sábado, 30 de março de 2013

Via permanente do VLT será implantada em Várzea Grande

28/03/2013 - Acopadopantanal.com.br

O Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande inicia nos próximos dias mais uma nova etapa de obras para implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). A nova frente de serviço será na Avenida João Ponce de Arruda, entre o Aeroporto Marechal Rondon e a Rua São Caetano. Serão executadas atividades para construção da via permanente do VLT.

Na área em frente ao aeroporto será construído um viaduto ferroviário (por onde passará apenas o VLT), além do Terminal de Várzea Grande. Nessa região também começarão as obras do Centro de Manutenção (CM) e do Centro de Controle e Operações (CCO), onde funcionará todo o sistema de inteligência do VLT.

Os serviços serão iniciados com a retirada de interferências e realocação das redes de telecomunicação e água, para posteriormente avançar com as atividades relacionadas à via permanente.

Por conta dessas obras, o trânsito sofrerá adequações. Para quem segue da região do aeroporto para a avenida 31 de Março, a atenção deverá ser redobrada, já que o fluxo de veículos será direcionado para a pista contrária para a implantação das frentes de obras, que se estenderão até a rua São Caetano. Para isso o Consórcio fará toda a sinalização visando garantir a segurança dos condutores e pedestres, além dos trabalhadores.

Desvio

Para que o Consórcio VLT inicie a implantação da via permanente do veículo na Avenida João Ponce de Arruda será necessário o bloqueio da via no entroncamento com as Avenidas Filinto Müller e Presidente Arthur Bernardes (em frente ao aeroporto) até a Rua São Caetano (sentido aeroporto-31 de Março).

Para chegar ao aeroporto, os motoristas que seguem pelas avenidas 31 de Março e FEB terão de usar a avenida Ulisses Pompeu de Campos, retornar na primeira rotatória e acessar a rua São Bernardo, onde entrarão na avenida Couto Magalhães. Em seguida entrarão à esquerda na rua Governador Pedro Pedrossian e seguirão até a avenida Filinto Müller.

Neste local, o condutor poderá entrar à esquerda para ir ao aeroporto ou à direita em direção aos bairros de Várzea Grande. Este também será o trajeto usado pelo transporte coletivo e os pontos de ônibus serão realocados, em parceria com a Superintendência de Trânsito da cidade.

Se o condutor não quiser entrar na primeira rotatória da Ulisses Pompeu de Campos tem ainda a opção de fazer o retorno seguinte (próximo ao Departamento de Água e Esgoto - DAE), e entrar na Rua Mário Motta, em seguida na Av. Couto Magalhães, na Rua Clóvis Hugueney e Av. Filinto Müller.

Também em Várzea Grande está sendo construída a trincheira/viaduto do Zero Km, que terá 384 metros, localizada no entroncamento das Avenidas 31 de Março/Ulisses Pompeu de Campos com as Avedas João Ponce de Arruda/

Governo terá de correr contra o tempo para terminar obras, dentre elas o VLT Anhanguera

24/03/2013 - Tribuna do Planalto

Com dinheiro em caixa, o governo de Marconi Perillo terá agora que acelerar os cronogramas para conseguir terminar pelo menos boa parte das obras previstas até o final de seu mandato. Dos principais projetos, o Rodovida Construção é o que aparenta estar em estágio mais avançado, enquanto o VLT ainda não saiu do papel e só ficará pronto, segundo estimativas, em 2015.

A responsabilidade das obras é da Agência Goiana de Transporte e Obras Públicas (Agetop). Na segunda, 18, a Tribuna entrou em contato com o órgão para obter mais detalhes sobre o cronograma de atividades de cada uma das obras. No entanto, até o fechamento da edição, o órgão não havia enviado os dados solicitados.

No Rodovida Construção, apesar do período chuvoso, o presidente da Agetop, Jayme Rincón, garante em entrevistas que as obras estão dentro do cronograma. As obras dos viadutos da GO-060 e da GO-070 em Goiânia, nas saídas de Trindade e Inhumas, respectivamente, já têm movimentação.

Nos dois casos, já estão sendo providenciadas mudança da rede de energia elétrica, na retirada de arbustos e no desvio de tráfego no local, pela Agência Municipal de Trânsito (AMT). Em seguida, serão iniciadas as obras de edificação, com início da trincheira e, na sequência, a terraplenagem e pavimentação das pistas. A previsão para execução é de oito meses e o custo total das obras de R$ 20 milhões.

