quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Equipamentos para o VLT de Cuiabá chegam ao Brasil

29/08/2013 - Consórcio VLT

Cerca de 25% dos materiais já foram desembarcados no Porto de Paranaguá (PR) e serão transportados de caminhão até o Mato Grosso

VLT em fase de testes em Zaragoza (Espanha)
VLT em fase de testes em Zaragoza (Espanha)
créditos: Divulgação
 
Começaram a chegar a Mato Grosso os materiais importados referentes à implantação da via permanente do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Oriundos da Bélgica, os primeiros produtos trazidos pelo Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande são os Q-tracks, equipamentos que compõem o sistema de instalação dos trilhos (cola, película elec de isolamento energético, borrachas de envelopamento e os pórticos de posicionamento dos trilhos).
 
Ao todo serão 101 km de sistema de envelopamento (película elec e borracha), 280 pórticos de posicionamento e 27 toneladas de cola. Cerca de 25% desse total já chegou ao porto de Paranaguá (PR) e vem sendo enviado para Mato Grosso por meio rodoviário. Ao todo, serão realizadas 125 viagens de caminhão entre Paranaguá e Cuiabá.
 
Para receber os materiais que compõem o sistema, o Consórcio VLT providenciou uma área especial para o descarregamento e armazenagem. No local, situado em Várzea Grande, também serão feitos todos os procedimentos que antecedem a implantação dos trilhos na via permanente, como a instalação da película, envelopamento (enjaquetamento) e a calandragem (curvatura) dos trilhos.
 
Além dos Q-tracks, fazem parte da estrutura da via permanente as catenárias aéreas, que são os postes para alimentação elétrica dos trens que serão instalados ao longo da via, entre os trilhos. A construção da via permanente é responsabilidade do Consórcio Construtor, formado pela CR Almeida e Santa Bárbara. O Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande é formado por mais três empresas, as projetistas Astep e Magna e a CAF Brasil, fornecedora do material rodante (trens) e da sinalização férrea.
 
Trilhos
Um dos principais componentes da via permanente, os trilhos, já foram fabricados. Serão dois tipos de trilhos, os grooved, produzidos na Polônia e os trilhos vignole, fabricados na Espanha. Os vignole totalizam 10 km e serão instalados no Centro de Manutenção (CM) e pátio de estacionamento.
 
Já os grooved serão instalados nos 22 km do trajeto dos VLTs, demandando a aquisição de cerca de 90 km, cuja chegada está prevista para o início de outubro. Também serão fornecidas quantidades extras para possíveis perdas e reservas.
 
Trajeto
Com dois eixos, CPA-Aeroporto e Coxipó-Centro, o VLT será implantado no canteiro central (com oito metros de largura) das avenidas João Ponce de Arruda e FEB, em Várzea Grande, XV de Novembro, Tenente Coronel Duarte (Prainha), Historiador Rubens de Mendonça (CPA), Coronel Escolástico e Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá, totalizando aproximadamente 22 Km.
 
A linha 1, do Aeroporto ao CPA, terá 15 km de extensão e a linha 2, do Centro ao Coxipó, terá 7 km. As obras de implantação do VLT serão finalizadas em março de 2014, o que inclui as obras de arte especiais, via permanente, subestações de energia para abastecimento dos trens, estações e terminais de passageiros, Centro de Manutenção, Centro de Comando e Operação e pátio de estacionamento, entre outras estruturas necessárias.

Materiais para instalar trilhos do VLT chegam ao MT

28/08/2013 - G1 MT

Materiais importados da Bélgica, que compõem o sistema de instalação dos trilhos da via permanente do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), começaram a chegar a Mato Grosso. Os pórticos de posicionamento dos trilhos, borrachas de envelopamento e películas de isolamento energético são os primeiros equipamentos levados pelo consórcio responsável pela obra até a capital mato-grossense.

Cerca de 25% do total desses equipamentos já desembarcaram no Brasil pelo porto de Paranaguá (PR). A estimativa da Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa) é que serão necessárias 125 viagens de caminhão entre o porto e a área de descarregamento e armazenagem em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá.

A construção da via permanente é responsabilidade do Consórcio Construtor, formado pela CR Almeida e Santa Bárbara, além de mais três empresas, as projetistas Astep e Magna e a CAF Brasil, fornecedora dos trens e da sinalização férrea.

