terça-feira, 29 de outubro de 2013

VLT fará trecho entre aeroporto e Cuiabá em 45 minutos

28/10/2013 - G1 MT

Projetado como solução para os atuais entraves do trânsito na região metropolitana de Cuiabá, e como fator de redução no número de veículos particulares em circulação, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) terá capacidade para realizar o trajeto em um de seus eixos - entre a região do bairro CPA, na capital, até o Aeroporto Marechal Rondon, na cidade vizinha de Várzea Grande- em cerca de 45 minutos.

A estimativa para o trecho de 15 quilômetros é do Consórcio VLT, conjunto de empreiteiras que atualmente executa as obras do novo sistema de transporte público, licitado pelo governo do estado com vistas à Copa do Mundo de 2014 por mais de R$ 1,4 bilhão.

O consórcio explicou que este tempo médio estimado de viagem do trem na chamada linha 1 (CPA-Aeroporto) consta do anteprojeto do empreendimento. Para o segundo eixo, a linha Coxipó-Centro, o tempo estimado é de 45 minutos em ida e volta, mas o governador Silval Barbosa (PMDB) já chegou a admitir que o trecho pode não ser concluído para a Copa de 2014, ficando o primeiro eixo como prioridade.

O VLT será movido a energia elétrica e, ao todo, o trajeto entre a região do CPA e o aeroporto será estruturado com dois terminais de integração (um na região do bairro CPA 1 e outro próximo ao Aeroporto) e 22 estações de transbordo. Em cada estação, informou o consórcio, o tempo de permanência da composição deverá ser entre 15 e 40 segundos. Fora estes locais, o trem deverá parar apenas em travessias, cruzamentos e semáforos.

Em movimento, a velocidade do veículo será de, no máximo, 80 km/h. A ideia é que, combinado a uma reformulação nas linhas de ônibus, o VLT seja operado ao longo de 20 horas por dia e atenda não só à demanda de pessoas que já dependem do sistema de transporte coletivo em Cuiabá e Várzea Grande, mas atraia aqueles que utilizam veículos próprios diariamente. Cada composição terá capacidade para transportar até 400 passageiros, sendo 72 sentados.

Trajeto conturbado

Em espaços limitados por máquinas, buracos e interdições, a frota de veículos particulares tem encontrado cada vez mais dificuldades para se deslocar no trajeto onde será implantada a linha 1 do VLT. O caminho incorpora algumas das principais artérias da região metropolitana, como as avenidas do CPA, Prainha, XV de Novembro, João Ponce de Arruda e da FEB.

Na última semana, o G1 percorreu o trajeto da linha 1. Em 48 minutos de viagem - desde a região onde será a primeira estação na Avenida do CPA até o ponto final do Aeroporto de Várzea Grande – a reportagem se deparou com as dificuldades que o motorista atualmente encontra para se deslocar no trecho.
Além das interdições que provocam redução das pistas disponíveis ao longo da viagem, atualmente existem pelo menos quatro desvios que retardam a viagem de quem trafega pelas avenidas do futuro eixo do VLT: no viaduto da Sefaz; no viaduto Dom Orlando Chaves; na avenida da FEB; e na avenida João Ponce de Arruda.

Viaduto da Sefaz

A primeira delas, na visão de quem sai de Cuiabá para a cidade vizinha, é o desvio da construção do viaduto da Sefaz, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (do CPA). Parte do conjunto de intervenções para implantação do VLT, a construção ainda não está pronta e, por isso, o trecho da avenida sob o elevado ainda não foi liberado.

A situação obriga os motoristas a sair da Avenida do CPA e realizar um desvio por algumas ruas do Centro Político Administrativo. Como não foram feitas para fluxo intenso, as ruas têm ficado congestionadas nos horários de pico.

Interdições

Diversas outras interdições se seguem ao desvio da Sefaz no atual trajeto da linha 1. São restrições de tráfego marcadas por tapumes ou cones com potencial para gerar engarrafamentos mesmo fora dos horários mais críticos. Na Avenida do CPA, por exemplo, elas estão no trecho de construção da trincheira Luis Felipe (próximo à entrada para o bairro Alvorada) e no canteiro central, nos pontos onde já se iniciaram os trabalhos de preparação para os trilhos do VLT.

O mesmo se passa em alguns trechos da Prainha, onde costumam ser registrados alguns dos piores congestionamentos de Cuiabá. Afetado por máquinas, semaforizado e conturbado pela passagem de ônibus, veículos de grande porte e os demais convencionais, o trecho entre o Morro da Luz e o cruzamento com a Rua Generoso Ponce retarda a viagem do motorista: a reportagem chegou a demorar 12 minutos para vencer o trecho de aproximadamente 700 metros, por volta das 15h20.

Várzea Grande

Passando em seguida pela Avenida XV de Novembro e cruzando a ponte Júlio Müller, o motorista tem na obra do viaduto Dom Orlando Chaves o primeiro grande transtorno do atual trajeto do VLT em Várzea Grande.

Todo o tráfego da avenida da FEB foi transposto para um dos vãos do viaduto em construção. Além de o desvio se reduzir à passagem de um carro por vez em cada sentido, o asfaltamento é precário. A demanda de veículos é alta, pois a área absorve parte significativa do tráfego entre Cuiabá e Várzea Grande.
Em seguida, grande parte da linha reta da avenida da FEB atualmente está interditada até a trincheira da região do Zero Quilômetro.

Com o canteiro central todo demolido para a instalação do VLT, o motorista tem que seguir as placas indicadoras dos desvios. Estes caminhos são ruas de bairros majoritariamente residenciais e estão prejudicadas por buracos abertos pela intensidade do tráfego de agora.

Aeroporto

A partir daí as obras da Copa já não permitem que, atualmente, o motorista de veículo comum execute o trajeto do que será a linha 1 do VLT, pois a avenida João Ponce de Arruda – antes facilmente acessível por meio da FEB - está intrafegável no sentido de quem se dirige ao aeroporto Marechal Rondon.

Os desvios conduzem o motorista por ruas de bairros até chegar à avenida Filinto Müller, esta já de tráfego mais rápido, até o semáforo que marca a entrada do terminal aeroportuário, onde também podem ser vistas obras do centro de operações do VLT, logo ao lado.Para quem chega ao aeroporto, o trecho final não reserva muita dificuldade, e sim para quem sai do terminal com destino a Cuiabá.

Isso porque a avenida João Ponce de Arruda, interditada para quem vai até o terminal, até que permite o sentido inverso, mas apenas em uma pista. O restante está tomado pelas obras dos trilhos do VLT.