Por outro lado, o VLT aparenta ser o projeto com cronograma mais atrasado. Defendido com vigor pelos aliados do governador como uma solução para o trânsito na capital, a obra está orçada em R$ 1,3 bilhão, mas ainda está na fase de licitação e não ficará pronta antes de 2015.

A pressa tem explicação na necessidade do governador em mostrar obras para a sociedade, pensando em um possível cenário de reeleição em 2014. Com dificuldades administrativas e políticas nos dois primeiros anos de governo, Marconi e seus aliados têm total confiança em fazer um bom 2013 para melhorar a imagem.

Além disso, se for mesmo tentar a reeleição, Perillo só poderá inaugurar obras até o fim de junho de 2014, quando serão realizadas as convenções partidárias. A partir do momento que ele for homologado como candidato, o tucano não poderá mais participar das inaugurações.

Além da dificuldade de concluir as obras, o governo é questionado sobre a real necessidade de duas das principais obras: a do VLT em Goiânia e a reconstrução do Estádio Olímpico, que integra o projeto do Centro de Excelência. "O VLT é um desperdício de dinheiro. Tirar o Eixo Anhanguera e colocar o VLT no lugar é trocar seis por meia dúzia", argumenta o deputado oposicionista Francisco Gedda (PTN).

Entre 2008 e 2010, o parlamentar foi presidente da Metrobus, empresa responsável pelo transporte coletivo no Eixo Anhanguera. O projeto do VLT propõe justamente a substituição dos ônibus por veículos sobre trilhos, o que, de acordo com o governo, irá proporcionar maior fluidez e, consequentemente, mais rapidez nas viagens.

Para Gedda, porém, o ga nho não compensa. "É uma obra muito cara e que vai impactar pouca coisa. A solução é o metrô subterrâneo. Se cada governador se comprometesse a fazer quatro quilômetros de metrô, conseguiríamos solucionar o problema do trânsito", garante o deputado.

sábado, 23 de março de 2013

VLT não precisa ficar pronto para a Copa, diz deputado

21/03/2013 - Midia News

Secopa garante que obra ficará pronta daqui um ano, a tempo para a Copa

Por Mary Juruna/MidiaNews

O presidente da Assembleia Legislativa, José Riva (PSD), e o presidente da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Copa do Pantanal, deputado Hermínio J. Barreto (PR), afirmaram na última terça-feira (19) que nem todas as obras precisam ficar prontas antes da realização da Copa de 2014, que começará em junho do ano que vem.

O sistema de transporte coletivo troncal para a mobilidade urbana, o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), é uma delas, segundo os parlamentares.

"Precisamos mudar um pouco o foco do que está aí. O VLT não é para a Copa. O VLT é para Mato Grosso, para Cuiabá, para melhorar a mobilidade. Queremos o VLT pronto para a Copa, mas não podemos focar só no Mundial. E depois? Quer dizer que, se o VLT não ficar pronto até a Copa, não iríamos fazer?", questionou Riva.

"Temos que pensar na mobilidade de Cuiabá. Existe praticamente um consenso entre os deputados de que o VLT tinha que ser feito de uma forma ou de outra, independentemente de ficar pronto para a Copa ou não. E acreditamos que ele ficará pronto, o que é o mais importante", completou.

A declaração foi dada durante entrevista coletiva, no canteiro de obras da Arena Pantanal, no bairro Verdão, após a comissão vistoriar algumas das obras que estão em andamento em Cuiabá.

Nos últimos dias, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) vem apontando atrasos no andamento da maioria das obras.

Apesar disso, os parlamentares se mostraram otimistas com o cenário encontrado. Predominou o discurso de que é preciso "torcer a favor da Copa", e não "torcer contra", e acabar com o "pessimismo".

Prioridades

Para o presidente da comissão de fiscalização, J. Barreto, é preciso priorizar as obras que são mais importantes para que a Copa possa acontecer em Cuiabá e Várzea Grande – entre os quais o VLT não se inclui, a não ser no trecho entre o Aeroporto Marechal Rondon e a entrada de Cuiabá.

O deputado citou como essenciais para a Copa o aeroporto, os dois centros oficiais de treinamento, o Fanpark, a Arena Pantanal e a mobilidade urbana na região da Avenida da FEB, em Várzea Grande, e da Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá.