Trilhos e trajeto

A Secopa informou que serão utilizados dois tipos de trilhos no VLT Cuiabá-Várzea Grande: os grooved, produzidos na Polônia, e os vignole, fabricados na Espanha. Esses últimos totalizam 10 km e serão instalados no Centro de Manutenção e pátio de estacionamento do VLT. Já os grooved serão implementados nos 22 km do trajeto do Veículo Leve sobre Trilhos, demandando a aquisição de cerca de 90 km. A chegada está prevista para outubro.

Orçado em R$ 1,4 bilhão, o VLT mato-grossense deverá ser finalizado em março de 2014. Com dois eixos, CPA-Aeroporto e Coxipó-Centro, o modal será implantado no canteiro central (com oito metros de largura) das avenidas João Ponce de Arruda e FEB, em Várzea Grande; XV de Novembro, Tenente-Coronel Duarte (Prainha), Historiador Rubens de Mendonça (CPA), Coronel Escolástico e Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá.

Serão três terminais de integração e 33 estações, que terão uma distância média de 500 a 600 metros entre um ponto e outro. A linha 1, do Aeroporto ao CPA, terá 15 km de extensão, e a linha 2, do Centro ao Coxipó, terá 7 km.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

VLT desativará um terço das linhas em Cuiabá

18/08/2013 - Diário de Cuiabá 

Secopa contratou empresa para diagnosticar quais linhas serão extintas e para estabelecer valores da tarifa do novo modal

Por Joanice de Jesus

Com a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), cerca de um terço das linhas de ônibus de Cuiabá e Várzea Grande será extinta, conforme a estimativa do Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Coletivo. O presidente da entidade, Ledevino Conceição, diz que a categoria está se preparando para o impacto e a expectativa é que as empresas aproveitem os profissionais nas linhas alimentadoras ou em outras funções.

Juntas, as duas cidades possuem 130 rotas, das quais 93 estão na Capital. Para o sindicato, mais de 40 vão deixar de existir a partir da implantação do novo modal. "Deverão ser desativadas principalmente as linhas troncos, àquelas que rodam nos eixos como André Maggi/Pantanal, CPA/Centro, Tijucal e Osmar Cabral/Centro", comentou Ledevino. "Vão ficar as alimentadoras, que são aquelas que fazem pequenos percursos, ou seja, saem dos bairros e vão até o terminal do VLT", acrescentou.

Segundo Ledevino, a categoria vem se preparando para os impactos. Porém, ele acredita que não haverá desempregos. "Os motoristas serão reaproveitados nas linhas alimentadoras, que deverão ser criadas", disse.

Ele lembra que a preparação atinge, inclusive, 250 cobradores que hoje estão atuando em outras funções, como vendedores de cartão transporte e no setor administrativo. "Hoje, eles estão no processo de retirar carteira (de habilitação)", informou.

SECOPA - Contratada pela Secretaria Extraordinária para a Copa (Secopa), a Oficina Engenheiros Consultores Associados LTDA irá fazer o estudo de planejamento da rede de transporte coletivo em Cuiabá e Várzea Grande. Entre outros itens, o levantamento vai mostrar quais as linhas do atual sistema se integrarão aos terminais do modal Veiculo Leve sobre Trilhos (VLT). O trabalho também apontará as alterações nas rotas e quais trajetos serão desativados.

Assessor especial de Mobilidade Urbana da Secopa, Rafael Detoni, reconhece que alterações ocorrerão. Porém, garante que não existe nenhum problema nos coletivos trafegarem nas avenidas como a Fernando Corrêa da Costa e a Historiador Rubens de Mendonça (CPA), por onde irão passar os trilhos do VLT.

"Falar que não vai ter mais ônibus na Fernando Corrêa (por exemplo) é totalmente inviável. Algumas linhas vão passar pelo corretor do VLT. O cidadão tem que ter a opção de fazer a integração ou fazer a ligação direta, única. O que vai deixar de existir é esse comboio de ônibus. O VLT substituirá o grande número de linhas sobrepostas ", explicou.