O resultado são carros em fila tentando sair dos arredores do Marechal Rondon. Segundo taxistas que trabalham no terminal, nos horários de pico chega-se a demorar 30 minutos só para apanhar o passageiro em frente ao desembarque e ultrapassar o trecho em obras, pelo qual só passa um carro por vez.

Nessas ocasiões, levar um passageiro até Cuiabá e retornar ao ponto - viagem que o consórcio VLT promete fazer em até 90 minutos - pode levar duas horas. A expectativa é de que, até 2030, o novo trem urbano atenda nesta linha cerca de oito mil passageiros por hora.







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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Primeiros trilhos do VLT em MT são preparados para a instalação

21/10/2013 - G1 MT


Materiais que compõem a primeira etapa dos trilhos do Veículo Leve Sobre Trilhos ( VLT) estão sendo preparados para a instalação, de acordo com a Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa). Os equipamentos estão armazenados em uma área, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, onde deverá funcionar o centro de manutenção do VLT. Eles ainda estão recebendo os últimos acabamentos antes da montagem. Os trilhos devem ser instalados em um percurso de 22,8 km em Cuiabá e Várzea Grande.
 
Esses são os primeiros trilhos, que estão guardados no centro de manutenção do VLT. Os demais ainda devem chegar. A Secopa informou que serão utilizados dois tipos de trilhos no VLTCuiabá-Várzea Grande: os grooved, produzidos na Polônia, e os vignole, fabricados na Espanha. Os materiais virão até o o porto paranaense de Paranaguá e depois serão transportados de caminhão até a Capital.
 
Segundo a Secopa, foram fabricados 90 km de trilhos "grooved", que serão instalados nos 22,2 km de trajeto do VLT. Já os trilhos "vignole" serão instalados apenas no Centro de Manutenção e pátio de estacionamento do VLT.
 
A construção da via permanente é responsabilidade do Consórcio Construtor, formado pela CR Almeida e Santa Bárbara, além de mais três empresas, as projetistas Astep e Magna e a CAF Brasil, fornecedora dos trens e da sinalização férrea.
Fonte http://www.topnews.com.br/noticias_ver.php?id=24746

Apenas um trecho do VLT fica pronto para Copa, declara Silval

23/10/2013 - Reporter MT

O governador Silval Barbosa (PMDB) admitiu publicamente nesta quarta-feira, durante coletiva de imprensa no Palácio Paiaguás, que somente parte do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) fica pronta antes da Copa do Mundo de 2014.

Apesar da "má notícia", o chefe do Executivo garantiu que o novo modal estará em funcionamento até dezembro deste ano. Serão implantados apenas o Eixo 1, que vai da Avenida do CPA até o Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande.

Silval afirmou que o período de chuvas prejudicou, e muito, a execução das obras. "Não vai dar tempo mesmo. Precisamos mexer com drenagem e escavação, e o período de chuvas prejudica esse trabalho", disse ele.

O Consórcio VLT, empresa responsável pela implantação do modal, não teria solicitado ainda um aditivo de prazos e também já teria garantido ao Governo que não irá solicitar suplementação financeira para terminar a obra.

"A empresa precisa solicitar esse aditivo, que seja de um, dois ou três meses, mas precisamos de prazos para estabelecer um cronograma. O prazo pode até ser alterado, mas o valor continuará o mesmo", disse Silval.

Para a implantação do novo modal, o Governo do Estado assinou o contrato com a Caixa Econômica Federal no valor de R$ 423 milhões. A segunda etapa da liberação dos recursos ocorrerá com a assinatura do contrato de R$ 727,9 milhões financiados pelo Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) por meio da CEF, além de arcar com os custos das desapropriações.

SOBRE O VLT

O modal de transporte coletivo era pra ser o principal legado da Copa do Mundo em Cuiabá. O sistema escolhido pelo governo do Estado previa a construção de 33 estações em duas linhas troncos: a maior será a que vai ligar o CPA ao Aeroporto.

A outra linha sairia da avenida Fernando Correa da Costa com destino à praça Bispo Dom José, onde deve ser construído a integração entre as duas linhas troncos. Serão 22,2 quilômetros de trilhos.

O VLT cuiabano prevê um sistema com 40 composições de 44 metros cada. Cada uma destas composições comporta até 71 passageiros sentados. Com uma composição em tráfego por estação no intervalo de 3 minutos, nos horários de pico, haverá uma demanda de até 8 mil passageiros. Cada uma das estações deverá receber um módulo de integração com o transporte coletivo tradicional (ônibus).

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Trem do VLT sai de Santos rumo a Cuiabá na semana que vem

23/10/2013 - Cenário MT

A primeira composição do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que rodará em Cuiabá e Várzea Grande a partir de 2014 já está no Porto de Santos (SP) e deve partir rumo a Cuiabá na próxima semana com carretas especiais. A previsão é do secretário Extraordinário da Copa (Secopa), Maurício Guimarães que nesta quarta-feira (16) acompanhou a chegada do primeiro lote de trilhos que serão instalados no Centro de Manutenção e na via permanente.

A estimativa do secretário da Secopa é de que a primeira composição, com sete vagões chegue ao pátio do Centro de Manutenção (CM), em Várzea Grande no início do mês de novembro. Até lá, os trilhos já deverão estar instalados no local, para que possam acomodar os trens do VLT. O Governo do Estado encomendou 40 composições para servir duas linhas tronco – Aeroporto-CPA e Coxipó-Centro.

A chegada do primeiro lote de trilhos significou mais um avanço no processo de implantação do VLT em Cuiabá e Várzea Grande. De acordo com a Secopa, ao todo, serão 10 quilômetros de trilhos vignole, totalizando 592 toneladas de material. A primeira carreta com os trilhos vignole chegou na quarta-feira (16), dentro do cronograma previsto pelo Consórcio VLT, cuja carga está sendo armazenada em Várzea Grande.

O outro tipo de trilho, o grooved, será instalado ao longo da via permanente do VLT, num trajeto de aproximadamente 22 km, o que corresponde a aproximadamente 90 km de trilhos (ida e volta). Esse material foi fabricado na Polônia e a previsão é que eles cheguem a Cuiabá em novembro.

 O consórcio informou ainda que outras nove carretas chegarão nos próximos dias. Os trilhos foram fabricados na Espanha e serão estocados no pátio do Centro de Manutenção. Boa parte servirá para a área de estacionamento dos trens, de manobras e de manutenções do VLT. Lá mesmo serão realizados os primeiros testes com os veículos que chegam a partir de novembro.