"O estádio é o mais importante, e essas outras obras também são essenciais. Se a Secopa souber priorizar, vai dar tempo de ficar tudo pronto. Temos que focar para que, até março ou abril do ano que vem, essas obras estejam prontas", disse.

O republicano observou, porém, que ainda é preciso acelerar o ritmo dos trabalhos para que essa previsão se concretize. "É claro que tem que acelerar. E tenho certeza que, ao final das chuvas, as obras vão acelerar. Mas elas estão seguindo conforme estávamos imaginando", disse.

O secretário extraordinário da Copa, Maurício Guimarães, endossou a promessa de maior agilidade.

"Passando esse período chuvoso, tenho certeza absoluta que os cronogramas serão cumpridos. Se não concluirmos tudo este ano, teremos pelos menos 90% das obras prontas. Vai ficar para o ano que vem o que está contratualmente previsto, que é o VLT", completou.

Matriz de responsabilidade

O VLT foi incluído na matriz de responsabilidade que o Governo do Estado firmou com o Governo Federal e a Fifa, como a solução de mobilidade urbana para Cuiabá e Várzea Grande na Copa 2014.

Por conta disso, o modal teve acesso a facilidades como a licitação por meio do Regime Diferenciado de Contratação (RDC).

O Ministério Público Estadual (MPE) chegou a acionar o Governo, questionando a adoção do RDC, sob o argumento de que a obra não ficaria pronta para a Copa 2014.

Maurício Guimarães, negou que haja chances de o VLT não ficar pronto antes da Copa.

"Eu garanto que o contrato será cumprido. Estamos cobrando e acompanhando diariamente a execução do cronograma, e ele está sendo cumprido até agora. Portanto, nos leva à certeza de que será cumprido e entregue no prazo, que é março de 2014", disse o secretário.

Fonte: MidiaNews

sexta-feira, 22 de março de 2013

VLT de Cuiabá é necessário para a mobilidade urbana

22/03/2013 - Gazeta Digital

A implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) é necessária para a mobilidade urbana de Cuiabá e Várzea Grande. A análise é do presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva (PSD), que reafirmou durante a sessão noturna desta quarta-feira (21), a importância da obra para o Estado.


Riva conversou com técnicos responsáveis pela construção do VLT nesta semana, e estes afirmaram que a obra será entregue em 30 de março de 2014. "Temos que acreditar nesse cronograma, principalmente em função de termos visto que as obras para a implantação do modelo de transporte têm avançado", avaliou.

O presidente da Assembleia Legislativa concordou com o deputado Adalto de Freitas (PMDB) sobre a importância do VLT para Mato Grosso. "Concordo com o deputado Daltinho [Adalto de Freitas], talvez o VLT seja mais importante que o próprio estádio [Arena Pantanal] para o Estado, pois o VLT é uma obra necessária para a mobilidade dessas cidades, não dá mais para suportar o trânsito caótico e tínhamos a consciência que para Cuiabá e Várzea Grande, não havia como implantar o Bus Rapid Transit (BRT). Ficando pronto em março, o VLT será utilizado durante 30 dias para a Copa do Mundo e ficará como legado para os mato-grossenses por 30, 40 anos, podendo usar um meio de transporte ágil e moderno".

Durante discurso em plenário, Riva lembrou sobre a visita dos deputados estaduais na última terça-feira (19), nas principais obras que estão em andamento na capital, como trincheiras, Arena Pantanal e na implantação do VLT.

"Alguns tentaram dar caráter político à visita, mas isso não existe. A Assembleia Legislativa tem a obrigação de acompanhar as obras, e a comissão de Acompanhamento da Copa do Mundo na Casa de Leis, presidida pelo deputado Jota Barreto (PR), já tinha essa decisão de fazer visitas e a próxima está marcada para 13 de junho", disse Riva.

Sobre o andamento das obras, o parlamentar argumentou que em Mato Grosso, o período chuvoso é intenso de novembro a abril, e justificou que algumas intervenções, como a ponte do Eucalipto, Viaduto do Despraiado, da UFMT e trincheiras da Jurumirim/Trabalhadores e do Tijucal, estão dentro do cronograma estabelecido pelo Governo do Estado, pelo que foi observado na visita dos deputados estaduais. "As obras em atraso são as que o Poder Executivo já vai trocar as construtoras responsáveis pelas intervenções", finalizou Riva.