O estudo vai fazer uma espécie de raio "X" do setor. O objeto final será a nova rede de transporte coletivo (ônibus e VLT), com dados operacionais dos dois sistemas como frota, frequência das viagens, quilometragem dos ônibus e trens do VLT, grade horária do novo modal, a oferta de trens durante a semana, feriado e fins de semana e o custo de operação do transporte coletivo. "Vai dar uma racionalidade do sistema. A rede tem que ser eficiente do ponto de vista operacional e do usuário", comentou.

Detoni esclarece ainda que para o cálculo da tarifa, a empresa vai trabalhar com parâmetros legais, ou seja, serão levados em conta critérios como gratuidade e número de passageiros integrados.

O prazo para conclusão do estudo é de 90 dias. Após, será encaminhado para a Agência de Desenvolvimento Metropolitana, formada por Estado e municípios, que subsidiada pelo levantamento, será responsável por definir como a nova rede será operada na região e por fixar o valor da tarifa, a forma como ser aplicada – se ônibus e VLT terão valores distintos ou unificados.

A expectativa é que com o novo sistema, a cobertura nos bairros em Várzea Grande melhore. "A alimentações dos bairros é ruim. Hoje, há muita reclamação", reconhece o secretário Especial da Prefeitura Municipal, Roldão Lima Júnior, que integra a Câmara Temática de Mobilidade Urbana da Secopa.

Segundo ele, o município e a Agência Extraordinária fazem gestão junto ao Governo Federal, em Brasília, para que seja disponibilizada uma área próxima ao Aeroporto Marechal Rondon. A intenção que o atual terminal André Maggi seja transferido para a região do aeroporto, onde será construído um terminal do VLT.

Fonte: Diário de Cuiabá 
 

Em Brasília, ferrovia abandonada há 23 anos será revitalizada

19/08/2013 - Bom Dia Brasil

A obra deve começar em junho de 2014. A previsão de gastos é de R$ 90 milhões, e a revitalização vai beneficiar 600 mil pessoas.

Poucas cidades brasileiras usam trem ou metrô. Em Brasília, uma linha abandonada há 23 anos poderia transportar milhares de passageiros.

Quem viajou no trenzinho ainda tem saudades. Passageiros que moram em cidades vizinhas e trabalham em Brasília, e enfrentam diariamente horas de engarrafamento, ônibus lotados ou gastam muito dinheiro com combustível.

A ferrovia tem uma estação no centro da capital e é um símbolo de como o transporte urbano é mal aproveitado. Os trilhos já estão até enferrujados, por falta de manutenção.

Agora é esperar o estudo técnico, para que o trem com passageiros volte aos trilhos. Pelas contas do governo, 600 mil pessoas serão beneficiadas com a revitalização da ferrovia.

A linha é antiga, foi inaugurada em 1968. Naquele tempo, os trens levavam passageiros. Dona Domingas se lembra da viagem.

"Viajei de trem, passeei de trem, meus netos também. Agora, nós ficamos tristes porque nós não contamos mais com isso", declara Domingas Sales, técnica em enfermagem.

Há 23 anos ninguém embarca. A ferrovia é só para transporte de cargas. Quase não tem movimento por lá.

Olha só o que restou: trilho enferrujado. O mato tomou conta do percurso. A estação está depredada. Os vagões no estilo trem fantasma.

Depois de tantos anos de abandono, a ferrovia será revitalizada: vai ser preciso comprar novos trens, trocar os trilhos velhos, adaptar a linha.

A obra deve começar em junho do ano que vem. Antes de qualquer reforma, o Governo Federal ainda tem que escolher uma empresa que vai fazer o estudo técnico: avaliar se o investimento vale mesmo à pena.

A previsão de gastos é de R$ 90 milhões. Se o projeto avançar, a viagem de quase 80 quilômetros, de Brasília a Luziânia, em Goiás, será feita em 50 minutos.

"Você passa de três a quatro horas dentro de um carro, em um engarrafamento nas grandes cidades, e só tem uma forma de você superar esse desafio: a implantação de um sistema ferroviário de transporte público de massa", diz Marcelo Dourado, superintendente da Sudeco (Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste).

"Que venha o mais rápido que puder", diz dona Domingas.

Agora é esperar o estudo técnico, para que o trem com passageiros volte aos trilhos. Pelas contas do governo, 600 mil pessoas serão beneficiadas com a revitalização da ferrovia.