O desembarque dos trilhos na quarta-feira foi um marco para a implantação do novo modal do transporte. Com a chegada dos trilhos vignole, os trabalhos para implantação na via começam imediatamente. A princípio, cerca de 30 colaboradores trabalham no envelopamento dos trilhos, usando o Q-track, material que chegou à cidade em agosto.

O consórcio responsável pela instalação do VLT na capital informou que a preparação dos trilhos será executada de acordo com o cronograma de produção elaborado pelo Consórcio VLT, a partir da chegada de todo o material. Neste início, os trilhos serão instalados na área que compreende o pátio de estacionamento dos trens, o que equivale a cerca de 60% dos 10 km.

De acordo com a Secopa, as obras do Centro de Manutenção prosseguem em ritmo acelerado. Já foi realizado o trabalho de terraplenagem da área do CM e Centro de Controle e Operações (CCO). No fim de agosto começaram as atividades de fundação da edificação da estrutura do CM e CCO, com a execução de estacas.

A equipe de engenharia de produção já vem trabalhando na preparação das bases para o assentamento dos trilhos e colocação de dutos para instalação do sistema elétrico e de telecomunicações. Depois disso pronto, o próximo passo é a instalação dos trilhos.

Paralelamente, seguem à pleno vapor as obras de viadutos e escavações da via permanente em quase 20 frentes de trabalho em Cuiabá e Várzea Grande. A prioridade do consórcio é concluir a linha Aeroporto-CPA antes da Copa do Mundo. O governador Silval Barbosa admitiu pela primeira vez esta semana, que "é possível que o VLT não fique pronto totalmente para a Copa do Mundo, mas, pelo menos a linha ligando o aeroporto ao CPA será entregue até março de 2014".

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Justiça determina a retirada de posto da Avenida do CPA

23/10/2013 - Midia News

O Governo do Estado conseguiu, na Justiça, o deferimento do pedido para reintegração de posse da área onde hoje está localizado o posto de combustível operado pela empresa Amazônia Petróleo, no canteiro central da Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA).

A remoção do empreendimento da área é necessária para a implantação do Eixo 1 (Aeroporto-CPA) da via permanente do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

O posto foi erguido no local – próximo à Praça Ulisses Guimarães – há décadas. Na ocasião, ele era de propriedade da empresa Comercial Santa Rita.

De acordo com o secretário da Copa, Maurício Guimarães, o terreno ocupado pelo imóvel foi avaliado em R$ 1,070 milhão, valor que deverá ser depositado pelo Estado, dentro dos próximos dias.

"A Justiça acatou o nosso pedido, deferiu e nos mandou fazer o depósito. Agora, a bola está nas mãos do Estado. Só precisa fazer o depósito judicial e informar ao juiz que, de imediato, deve decretar a liminar para tomarmos posse do terreno. Logicamente, demora alguns dias para se fazer a desmobilização", disse.

Ação na Justiça

"A Justiça acatou o nosso pedido, deferiu e nos mandou fazer o depósito. Agora, a bola está nas mãos do Estado. Só precisa fazer o depósito judicial e informar ao juiz "
O laudo técnico de avaliação do terreno para desapropriação não leva em conta, porém, o fundo de comércio (bens materiais utilizados pelo posto na exploração do seu negócio).

Atualmente, a dona da área é a Petrobras Distribuidora - que deverá ser notificada e indenizada -, que aluga o posto de combustível para a Amazônia Petróleo.

Segundo a defesa da empresa, o investimento feito no posto e a existência de um contrato de locação por tempo indeterminado com a Petrobras devem ser levados em conta pela Justiça.

Por essa razão, o advogado da empresa já acionou a Justiça para garantir que ela também seja indenizada pela remoção do posto da avenida. A decisão é esperada para esta semana.

Caso o juiz seja desfavorável ao pagamento de indenização por parte do Estado, a empresa irá recorrer ao Tribunal de Justiça.

A obra

As escavações para implantação dos trilhos do VLT já tiveram início na via. A obra está agendada para ser entregue em 13 de março de 2014.

O prazo já foi admitido pelo Estado como desafiador, fazendo com o que governador Silval Barbosa (PMDB) afirmasse que a prioridade é a finalização do Eixo 1 até a Copa do Mundo, que ocorre nos meses de junho e julho de 2014. O Eixo 2 (Coxipó-Centro), por sua vez, pode ficar pronto depois do Mundial.

Pedro Alves/MidiaNews


Secretário da Copa, Maurício Guimarães: emissão de laudo de reintegração de posse depende de depósito judicial
Ao MidiaNews, o Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande, responsável pela implantação do novo modal de transporte coletivo, afirmou, por meio de nota, que a saída do posto de combustível não é algo que possa ser discutido e é necessária, principalmente, por uma questão de segurança.

De acordo com os construtores, o VLT deverá ocupar apenas oito metros de largura do canteiro central de todas as avenidas por onde irá passar. No caso da área específica do posto, os estudos técnicos apontam que, para a implantação do projeto, não há necessidade de toda a área ser desocupada.

No entanto, para garantir a segurança do projeto – uma vez que o VLT será movido à eletricidade –, há necessidade da desativação e desmobilização integral do estabelecimento.

domingo, 20 de outubro de 2013

Primeiros trilhos do VLT em Cuiabá são preparados para instalação

21/10/2013 - Cenário MT

O governador comemorou o avanço na obras do VLT e afirmou que os trabalhos estão em ritmo acelerado.

A primeira etapa dos trilhos que vão compor o Veículo Leve Sobre Trilhos ( VLT) já estão sendo preparados para a instalação. Na tarde da última quarta-feira (16.10), o governador Silval Barbosa e o secretário Extraordinário da Copa, Maurício Guimarães, visitaram a área em Várzea Grande onde os trilhos são armazenados e recebem os acabamentos. Ao todo, o VLT terá 22.8 km de trilhos permanentes.

O governador comemorou o avanço na obras do VLT e afirmou que os trabalhos estão em ritmo acelerado. "...e podem ser feitos independente da chuva. Por isso estou confiante", avaliou. Segundo Mauricio Guimarães, estes são os primeiros trilhos do centro de manutenção do VLT. "Os trilhos da via permanente ainda estão para chegar ao Brasil. Tem muito trilho para chegar, isto é só o início. Daqui a alguns dias vamos receber os primeiros veículos que já estão no país", explicou.