Informações: Gazeta Digital

quinta-feira, 14 de março de 2013

Passagem do VLT de Cuiabá custaria hoje R$ 2,95,acompanhando os reajustes do coletivo

11/03/2013 - Correio Press

Se fosse hoje o bilhete custaria R$2,95, o valor acompanhará os reajustes do transporte coletivo normal, segundo a Secopa

A implantação do Veiculo Leve sobre Trilhos (VLT) está causando muitas dúvidas entre os usuários do sistema de transporte público. Uma das questões é relacionada ao valor da passagem.

Especulações iniciais assustaram a população, pois o valor seria muito alto, impossibilitando a utilização do serviço todos os dias. O valor exagerado é descartado pelo titular da Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa), Mauricio Guimarães. Segundo ele o preço será próximo ao da passagem do ônibus comum. "Se fosse hoje, o valor do bilhete do VLT seria próximo a R$2,95 - devendo acompanhar os possíveis reajustes do transporte coletivo", diz.

Segundo Maurício as obras do VLT serão concluídas até dia 31 de março de 2014. "Trabalhamos com prazos e, no contrato, está prevista esta data. Após a conclusão das obras, a empresa terá o prazo de 60 dias para realizar os testes e iniciar o atendimento aos usuários".

A integração entre os ônibus municipais e intermunicipais continuará sendo possível com a implantação de novos terminais. No caso de Várzea Grande, o Terminal André Maggi, será transferido para local próximo ao terminal do Aeroporto Marechal Rondon. "Nesse caso o terminal será construído dentro do sítio aeroportuário. No local além do terminal de integração, funcionará um ponto de manutenção para os veículos", explica.

O VLT é um pequeno trem urbano movido a eletricidade. Seu tamanho permite que sua estrutura de trilhos se encaixe no meio urbano existente. O veículo é constituído por um, dois ou três vagões articulados, ligados entre si.

No Brasil, o primeiro sistema de veículos leve sobre trilhos foi o VLT de Campinas – que na realidade nunca chegou a funcionar. O mais novo sistema existente é o VLT de Maceió, e outras cidades brasileiras também serão beneficiadas com esse sistema de transporte.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Goiânia: Em primeira reunião do ano, CDTC discute convênio para implantação do VLT

04/02/2013 - Governo GO

A Câmara Deliberativa de Transporte Coletivo (CDTC) promove na tarde desta segunda-feira (04) a primeira reunião do ano com a presença de todos os seus membros. A pedido do governador Marconi Perillo, que também estará presente, o encontro será em seu gabinete, no 10º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira. Na ocasião, será discutido o convênio interfederativo entre Estado e Prefeitura de Goiânia acerca da implantação Veículo Leve Sobre Trilhos, o VLT.

Compõem a CDTC: o secretário de Estado de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia, Sílvio Sousa; o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia; o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela; o prefeito de Senador Canedo, representando os demais municípios componentes da RMTC, Mizael Oliveira; o presidente da Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR), Humberto Tannús Júnior; o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano Sustentável, Nelcivone Melo; a superintendente da Secretaria Municipal de Trânsito (SMT), Patrícia Veras; o representante da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, deputado Talles Barreto; e o presidente da CMTC,Ubirajara Abud. Além destes, o presidente da Metrobus, Adriano Rodrigues de Oliveira, participa da reunião como convidado.

Fonte: Secretaria de de Estado de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia

sábado, 9 de março de 2013

Intervenções do VLT vão avançar para Cuiabá

14/02/2013 - A Gazeta (MT)

Está previsto para o próximo sábado (16) o fim das intervenções para execução da infraestrutura permanente que abrigará as redes de fibra ótica e água para implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em trechos da Avenida da Feb, em Várzea Grande.

As intervenções parciais na cidade tiveram início no final de janeiro e atingiram as avenidas Couto Magalhães, Ulisses Pompeu de Campos e as ruas Santa Helena e São José. Parte dos trabalhos foi realizada à noite para que não fossem necessárias novas alterações no fluxo do trânsito.