Fonte: Bom Dia Brasil 

Segurança no VLT em Cuiabá deve ser monitorada por mais de mil câmeras

19/08/2013 - G1

Veículo orçado em R$ 1,4 bilhão deve ser finalizado em março de 2014. Primeiros vagões devem chegar a Mato Grosso no mês de outubro.

Ao longo dos 22,2 quilômetros do trajeto do Veículo Leve sobre Trilhos, que passará por Cuiabá e Várzea Grande, deverão ser instaladas mais de mil câmeras e duas ilhas de captação de imagens, além de outros equipamentos de segurança. Os dados foram divulgados pela Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa), que acompanhou esta semana o funcionamento do VLT em Zaragoza, na Espanha.

Orçado em R$ 1,4 bilhão, o VLT mato-grossense deverá ser finalizado em março de 2014. Com dois eixos, CPA-Aeroporto e Coxipó-Centro, o modal será implantado no canteiro central das avenidas Historiador Rubens de Mendonça (CPA), FEB, 15 de Novembro, Tenente-Coronel Duarte (Prainha), Coronel Escolástico e Fernando Corrêa da Costa. Serão três terminais de integração e 33 estações, que terão uma distância média de 500 a 600 metros entre um ponto e outro.

Ao longo do trajeto do VLT serão edificados cinco viadutos, quatro trincheiras e três pontes. A capacidade máxima de passageiros será de 400 pessoas por veículo e o tempo de espera para o embarque será de até quatro minutos.

O valor da tarifa do modal deverá ser anunciado pela Secopa em 90 dias, após o levantamento logístico do Veículo Leve sobre Trilhos. A empresa responsável pelo estudo de planejamento da rede de transporte foi licitada pelo valor de R$ 143 mil.

Fonte: Do G1 MT 

domingo, 4 de agosto de 2013

Viaduto da UFMT para o VLT tem 87% de obras concluídas

01/08/2013 - A Gazeta MT

Duas importantes obras para a Copa do Mundo de 2014, entram na reta final, sendo a construção dos viadutos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá, para receber o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), e a obra do Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande. O Consórcio VLT concluiu o lançamento das vigas pré-moldadas nos dois elevados, finalizando mais uma etapa das obras referentes à superestrutura.

Ambos os viadutos fazem parte do conjunto de obras de artes especiais necessárias para a implantação do VLT. Contudo, um deles é ferroviário (do Aeroporto), apenas para a passagem do VLT, e o outro (da UFMT) é rodoferroviário, para tráfego dos trens e demais veículos. Para a implantação do VLT estão em construção cinco viadutos, sendo quatro em Cuiabá e um em Várzea Grande.

No caso do viaduto da UFMT, atualmente 87,8% das obras estão concluídas. Com o término do assentamento das vigas pré-moldadas, no total de 176, atividades como o lançamento das pré-lajes e concretagem das lajes ganharão celeridade. Em breve serão iniciados também o pavimento e acabamento para que as pistas (direita e esquerda) possam ser usadas pelos motoristas. Os trabalhos ficarão concentrados apenas na pista central do viaduto por onde passará o VLT, onde os operários darão continuidade às atividades para a implantação da via permanente.

Está previsto para as próximas semanas o início dos trabalhos para o encabeçamento do viaduto (terra armada). A próxima etapa prevê a construção das pistas marginais (vias laterais ao viaduto) e da rotatória, sob o elevado.

As obras do viaduto rodoferroviário da UFMT começaram em outubro do ano passado. O elevado terá 428 metros e está sendo construído sobre os entroncamentos das avenidas Brasília, Tancredo Neves e a via de acesso ao campus da UFMT. Será constituído de duas faixas de circulação por sentido para o tráfego geral e a via permanente do VLT. Atualmente, cerca de 80 trabalhadores atuam nessa frente de obras, em turnos diurno e noturno.

Aeroporto

No viaduto do Aeroporto, que contabiliza 44 vigas pré-moldadas, o processo construtivo subsequente ao assentamento das vigas segue basicamente o adotado no viaduto da UFMT, com a montagem das ferragens e concretagem das vigas transversinas, lançamento das pré-lajes e a concretagem das lajes. No entanto, como se trata de um viaduto ferroviário, as atividades seguintes serão relacionadas à colocação dos trilhos, para a passagem do VLT.