Como o transporte será feito por meio rodoviário, serão necessárias 125 viagens de caminhão, entre o porto paranaense de Paranaguá e a Capital para trazer todos os trilhos. Os trilhos do VLT cuiabano já foram fabricados e serão de dois tipos: "grooved", produzidos na Polônia, e "vignole", da Espanha. Ao todo, foram fabricados 90 km de trilhos "grooved", que serão instalados nos 22,2 km de trajeto do VLT. Já os trilhos "vignole" serão implementados apenas no Centro de Manutenção e pátio de estacionamento do VLT (antiga Vila Militar, em Várzea Grande).

Fonte: CenárioMT

sábado, 19 de outubro de 2013

Primeiros trilhos do VLT chegam ao Mato Grosso, para montagem

18/10/2013 - Revista Grandes Construções

Material, denominado vignole, será instalado no pátio de estacionamento e manobras, no Centro de Manutenções; ao todo, serão 10 km de trilhos

Chegou ao Mato Grosso o primeiro lote de trilhos do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Cuiabá-Várzea Grande. Eles serão montados no Centro de Manutenções (CM), em Várzea Grande e, ao todo,correspondem a 10 km de trilhos vignole - mais uma quantidade reserva -, totalizando 592 toneladas de material. A Secopa informou que serão utilizados dois tipos de trilhos no VLT: os grooved, produzidos na Polônia (que chegam ao país em novembro), e os vignole, fabricados na Espanha.
A primeira carreta com os trilhos vignole chegou na quarta-feira (16), de caminhão, vinda do Porto de Paranaguá (PR). Outras nove carretas chegarão nos próximos dias. No pátio de estacionamento, de manobras e de manutenções do VLT, localizado em Várzea Grande, serão feitos os primeiros testes com os veículos, que chegarão em lotes, a partir de novembro.
Com a chegada dos trilhos vignole, os trabalhos para implantação na via já podem ser iniciados. Neste primeiro momento, cerca de 30 colaboradores trabalham no envelopamento dos trilhos, usando o material que chegou à cidade no fim de agosto, denominado de Q-track.
O Q-track reúne os equipamentos que compõem o sistema de instalação dos trilhos (cola, película elec de isolamento energético, borrachas de envelopamento e os pórticos de posicionamento dos trilhos). Imediatamente após a descarga do material, os trabalhadores iniciaram o processo de preparação dos trilhos, que antecedem a instalação efetiva na via.
Primeiramente é colada a película elec para em seguida serem instaladas as borrachas, que têm a função de minimizar o atrito das rodas dos trens sobre o trilho, reduzindo os ruídos e vibrações. Além do envelopamento será feita a curvatura dos trilhos, conforme a necessidade. Vale lembrar que parte da remessa dos trilhos vignole foi transportada para a fábrica da VAE, em São Paulo, onde serão fabricados os AMVs (Aparelho de Mudança de Via), para que os trens passem de uma linha para outra. A VAE é uma empresa contratada pelo Consórcio VLT especializada na fabricação de AMVs.
A preparação dos trilhos será executada de acordo com o cronograma de produção elaborado pelo Consórcio VLT, a partir da chegada de todo o material. Primeiramente os trilhos serão instalados na área que compreende o pátio de estacionamento dos trens, o que equivale a cerca de 60% dos 10 km. É nesse local que os veículos serão armazenados até que parte da via permanente esteja concluída e ele possa se movimentar, iniciando a fase de testes.
O outro tipo de trilho, o grooved, será instalado ao longo da via permanente do VLT, num trajeto de aproximadamente 22 km, o que corresponde a aproximadamente 90 km de trilhos. A previsão é que eles cheguem a Cuiabá em novembro, quando receberão o mesmo tratamento dos vignole antes de serem instalados na via permanente.
Centro de Manutenções e Operações
As obras do Centro de Manutenções (CM) prosseguem, com a terraplenagem já concluída na área do CM e do Centro de Controle e Operações (CCO), e sendo executada na área reservada ao Terminal de Integração de Várzea Grande.
Outras ações concluídas referem-se à limpeza, corte e aterro, além da drenagem na área, que foi direcionada para um canal existente próximo ao local. Em paralelo, seguem as escavações e a compactação do solo.
A colocação das estacas de fundação da edificação da estrutura do CM e CCO tiveram início no fim de agosto, e hoje a equipe de engenharia de produção trabalha na preparação das bases para o assentamento dos trilhos e colocação de dutos para instalação do sistema elétrico e de telecomunicações, que também faz parte da via permanente. Com essa estrutura pronta, a próxima etapa é a instalação dos trilhos.
O Centro de Manutenções, como o próprio nome diz, será o local para reparos, ajustes e outras atividades referentes ao bom estado e funcionamento dos veículos. Próximo será construído o pátio de estacionamento dos VLTs.
Já o CCO concentrará todo o funcionamento do VLT, onde serão instalados modernos equipamentos, que vão monitorar horário de chegada e partida dos trens, parada nas estações, velocidade, fluxo de passageiros, etc. Será desse local que os controladores se comunicarão com os condutores dos trens, com as estações e terminais.

Composições

De acordo com o secretário da Secopa, Maurício Guimarães, a primeira composição do VLT já está no Porto de Santos, em São Paulo, e deve partir rumo a Cuiabá na próxima semana. A expectativa é que o veículo chegue ao pátio de manutenção, em Várzea Grande, até novembro.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Chegam os primeiros trilhos para o sistema VLT de cuiabá

17/10/2013 - Mídia News

Os primeiros trilhos do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que serão implantados no Centro de Manutenção do Complexo Operacional do VLT – que está sendo construído próximo ao Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande – já chegaram à Capital. 

A entrega acontece 10 meses após a data inicialmente prevista, em janeiro deste ano.


No total, serão entregues dez carretas do material tipo "vignole", fabricados na Espanha e que são diferentes dos demais trilhos (tipo "grooved"), que são produzidos na Polônia e serão alocados ao longo dos 22,2 km de via permanente do VLT.

A chegada da primeira carreta ocorreu na quarta-feira (16) e foi acompanhada pelo governador Silval Barbosa (PMDB) e pelo secretário extraordinário da Copa do Mundo (Secopa), Maurício Guimarães.

Os trilhos já começaram a ser preparados para instalação no Centro de Manutenções e no pátio de estacionamento do VLT, localizado na antiga Vila Militar. Apenas do tipo "vignole", serão 10 km de trilhos implantados – mais uma quantidade reserva –, totalizando 592 toneladas de material.

Os equipamentos estão sendo armazenados em uma área especial, na cidade de Várzea Grande, que será destinada para o descarregamento de todos os materiais que compõem o VLT.