"Em todo o trajeto do VLT será feito o trabalho de preparação das redes de fibra ótica. Começamos por Várzea Grande e vamos avançando ao longo de todo o percurso, nos eixos Aeroporto – CPA e Centro – Coxipó", explicou o secretário da Secopa, Maurício Guimarães.

Obras do VLT de Cuiabá seguirão sem risco de nova paralisação

15/02/2013 - Olhar Direto

Após duas paralisações determinadas pela Justiça Federal em 2012, as obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) estão garantidas

A informação partiu do Procurador-Geral do Estado, Jenz Prochnow Júnior, ao comentar que a Justiça Federal acaba de arquivar o recurso impetrado pelo Ministério Público em 2012, que apontava supostas irregularidades no processo licitatório.

De acordo com Jenz Prochnow, as obras agora avançarão sem o nervosismo preocupante de uma nova paralisação. "A Justiça Federal analisou a documentação e não detectou irregularidades. Assim, as obras podem seguir normalmente e Cuiabá e Várzea Grande podem ter a certeza de que terão o seu VLT", observou o procurador que demonstra tranqüilidade com relação ao futuro do novo modal.

"Está tudo certo. A PGE está trabalhando no sentido de manter tudo na mais completa regularidade. Não queremos mais sustos. Essa obra está caminhando a todo o vapor para ficar pronta a tempo da Copa do Mundo de 2014. A estas alturas, novas paralisações poderiam comprometer o cronograma e fazer a população sofrer com transtornos", acrescenta.

O discurso otimista de Jenz Prochnow Júnior ganhou força com os acontecimentos em Brasília. A desembargadora Selene Maria de Almeida, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), determinou a conversão de agravo de instrumento apresentado pela União em retido, postergando assim a análise sobre a competência da Justiça Federal para processar e julgar a ação civil pública que os Ministérios Públicos Federal e Estadual movem contra o próprio governo federal, contra o governo estadual e contra o consórcio de empresas responsável pelo veículo leve sobre trilhos (VLT), obra em Cuiabá e Várzea Grande e prevista para a Copa do Mundo de 2014.

O governo estadual conseguiu reverter junto ao TRF-1, no final de setembro de 2012, a decisão sobre a suspensão da execução do contrato e retomou a obra. Ainda assim, no agravo interposto em outubro do ano passado, a União pediu o reconhecimento de sua ilegitimidade passiva e a da incompetência da Justiça Federal para condução e julgamento da ação civil pública. Contudo, o governo estadual conseguiu reverter junto ao TRF-1, no final de setembro de 2012, a decisão sobre a suspensão da execução do contrato e retomou a obra.

Ainda assim, no agravo interposto em outubro do ano passado, a União pediu o reconhecimento de sua ilegitimidade passiva e a da incompetência da Justiça Federal para condução e julgamento da ação civil pública.

A desembargadora Selene Maria de Almeida assinalou que "o exame da argumentação feita pela União deve ser realizado pelo juízo, dada a impossibilidade de qualquer intervenção que suspenda a execução do contrato firmado enquanto perdurarem os efeitos da decisão monocrática que deferiu o pedido de suspensão da liminar que havia determinado a paralisação das obras, medida que somente perde sua eficácia após o trânsito em julgado da sentença. Considerando, ante a ausência de risco de dano iminente irreparável, que a pretensão pode ser apreciada em julgamento da apelação sem qualquer prejuízo à parte, tenho que a hipótese é conversão do recurso em agravo retido".

Também na avaliação da União, a Justiça Federal também é incompetente para apreciar o caso. Os agravos interpostos pela União e pela PGE ficarão apensados ao processo principal na Justiça Federal e a questão poderá voltar à discussão em outra oportunidade em grau de apelação. O processo, alvo dos questionamentos, é movido pelos Ministérios Públicos por conta de indícios de irregularidades.

Implantação do VLT segue

As obras de implantação do VLT já estão 22% concluídas, incluindo a fase de projetos. A parte física construída já ultrapassa 10%, faltando ainda 13 meses para a conclusão (a previsão da Secopa é para entrega do novo sistema em março de 2014). Essa será a última obra da Copa em Cuiabá a ser entregue, de acordo com o Governo do Estado.