A construção desse viaduto começou no fim de abril e atualmente o elevado está com 85,7% das obras concluídas. Além das atividades que visam à finalização da superestrutura, algumas máquinas trabalham na infraestrutura urbana necessária para iniciar a construção da rotatória lateral ao viaduto, para interligação entre as avenidas e acesso ao aeroporto. Nesse local, estão sendo feitas as redes de drenagem e telecomunicação.

O viaduto do Aeroporto está sendo construído no entroncamento das avenidas João Ponce Arruda, Senador Filinto Muller e Presidente Arthur Bernardes. Terá 226 metros de extensão, seis metros de altura no ponto mais elevado e composto por duas faixas seccionadas de rolamento (fluxo e contrafluxo) que serão usadas pelos trens, com uma largura de oito metros. Atuam na obra 40 trabalhadores, em turnos diurno e noturno.

Fonte: A Gazeta - MT
Publicada em:: 01/08/2013

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Os VLTs de Cuiabá e Goiânia

10/07/2013 - Repórter MT

Investimentos das duas capitais somam cerca de R$ 2,6 bi

O governo de Goiás marcou para o dia 2 de agosto a abertura das propostas da PPP (parceria público-privada) para implantação e operação do veículo leve sobre trilhos de Goiânia. As obras estão previstas para setembro, com dois anos de duração. O projeto é estimado em R$ 1,3 bilhão, dos quais R$ 800 milhões serão aplicados pelo governo estadual e federal e R$ 500 milhões pela empresa que vencer a PPP.

O governo do estado de Mato Grosso, para financiar os custos de implantação do sistema VLT, assinou dois contratos, um com a Caixa Econômica Federal no valor de R$ 423 milhões, e outro contrato de R$ 727,9 milhões financiado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) por meio da CEF. O Governo de Mato Grosso ainda consignou o montante de R$ 110 milhões destinados para as desapropriações, totalizando R$ 1.260.900.000,00 de investimento.

Descrição dos Projetos:

Goiânia
Trecho: Leste-Oeste (av. Anhanguera)
Percursos: 14km
Paradas: 12 Estações e 05 terminais
Custo: R$ 1,3 bilhão

Cuiabá
Trecho: Com dois eixos, CPA - Aeroporto e Cóxipo -Centro. O modal será implantado no canteiro central das avenidas História Rubens de Mendonça, FEB, XV de Novembro, Tenente-Coronel Duarte (Prainha), Coronel Escolástico e Fernando Corrêa da Costa.
Percurso: 22km
Paradas: 32 Estações e 03 Terminais
Custo: R$ 1,260 Bilhão

São dados comparativos iniciais da implantação do VLT em Cuiabá e Goiânia, no decorrer das execuções dos Contratos pode haver Aditivos, mas serve para análise comparativa de valores.

Inicialmente o que se pode ver é que Cuiabá terá um percurso de 22km e o de Goiânia 14km, Cuiabá terá 32 estações e 03 terminais, Goiânia 12 estações e 05 terminais. O principal da constatação é que a implantação de VLT de Cuiabá terá um custo menor que de Goiânia, mesmo tendo os dados em relação aos Projetos, sendo superiores em tudo, os dados não mentem.

Agora sim teremos uma referência comparativa no mesmo país, e aqueles usam do "chutômetro" e "achísmos" , para desqualificar e incriminar o projeto de implantação do VLT de Cuiabá como superfaturado e sonho faraônico, aqueles analistas de ocasião, que acham que o mundo é aquilo que eles pensam, agora terão dados e execuções para comparar a luz da verdade.

Fica assim, quer queiram ou não, Cuiabá terá o seu VLT.

Fonte: Repórter MT/Mobilize

Trilhos do VLT só chegam em outubro na Capital

22/07/2013 - Mato Grosso Notícias

Os primeiros vagões do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) começam a chegar em Cuiabá em outubro deste ano, segundo a Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo da FIFA 2014 de Mato Grosso (Secopa-MT). Ao todo serão fabricados na Espanha 40 veículos pela CAF (uma das empresas que compõe o Consórcio VLT/Cuiabá-Várzea Grande).