O Governo do Estado informou que o primeiro lote foi descarregado e está passando, agora, pelo período de acabamento que precede a implantação, fase essa que, segundo o governador, independe do período de chuva que se inicia na Capital.

Entre os procedimentos que antecedem a implantação dos trilhos na via permanente, estão a instalação da película, o envelopamento (enjaquetamento) e a calandragem (curvatura) dos trilhos.

Os 90 km de trilhos da via permanente, por sua vez, ainda não chegaram ao Brasil, segundo informações da Secopa.

Preparação

Cerca de 30 colaboradores já deram início ao trabalho de envelopamento dos trilhos, usando o material que chegou à cidade no fim de agosto, denominado de Q-track – que reúne os equipamentos que compõem o sistema de instalação dos trilhos (cola, película elec de isolamento energético, borrachas de envelopamento e os pórticos de posicionamento dos trilhos).

Primeiramente, é colada a película elec para em seguida serem instaladas as borrachas, que têm a função de minimizar o atrito das rodas dos trens sobre o trilho, reduzindo os ruídos e vibrações. Além do envelopamento será feita a curvatura dos trilhos, conforme a necessidade.

Depois de prontos, os trilhos serão instalados na área que compreende o pátio de estacionamento dos trens, o que equivale a cerca de 60% dos 10 km. É nesse local que os veículos serão armazenados até que parte da via permanente esteja concluída e ele possa se movimentar, iniciando a fase de testes.

Manutenções e Operações 

As obras do CM, segundo a Secopa, estão em ritmo acelerado. 

A terraplenagem da área do CM e Centro de Controle e Operações (CCO) já foi concluída, atividade que agora está sendo executada na área reservada ao Terminal de Integração de Várzea Grande.

Outras ações já executadas são referentes à limpeza, corte e aterro, além da drenagem na área, que foi direcionada para um canal existente próximo ao local. Em paralelo, seguem as escavações e a compactação do solo.

No fim de agosto começaram as atividades de fundação da edificação da estrutura do CM e CCO, com a execução de estacas. Atualmente, a equipe de engenharia de produção trabalha na preparação das bases para o assentamento dos trilhos e colocação de dutos para instalação do sistema elétrico e de telecomunicações, que também faz parte da via permanente. Com essa estrutura pronta, a próxima etapa é a instalação dos trilhos.

O Centro de Manutenções, como o próprio nome diz, será o local para reparos, ajustes e outras atividades referentes ao bom estado e funcionamento dos veículos. Próximo será construído o pátio de estacionamento dos vagões do VLT.

Já o CCO concentrará todo o funcionamento do VLT, onde serão instalados modernos equipamentos, que vão monitorar horário de chegada e partida dos trens, parada nas estações, velocidade, fluxo de passageiros, etc. Será desse local que os controladores se comunicarão com os condutores dos trens, com as estações e terminais.

VLT

De acordo com o relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE), a última medição, feita em julho deste ano, constatou que 37,9% da obra do VLT estava pronta.

As obras do VLT tem prazo de conclusão para 13 de março de 2014. No início desta semana, o governador Silval Barbosa (PMDB) admitiu que a obra inteira, formada por dois eixos (Aeroporto-CPA e Coxipó-Centro) pode não ser concluída no prazo estabelecido, sendo prioridade a finalização do Eixo 1.

"Espero que todas as linhas do VLT fiquem prontas antes da Copa. Mas se não ficar, a prioridade é o eixo central, do Aeroporto até o Comando-geral da Polícia Militar [na Avenida do CPA]", explicou.
A obra está sendo executada pelo Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande, formado pelas empresas Santa Bárbara, CR Almeida, CAF Brasil Indústria e Comércio, Magna Engenharia Ltda. e Astep Engenharia Ltda.

O valor global da obra é de R$ 1,57 bilhão.

Operação do modal

O novo modal será implantado em dois corredores estruturais do transporte coletivo e passará pelas avenidas João Ponce de Arruda e FEB, em Várzea Grande, e também pelas avenidas XV de Novembro, Tenente Coronel Duarte (Prainha), Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA), Coronel Escolástico e Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá.

O Eixo 1, que ligará a região do CPA, em Cuiabá, ao Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, terá 15 km. Esse trajeto contará ainda com dois terminais de integração (CPA e André Maggi).

Já o Eixo 2, que fará a ligação entre o Centro e a região do Coxipó, terá 7,2 km, com um terminal de integração no Coxipó.

Nessas vias serão construídas 33 estações (22 no Eixo 1 e 11 no Eixo 2), bem como três terminais de integração e obras de arte (viadutos, pontes ou trincheiras), necessárias para implantação do modal.

Por Lislaine dos Anjos
Informações: Midia News

Feirantes e moradores de Santos querem mudar o trajeto do VLT

18/10/2013 - G1 Santos

Abaixo-assinado com 7 mil assinaturas foi entregue ao Ministério Público. Documento pede que traçado siga antiga linha do trem

Feirantes e moradores de Santos querem mudar traje
Feirantes e moradores de Santos querem mudar trajeto do VLT
créditos: Reprodução/TV Tribuna
 
Feirantes e moradores de Santos, no litoral de São Paulo, entregaram um abaixo-assinado com sete mil assinaturas para o Ministério Público (MP) solicitando a mudança do trajeto previsto para o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). O documento pede que o traçado seja alterado do canteiro central da Avenida Francisco Glicério para a antiga linha do trem.
 
Os feirantes alegam que se o VLT passar pelo canteiro central, eles não terão para onde ir. Já a preocupação dos moradores das proximidades é que o zoneamento dos bairros seja alterado, passando a ser comerciais.
 
Segundo o Ministério Público, um estudo de 2008 aponta a antiga linha do trem como o traçado ideal para o VLT. O abaixo-assinado será usado como argumento pela Promotoria para defender a tese de que isso deve ser mantido.
 
A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) apresentou um estudo para justificar a alteração. De acordo com o MP, uma equipe técnica está analisando o documento e no dia 5 de novembro deve haver uma reunião para definir o impasse. Caso não haja acordo, o Ministério Público deve entrar com uma ação para interromper a obra.

Marconi assegura recursos federais para o VLT de Goiânia

18/10/2013 - Goiás Agora

O governador Marconi Perillo saiu da reunião com o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, otimista em relação à implantação do VLT de Goiânia. No encontro desta quinta-feira, dia 17, em Brasília, Aguinaldo Ribeiro assegurou ao governador que o Ministério das Cidades garantirá parte dos recursos para as obras se o projeto do VLT de Goiânia ficar pronto até o mês de março do ano que vem. O projeto total do VLT está orçado em R$ 1,3 bilhão e deverá contar com recursos de várias fontes.

