Gedda (PTN). Segundo a proposta, o comitê executivo será ligado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento da Região Metropolitana.

Força-tarefa

Na composição da equipe gestora haverá titulares de diferentes pastas do Poder Executivo goiano. Dentre elas, as Secretarias de Gestão e Planejamento; Fazenda; Infraestrutura; Casa Civil e Cidades; Controladoria Geral do Estado; Metrobus Transporte Coletivo S.A; Companhia de Investimentos e Parcerias do Estado de Goiás, além da Secretaria de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia.

PAC da Mobilidade

Encontro ocorrido em agosto último, entre o governador do Estado, Marconi Perillo, e o Ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, serviu para reforçar o interesse de Goiás em recursos de Brasília. Os investimentos, neste caso, provém do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade. Na reunião, Ribeiro disse a Perillo que os processos para liberação dos fundos já aguardavam liberação da Caixa Econômico Federal.

Fonte: Diário da Manhã

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Em Cuiabá, obras do VLT recomeçam e máquinas voltam a funcionar na avenida da FEB

01/10/2012 - 24 Horas News Secopa-MT

A obra faz parte do conjunto de implantação do novo modal de transportes e foi retomada após a suspensão da liminar que havia determinado a paralisação das obras

As máquinas começaram a funcionar logo cedo nesta sexta-feira (28.09) na primeira frente de trabalho de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), localizada na avenida da FEB, em Várzea Grande, para a construção da Trincheira do KM Zero. A obra faz parte do conjunto de implantação do novo modal de transportes e foi retomada após a suspensão da liminar que havia determinado a paralisação das obras.

"Daqui pra frente acreditamos que teremos tranquilidade e segurança jurídica para dar andamento nas obras. Esses acontecimentos provocam instabilidade, mas estamos reforçando a convicção de que vamos concluir e entregar o VLT funcionando no prazo", destacou o secretário Extraordinário da Copa do Mundo Fiifa 2014 (Secopa), Maurício Guimarães.

O secretário acompanhou pela manhã a retomada das obras e funcionamento das máquinas que estão escavando na rotatória do KM Zero para a construção da trincheira.

A trincheira é construída no entroncamento das avenidas 31 de Março/Ulisses Pompeo de Campos com as avenidas João Ponce de Arruda/FEB, na rotatória do KM Zero e terá 384 metros de extensão.

O Consórcio VLT Cuiabá/Várzea Grande trabalha também na preparação para iniciar nos próximos dias a interdição da avenida Fernando Corrêa da Costa. A interdição ocorrerá inicialmente no sentido Centro/Coxipó começando o desvio do trânsito pela rua Garcia Neto e retornando na avenida Fernando Corrêa na altura da rua Luiz Antônio de Figueiredo.

O viaduto da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) possui uma extensão aproximada de 428 metros e é uma das 13 obras de arte que compõem o conjunto de implantação do modal de transportes (VLT). Trata-se de viaduto rodoferroviário a ser construído na avenida Fernando Corrêa da Costa, sobre os entroncamentos das avenidas Brasília, Tancredo Neves e via de acesso ao Campus da Universidade.

A decisão judicial foi anunciada no fim da tarde de quinta-feira (27.09) após recurso proposto pela Procuradoria Geral do Estado de Mato Grosso (PGE/MT).


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Em Cuiabá, obras do VLT recomeçam e máquinas voltam a funcionar na avenida da FEB

01/10/2012 - 24 Horas News Secopa-MT

A obra faz parte do conjunto de implantação do novo modal de transportes e foi retomada após a suspensão da liminar que havia determinado a paralisação das obras

As máquinas começaram a funcionar logo cedo nesta sexta-feira (28.09) na primeira frente de trabalho de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), localizada na avenida da FEB, em Várzea Grande, para a construção da Trincheira do KM Zero. A obra faz parte do conjunto de implantação do novo modal de transportes e foi retomada após a suspensão da liminar que havia determinado a paralisação das obras.

"Daqui pra frente acreditamos que teremos tranquilidade e segurança jurídica para dar andamento nas obras. Esses acontecimentos provocam instabilidade, mas estamos reforçando a convicção de que vamos concluir e entregar o VLT funcionando no prazo", destacou o secretário Extraordinário da Copa do Mundo Fiifa 2014 (Secopa), Maurício Guimarães.

O secretário acompanhou pela manhã a retomada das obras e funcionamento das máquinas que estão escavando na rotatória do KM Zero para a construção da trincheira.

A trincheira é construída no entroncamento das avenidas 31 de Março/Ulisses Pompeo de Campos com as avenidas João Ponce de Arruda/FEB, na rotatória do KM Zero e terá 384 metros de extensão.

O Consórcio VLT Cuiabá/Várzea Grande trabalha também na preparação para iniciar nos próximos dias a interdição da avenida Fernando Corrêa da Costa. A interdição ocorrerá inicialmente no sentido Centro/Coxipó começando o desvio do trânsito pela rua Garcia Neto e retornando na avenida Fernando Corrêa na altura da rua Luiz Antônio de Figueiredo.

O viaduto da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) possui uma extensão aproximada de 428 metros e é uma das 13 obras de arte que compõem o conjunto de implantação do modal de transportes (VLT). Trata-se de viaduto rodoferroviário a ser construído na avenida Fernando Corrêa da Costa, sobre os entroncamentos das avenidas Brasília, Tancredo Neves e via de acesso ao Campus da Universidade.

A decisão judicial foi anunciada no fim da tarde de quinta-feira (27.09) após recurso proposto pela Procuradoria Geral do Estado de Mato Grosso (PGE/MT).


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