A obra atual prevê um modal com dois eixos, CPA-Aeroporto e Coxipó-Centro, que serão implantados no canteiro central das avenidas Historiador Rubens de Mendonça, FEB, 15 de Novembro, Tenente Coronel Duarte (Prainha), Coronel Escolástico e Fernando Correa da Costa.

Além disso, serão três terminais de integração e 33 estações, que terão uma distância média de 500 a 600 metros entre um ponto e outro. Na execução das obras, o consórcio será responsável pela edificação de obras de arte especial. Ao longo dos 22,2 km de trajeto do VLT, estão sendo edificados cinco viadutos, quatro trincheiras e três pontes.•.

Expansão

No mês passado, o governador Silval Barbosa (PMDB) anunciou que já estuda a expansão do transporte para alguns bairros da Capital, como CPA e Pedra 90.

Durante visita na Arena Pantanal, o governador afirmou que sua equipe já vem elaborando projetos para essa expansão.

Segundo ele, os documentos ficarão todos prontos para que os próximos gestores possam dar andamento na modernidade do transporte coletivo em Cuiabá.

Características do VLT

- Velocidade de operação: 60 km/h

- Operação contínua de até 20 horas por dia;

- Umidade relativa do ar variando entre 10 a 95%.

- Veículos bidirecionais com cabine de condução em ambas as extremidades;

- Carga máxima de 400 pass/veiculo, à taxa de 6 pass/m² (veículo de aprox. 44 m);

- Largura 2,40;

-Contrato de fornecimento de 40 VLTs com 7 módulos;

-Altura aproximada de 3,60 m.

Fonte: Mato Grosso Notícias
Publicada em:: 22/07/2013

Dez composições do VLT já estão prontas; embarque dos trens para MT será em agosto

17/07/2013 - Cenário MT

As dez primeiras composições do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que rodarão em Cuiabá e Várzea Grande serão despachadas da Espanha para o Brasil entre os dias 6 e 7 do próximo mês. Foi o que informou o secretário Extraordinário da Copa (Secopa), Maurício Guimarães, ao garantir que estas unidades já estão finalizadas, testadas e prontas para serem embarcadas.

Maurício Guimarães afirmou, nesta terça-feira (16), que irá pessoalmente a Zaragoza (Espanha), assinar a autorização de despacho da primeira dezena de trens fabricados e estocados pela empresa CAF. O secretário faz questão de ressaltar que a fabricação "está dentro do cronograma e que as primeiras unidades ainda não foram entregues por questão racional e econômica, já que o embarque de duas em duas unidades geraria mais despesas com transporte".

"Após o procedimento de despacho, que deve acontecer até o dia 7 de agosto na Espanha, esses trens devem ser transportados em navio de carga para o Brasil. Depois de um trâmite de 60 dias, já deverão estar em solo mato-grossense", disse Guimarães, prevendo que, ainda na primeira quinzena de outubro, as composições serão apresentadas à população da capital.

A empresa espanhola CAF tem o compromisso de entregar um total de 40 trens para rodar em dois ramais em Cuiabá e Várzea Grande – linhas CPA-Aeroporto e Coxipó-Centro – a partir de março (fase de testes). As composições ficarão estacionadas no Centro de Controle de Operação em uma área de 9 hectares, integrada ao Terminal de Integração André Maggi, nas proximidades do Aeroporto Marechal Rondon. O local já começou a ser preparado e deve estar pronto para receber os vagões até outubro.

O secretário Maurício Guimarães destacou que mais 25 novos trens estão sendo fabricados e os testes vêm sendo acompanhados pelo engenheiro da Secopa, André Luis Gomes Bento, responsável pela aprovação.

Trilhos

Os trilhos que servirão o VLT cuiabano também seguem na fase de fabricação. Boa parte dos 120 quilômetros de trilhos já estão prontos na cidade de Balice, a 11 quilômetros a oeste da Cracóvia, na Polônia. Ao contrário dos vagões que serão despachados em pelo menos quatro remessas, os trilhos serão embarcados em uma única viagem após testes e certificação. O engenheiro Luis Felipe Coimbra, da Secopa é o responsável pelo acompanhamento da fabricação desse material.

Fonte: Cenário MT
Publicada em:: 17/07/2013