Marconi afirmou estar confiante com o cumprimento do prazo e assegurou que o projeto em elaboração será composto de alguns aditivos que irão tornar o VLT mais moderno e dinâmico. "Havia o projeto do trem apenas por superfície. Agora, estamos trabalhando algumas mudanças que permitirão a construção de trechos subterrâneos e algumas obras de arte a mais", explicou.

Também estão incluídos nos projetos a serem beneficiados com recursos do Ministério das Cidades os prolongamentos do Eixo Leste/Oeste para Senador Canedo, de um lado, e o da Vila Mutirão e Vera Cruz, do outro. "São projetos consistentes e muito importantes para a área da mobilidade urbana de Goiânia e da Região Metropolitana", disse o governador.

Para o Entorno do Distrito Federal, onde o transporte urbano tem enfrentado sérios problemas de superlotação e atrasos no cumprimento de horários, o Governo de Goiás trabalha para estender o BRT, em construção, até a cidade de Luziânia. O projeto original, de responsabilidade do Governo do Distrito Federal, prevê a construção do BRT de Brasília até Santa Maria. "Já mostramos a necessidade e a viabilidade de levar o BRT até Luziânia e acreditamos que isso será possível. As conversas estão bem adiantadas e eu estou confiante que isso vai ocorrer", declarou.

Trilhos do VLT começam a ser implantados neste mês em Cuiabá e VG

17/10/2013 - O Documento

Segundo a Secopa, foram fabricados 90 km de trilhos grooved, que serão instalados nos 22,2 km de trajeto do VLT.

Materiais que compõem a primeira etapa dos trilhos do Veículo Leve Sobre Trilhos ( VLT) estão sendo preparados para a instalação, de acordo com a Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa). Os equipamentos estão armazenados em uma área, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, onde deverá funcionar o centro de manutenção do VLT.

Eles ainda estão recebendo os últimos acabamentos antes da montagem. Os trilhos devem ser instalados em um percurso de 22,8 km em Cuiabá e Várzea Grande.

Esses são os primeiros trilhos, que estão guardados no centro de manutenção do VLT. Os demais ainda devem chegar. A Secopa informou que serão utilizados dois tipos de trilhos no VLT Cuiabá-Várzea Grande: os grooved, produzidos na Polônia, e os vignole, fabricados na Espanha. Os materiais virão até o o porto paranaense de Paranaguá e depois serão transportados de caminhão até a Capital.

Segundo a Secopa, foram fabricados 90 km de trilhos "grooved", que serão instalados nos 22,2 km de trajeto do VLT. Já os trilhos "vignole" serão instalados apenas no Centro de Manutenção e pátio de estacionamento do VLT.

A construção da via permanente é responsabilidade do Consórcio Construtor, formado pela CR Almeida e Santa Bárbara, além de mais três empresas, as projetistas Astep e Magna e a CAF Brasil, fornecedora dos trens e da sinalização férrea.

Fonte: O Documento 

Trilhos do VLT em MT são preparados para a instalação

17/10/2013 - G1 MT

Materiais que compõem a primeira etapa dos trilhos do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) estão sendo preparados para a instalação, de acordo com a Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa). Os equipamentos estão armazenados em uma área, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, onde deverá funcionar o centro de manutenção do VLT. Eles ainda estão recebendo os últimos acabamentos antes da montagem. Os trilhos devem ser instalados em um percurso de 22,8 km em Cuiabá e Várzea Grande.

Esses são os primeiros trilhos, que estão guardados no centro de manutenção do VLT. Os demais ainda devem chegar. A Secopa informou que serão utilizados dois tipos de trilhos no VLT Cuiabá-Várzea Grande: os grooved, produzidos na Polônia, e os vignole, fabricados na Espanha. Os materiais virão até o o porto paranaense de Paranaguá e depois serão transportados de caminhão até a Capital.

Segundo a Secopa, foram fabricados 90 km de trilhos "grooved", que serão instalados nos 22,2 km de trajeto do VLT. Já os trilhos "vignole" serão instalados apenas no Centro de Manutenção e pátio de estacionamento do VLT.

A construção da via permanente é responsabilidade do Consórcio Construtor, formado pela CR Almeida e Santa Bárbara, além de mais três empresas, as projetistas Astep e Magna e a CAF Brasil, fornecedora dos trens e da sinalização férrea.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Aeroporto próximo ao VLT é pioneiro no Brasil

20/06/2013 - Governo MT

Foto: Pedro Alves

A proximidade do aeroporto Internacional Marechal Rondon, de Várzea Grande, com o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) será um diferencial em comparação a outras cidades brasileiras. De acordo com o professor de arquitetura da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), José Afonso Portocarrero, metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro e até mesmo a capital do Brasil, Brasília, ainda não dispõem de sistema de transporte coletivo em trilhos nos arredores dos aeroportos.

"Essa facilidade será um ganho para Várzea Grande e Cuiabá. A Cidade Industrial será pioneira nesse quesito no Brasil", destacou o docente. O Aeroporto Internacional Marechal Rondon, uma das portas de entrada e saída de Mato Grosso, terá papel importante para a Copa do Mundo de 2014. Consciente que o empreendimento será "a primeira impressão do estado" para os turistas, a Infraero está investindo R$ 77,2 milhões na ampliação e reformas.

Se hoje a capacidade anual do aeroporto é de 2,1 milhões de passageiros, com as intervenções esse número chegará a 5,7 milhões de pessoas no ano, um acréscimo superior a 170%. Atualmente, calcula-se que 20 mil pessoas transitem pelo local por dia, sendo que, desse montante, 7.670 são passageiros.

Para atender o fluxo de visitantes, o aeroporto conta com 33 pontos comerciais. No entanto, após a conclusão das obras, prevista para março de 2014, o número se ampliará para 68 estabelecimentos. Segundo o superintendente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Várzea Grande, Jean Ibrahim, as lojas do aeroporto têm como foco geralmente os turistas. "É um público muito rotativo", descreve.

Fonte: Assessoria

Marconi Perillo faz reunião para discutir Implantação do Projeto do VLT

24/06/2013 - Gazeta do Estado

Em reunião na última sexta-feira, 21, o governador Marconi Perillo e o coordenador de Implantação do Projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), Carlos Maranhão, reuniram-se com representantes do Fórum Empresarial e dos comerciantes da Avenida Anhanguera, em Goiânia, para ouvir as reivindicações e sugestões sobre a implantação do novo transporte.