Desde o início dos trabalhos, já tiveram início as construções agregadas, como as trincheiras do Zero Quilômetro (Várzea Grande), viaduto da Universidade Federal de Mato Grosso, viaduto da Sefaz, viaduto da MT-040 (via de acesso ao Parque Cuiabá) e viaduto Dom Orlando Chaves (avenida da FEB, em Várzea Grande). Várias frentes atuam simultaneamente para adiantar a obra. As obras avançam nas fases de construção de colunas e concretagem. Em alguns pontos, como a trincheira do Zero Quilômetro, foi adotado o turno da noite para os trabalhos.

Em setembro, devem chegar os trilhos, segundo previsão da Secopa. As locomotivas também já estão em fase de construção e só devem chegar no início do próximo ano, quando os corredores deverão estar instalados.

Fonte: Olhar Direto/Mobilize

Consórcio inicia instalação de estacas em obra do VLT em avenida de Cuiabá

15/02/2013 - G1

Tráfego em Cuiabá é alterado sentido Avenida/CPA em Cuiabá. Empresa vai instalar 52 estacas na estrutura do viaduto

As estacas que irão dar sustentação ao viaduto da Avenida Historiador Rubens de Mendonça, na região do Centro Político Administrativo de Cuiabá, começaram a ser colocadas na última quarta-feira (13). Com isso, a partir de ontem (14), o tráfego foi alterado, principalmente para quem sai da avenida Juliano Costa Marques e entra na avenida do CPA. A faixa utilizada para o tráfego de veículos foi modificada, passando a ser a interna – mais próxima do canteiro – ao invés da externa – próxima à calçada – como está ocorrendo.

A obra faz parte da implementação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que está dentro do pacote de mobilidade urbana da Copa 2014. De acordo com a assessoria da Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa), após a remoção das principais interferências, a equipe de engenharia vai dar sequência aos trabalhos para construção do elevado, que deve desafogar o trânsito na região.

No total serão 52 estacas, que compõem a estrutura de fundação do viaduto, que terá 278 metros em formato de ferradura. A estrutura terá oito pilares (cada pilar é composto por um bloco que contém seis estacas). Em cada uma das extremidades do viaduto também haverá um par de estacas.

O VLT passará por baixo e a parte superior do elevado será usada pelos motoristas que desejam fazer a conversão para ter acesso ao CPA ou seguir em direção ao centro da cidade.

Alteração no trânsito
A alteração é necessária para que seja possível cravar as estacas posicionadas nesse local. O Consórcio VLT manterá o acesso à Receita Federal e à igreja Assembleia de Deus e todo trajeto será sinalizado, facilitando a orientação aos motoristas.

Além do cravamento das estacas, a equipe do consórcio fará remoção de cabos de fibra ótica, redes de água, esgoto e elétrica. No mesmo local a empresa deve recolocar o sistema da rede elétrica com a instalação de novos postes.

créditos: Edson Rodrigues/Secopa

Fonte: G1 MT

quinta-feira, 7 de março de 2013

Trilhos do Taquaral devem receber mais bondes em abril

03/03/2013 -Correio Popular de Campinas/SP

Atualmente, apenas um carro leva os visitantes do Parque Portugal ao passeio no entorno da Lagoa

Por Felipe Tonon

Os trilhos da Lagoa do Taquaral finalmente caminham para receber mais bondes a partir de abril. Essa é a previsão da Secretaria de Serviços Públicos, que irá lançar em até dez dias processo licitatório para a aquisição de motores e outras peças que serão utilizadas na reforma de dois bondes que estão parados. Atualmente, apenas um carro leva os visitantes do Parque Portugal ao passeio no entorno da Lagoa do Taquaral. A previsão é de que sejam gastos até R$ 150 mil para colocar os dois bondinhos quebrados em funcionamento. A recuperação dos bondes faz parte do pacote de ações prometido pelo prefeito Jonas Donizette (PSB), que estipulou prazo de cem dias para a realização de dezenas de obras na cidade.

De acordo com o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulela, foi feito um orçamento para saber quanto será gasto na reforma. Segundo ele, serão consumidos entre R$ 130 mil e R$ 150 mil. "Isso para o recondicionamento dos motores elétricos e toda parte de reforma dos trucks, que é a parte rodante, as rodas, suspensão, rolamentos e freios", informou.

Paulela disse que a Prefeitura também investiga o sumiço do truck e do motor de uma quarta composição. "Só tem a carcaça. Estamos apurando, porque ninguém sabe dizer onde foi parar", disse. O secretário, que assumiu a pasta em janeiro, afirmou que teve conhecimento do episódio apenas este ano, mas não soube dizer quando o possível furto das peças aconteceu.