Segundo Carlos Maranhão, a licitação do VLT será aberta esta semana. "Estamos empenhados em promover a melhoria do transporte coletivo para a capital, além de contribuir para amenizar os transtornos naturais causados pela obra.

Portanto, estamos estabelecendo o diálogo com os representantes dos comerciantes diretamente afetados, para que possamos atenuar os impactos decorrentes desta obra de grande envergadura", alegou Carlos Maranhão. E acrescentou: "Esse governo não pensa em obras sob o ponto de vista eleitoral, mas sim em conferir bem-estar à população. Se a obra vai se alongar além deste mandato, isso apenas sinaliza para o tamanho da sua envergadura", argumentou.

Os recursos para a sua realização já foram assegurados. Segundo Maranhão, serão R$ 215 milhões provenientes do PAC, mais de R$ 500 milhões dos cofres estaduais e outros R$ 500 milhões levantados pela iniciativa privada, no formato Parceria Público-Privada. "Já estamos com os recursos assegurados para o início das obras, que serão realizadas trecho a trecho para atenuar os impactos negativos do projeto", finalizou.

Fonte: Gazeta do Estado
Publicada em:: 24/06/2013

VLT vai retirar 80% dos ônibus das 3 principais avenidas de Cuiabá

16/06/2013 - A Gazeta

Aproximadamente 80% dos ônibus deixarão de trafegar por três das principais vias de Cuiabá e Várzea Grande após a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). O dado faz parte do Plano de Mobilidade Urbana, atualmente em fase de elaboração por parte de uma consultoria contratada pela Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo de Mato Grosso (Secopa/MT). Nas avenidas da FEB, Historiador Rubens de Mendonça (CPA) e Fernando Corrêa da Costa, o metrô de superfície passará a contar com total prioridade.
Entre os tipos de linhas existentes, a redução de quilometragem rodada varia de 12% para as municipais de Várzea Grande, até 60% no caso das intermunicipais. As linhas municipais de Cuiabá sofrerão uma redução de cerca de 50%. Uma das novidades está a mudança da localização do Terminal André Maggi, em Várzea Grande, para atender a demanda de passageiros.
A medida pode resultar na redução da frota atual de ônibus das quatro empresas que operam os sistemas nos e entre os dois municípios. Cuiabá conta hoje com 380 carros, Várzea Grande 78 e os intemunicipais chegam a 92 ônibus. Engenheiro da Secopa, Rafael Detoni Moraes, ressalta que algumas linhas que passam por estas avenidas, ou as cruzam, serão mantidas. "Mas teremos mudanças importantes no sistema como um todo na cidade".

Explica que as mudanças fazem parte de um processo de racionalização do transporte coletivo das duas cidades e podem representar um marco da mudança do conceito de locomoção nos municípios, a exemplo do que ocorre em grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro. "Com um transporte mais racional, muitas pessoas poderão deixar seus veículos em casa e utilizar, com rapidez, o VLT, os ônibus, ou o sistema integrado".

Atualmente, grande parte das linhas está sobreposta e, em alguns casos, faz junto até 80% do itinerário. Detoni cita como exemplo a região do Coxipó, composta por cerca de 40 bairros. "Hoje, eles (ônibus) saem dos bairros e passam a trafegar juntos pela Fernando Corrêa da Costa, até o centro da cidade. Com o VLT, boa parte dos ônibus vai transportar os passageiros até uma estação de integração e será o metrô de superfície que levará à região central". Para efeito de comparação, cada composição do VLT comporta passageiros de 4 ônibus e meio.
O estudo está sendo tocado por uma das maiores empresas do ramo de transportes da América do Sul, que já realizou diversos estudos nas duas principais cidades de Mato Grosso. "Eles possuem know how e todos os dados necessários para propor as mudanças. Encaminhamos a eles os dados atualizados e isso fez parte do estudo".

A empresa foi contratada em 2010 para realizar o estudo de integração do sistema existente com o modal escolhido até então, o Bus Rapid Transport (BRT).
Detoni salienta parte do plano executado será fruto do reaproveitamento do estudo realizado pela Oficina. "É necessário apenas alguns ajustes, como nos indicadores de demanda do VLT, que comporta mais passageiros do que o BRT, bem como os pontos de cruzamento dos modais, mas ele vai ser reaproveitado, sim".

Outra novidade prevista no plano está a mudança na forma de integração entre veículos. Atualmente, o procedimento é limitado a uma vez por viagem. "A integração passará a ocorrer por tempo, porque para se chegar a alguns lugares será necessário efetuar duas integrações. Uma
pessoa que vai da Morada do Ouro para o Liceu Cuiabano, poderá pegar um ônibus direto, mas se achar que a demora será maior, pode pegar o ônibus até o VLT e da Prainha outro ônibus até o Liceu pagando uma passagem".
As mudanças no sistema de transporte coletivo agradam ao doutor em Engenharia de Transportes Luiz Miguel de Miranda. Para ele, a melhor saída para a solução dos problemas hoje enfrentados pelo usuário está na racionalização do sistema. "Não existe mágica quando se fala em plano de sistema de transporte ou engenharia de tráfego. Planejar é muito mais importante do que fazer obra".

O problema, na opinião do especialista, é que o desenvolvimento de projetos leva tempo e requer, acima de tudo, que o usuário do transporte seja ouvido. "Um plano, para ser elaborado, maturado, modificado e definitivamente implementado não leva menos de 3 anos e ouve, mais do que a todos, o cidadão, usuário do transporte, que paga a conta e sofre com os problemas".
Detoni concorda com a opinião de Miranda e afirma que os dados
atualizados do sistema estão
sendo levados em
consideração pela consultoria, desde 2010.
Presidente da Associação Matogrossense dos Transportes Urbanos (MTU), Ricardo Caixeta Ribeiro salienta que as empresas que atualmente operam o sistema não foram procuradas para discutir o Plano. "Temos notícia de que há um estudo em andamento, mas não nos sentamos à mesa para falarmos sobre ele". Caixeta destaca que se as empresas forem chamadas pela Secopa para conversar sobre o assunto, irão.