Dos quatro bondinhos no Taquaral, somente um está em circulação. Os outros estão estacionados e à espera de manutenção. Um deles foi restaurado em 2011, mas já apresentou problemas e voltou a sair de circulação. Segundo apurou o Correio, dois bondes estão com os motores queimados. O quarto, conforme informou o secretário, está apenas com a armação de madeira.

Foto: Alessandro Rossman/AAN

Fonte: Correio Popular de Campinas/SP

Obras do VLT do DF retomadas

02/03/2013 - Correio Braziliense

GDF abre processo de pré-qualificação das empresas interessadas em construir o trecho que ligará o aeroporto ao terminal da Asa Sul, depois de dois anos de suspensão do serviço.

Por Adriana Bernardes

Depois de quase dois anos de paralisação, o GDF vai retomar as obras do Veículo Leve sobre Trilhos. A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô) abriu o processo de pré-qualificação das empresas interessadas em executar o projeto básico, executivo e as obras, do trecho que ligará o Aeroporto Internacional de Brasília ao terminal da Asa Sul. A sessão pública para recebimento da documentação será em 19 de abril e a meta do governo é entregar o serviço até 2015.

O aviso de pré-qualificação foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal de ontem. De acordo com a presidente do Metrô, Ivelise Longhi, o trecho deve custar entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões. "A obra está incluída no PAC da Mobilidade do governo federal e os recursos já estão assegurados", afirmou.

Segundo Ivelise Longhi, a retomada do projeto reforça o interesse do Executivo local em investir em todos os modais de transporte para garantir a mobilidade da população. Ainda segundo ela, os técnicos já concluíram o estudo de viabilidade técnica, econômica e social de todo o trecho do VLT — do aeroporto até o fim da W3 Norte.

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A obra estava embargada desde o fim de 2001, quando os desembargadores do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) anularam os contratos e embargaram o serviço já que ficou comprovada fraude na licitação. Mas esse foi apenas o desfecho de uma série de disputas judiciais iniciadas em fevereiro de 2008, quando o então governador José Roberto Arruda lançou o edital.

Perícia
O governo também divulgou o nome da empresa contratada para fazer uma perícia no viaduto da W3 Sul e do Complexo de Manutenção da Linha 1 do VLT. A firma escolhida terá 90 dias para concluir um inventário físico das obras executadas. Segundo Ivelise, isso é indispensável para que o governo responda futuramente na Justiça caso alguma empresa decida cobrar pelo serviço. "Com a anulação os contratos pela Justiça, o governo não pode pagar por serviço feito ali. Mas as empresas cobram uma dívida de R$ 160 milhões. Então, precisamos saber exatamente o que existe para que possamos discutir isso judicialmente", disse. O levantamento vai custar R$ 73,8 mil.

Memória

Fevereiro de 2008

Começa a primeira etapa do processo de licitação do VTL, mas a concorrência dura apenas dois dias: acaba interrompida pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público do MPDFT porque os estudos para a elaboração do edital foram considerados insuficientes.

Julho de 2009

O governo federal não dá aval a empréstimo de 134 milhões de euros (cerca de R$ 365 milhões) da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) para o financiamento do VLT. Apesar disso, as obras do primeiro trecho são lançadas.

Outubro de 2009

O Ministério Público ajuíza ação civil pública pedindo a suspensão do processo de empréstimo da AFD e o embargo das obras. O empreendimento só é retomado em 30 de dezembro.

Janeiro de 2010

A construção do VLT volta a ser interrompida pelo MPDFT, mas o Tribunal de Justiça derruba a liminar no mês seguinte.

Junho de 2010

A construção do VLT é embargada novamente, dessa vez pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), sob alegação de que o Metrô-DF não entregou os projetos solicitados. As obras demoraram três meses para voltarem a ser executadas.

Abril de 2011

Sentença da 7ªVara de Fazenda Pública volta a suspender o serviço. A decisão obrigava a abertura de nova concorrência para a finalização do empreendimento.

Dezembro de 2011

Decisão unânime da 1ª Turma Cível do TJDFT cancela as obras, alegando novas fraudes no processo licitatório. Desde então, o trabalho está parado.

Fonte: Correio Braziliense