O presidente afirma que até que haja a implantação do VLT e o sistema for mantido, as empresas continuarão a atender a população normalmente. "Temos ordens de serviço, uma frota de veículos e funcionários e iremos atender a população da melhor maneira possível de acordo com o que é determinado".
O VLT será composto por 2 eixos de rodagem e terá mais de 22 quilômetros de extensão, divididos em 33 estações. O metrô de superfície ligará o Aeroporto Internacional Marechal Cândido Rondon, em Várzea Grande, ao CPA e o centro da cidade à região do Coxipó, passando pela avenida Fernando Corrêa da Costa.

Licitação para o VLT está marcada para 2 de agosto

24/06/2013 - Goiás Agora

A abertura da licitação do Veículo Leve sobre Trilhos para Goiânia está marcada para às 9 horas do dia 2 de agosto de 2013. O aviso de licitação internacional referente ao VLT foi publicado no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (21).

O objeto da licitação é a seleção de proposta mais vantajosa para a contratação, na modalidade de concessão patrocinada, da prestação de serviços no Eixo Anhanguera por meio do sistema de VLT, incluindo sua implantação, operação e manutenção.

O edital, planilhas, formulários, informações, estudos e os elementos de projeto relacionados estão na internet, no site da Secretaria Metropolitana, ou em CD-R na sede do grupo Executivo, à Rua 84, nº 396, Setor Sul, Goiânia, CEP: 74080-400, de segunda a sexta-feira, das 9 às 11h30 e das 14 às 17 horas.

Fonte: Goiás Agora
Publicada em:: 24/06/2013

VLT vai retirar 80% dos onibus das 3 principais avenidas de Cuiabá

17/06/2013 - A Gazeta

O estudo está sendo tocado por uma das maiores empresas do ramo de transportes da América do Sul, que já realizou diversos estudos nas duas principais cidades de MT.

Aproximadamente 80% dos ônibus deixarão de trafegar por três das principais vias de Cuiabá e Várzea Grande após a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). O dado faz parte do Plano de Mobilidade Urbana, atualmente em fase de elaboração por parte de uma consultoria contratada pela Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo de Mato Grosso (Secopa/MT). Nas avenidas da FEB, Historiador Rubens de Mendonça (CPA) e Fernando Corrêa da Costa, o metrô de superfície passará a contar com total prioridade.

Entre os tipos de linhas existentes, a redução de quilometragem rodada varia de 12% para as municipais de Várzea Grande, até 60% no caso das intermunicipais. As linhas municipais de Cuiabá sofrerão uma redução de cerca de 50%. Uma das novidades está a mudança da localização do Terminal André Maggi, em Várzea Grande, para atender a demanda de passageiros.

A medida pode resultar na redução da frota atual de ônibus das quatro empresas que operam os sistemas nos e entre os dois municípios. Cuiabá conta hoje com 380 carros, Várzea Grande 78 e os intemunicipais chegam a 92 ônibus. Engenheiro da Secopa, Rafael Detoni Moraes, ressalta que algumas linhas que passam por estas avenidas, ou as cruzam, serão mantidas. "Mas teremos mudanças importantes no sistema como um todo na cidade".

Explica que as mudanças fazem parte de um processo de racionalização do transporte coletivo das duas cidades e podem representar um marco da mudança do conceito de locomoção nos municípios, a exemplo do que ocorre em grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro. "Com um transporte mais racional, muitas pessoas poderão deixar seus veículos em casa e utilizar, com rapidez, o VLT, os ônibus, ou o sistema integrado".

Atualmente, grande parte das linhas está sobreposta e, em alguns casos, faz junto até 80% do itinerário. Detoni cita como exemplo a região do Coxipó, composta por cerca de 40 bairros. "Hoje, eles (ônibus) saem dos bairros e passam a trafegar juntos pela Fernando Corrêa da Costa, até o centro da cidade. Com o VLT, boa parte dos ônibus vai transportar os passageiros até uma estação de integração e será o metrô de superfície que levará à região central". Para efeito de comparação, cada composição do VLT comporta passageiros de 4 ônibus e meio.

O estudo está sendo tocado por uma das maiores empresas do ramo de transportes da América do Sul, que já realizou diversos estudos nas duas principais cidades de Mato Grosso. "Eles possuem know how e todos os dados necessários para propor as mudanças. Encaminhamos a eles os dados atualizados e isso fez parte do estudo".

A empresa foi contratada em 2010 para realizar o estudo de integração do sistema existente com o modal escolhido até então, o Bus Rapid Transport (BRT).

Detoni salienta parte do plano executado será fruto do reaproveitamento do estudo realizado pela Oficina. "É necessário apenas alguns ajustes, como nos indicadores de demanda do VLT, que comporta mais passageiros do que o BRT, bem como os pontos de cruzamento dos modais, mas ele vai ser reaproveitado, sim".

Outra novidade prevista no plano está a mudança na forma de integração entre veículos. Atualmente, o procedimento é limitado a uma vez por viagem. "A integração passará a ocorrer por tempo, porque para se chegar a alguns lugares será necessário efetuar duas integrações. Uma
pessoa que vai da Morada do Ouro para o Liceu Cuiabano, poderá pegar um ônibus direto, mas se achar que a demora será maior, pode pegar o ônibus até o VLT e da Prainha outro ônibus até o Liceu pagando uma passagem".

As mudanças no sistema de transporte coletivo agradam ao doutor em Engenharia de Transportes Luiz Miguel de Miranda. Para ele, a melhor saída para a solução dos problemas hoje enfrentados pelo usuário está na racionalização do sistema. "Não existe mágica quando se fala em plano de sistema de transporte ou engenharia de tráfego. Planejar é muito mais importante do que fazer obra".

O problema, na opinião do especialista, é que o desenvolvimento de projetos leva tempo e requer, acima de tudo, que o usuário do transporte seja ouvido. "Um plano, para ser elaborado, maturado, modificado e definitivamente implementado não leva menos de 3 anos e ouve, mais do que a todos, o cidadão, usuário do transporte, que paga a conta e sofre com os problemas".

Detoni concorda com a opinião de Miranda e afirma que os dados
atualizados do sistema estão
sendo levados em

consideração pela consultoria, desde 2010.

Presidente da Associação Matogrossense dos Transportes Urbanos (MTU), Ricardo Caixeta Ribeiro salienta que as empresas que atualmente operam o sistema não foram procuradas para discutir o Plano. "Temos notícia de que há um estudo em andamento, mas não nos sentamos à mesa para falarmos sobre ele". Caixeta destaca que se as empresas forem chamadas pela Secopa para conversar sobre o assunto, irão.

O presidente afirma que até que haja a implantação do VLT e o sistema for mantido, as empresas continuarão a atender a população normalmente. "Temos ordens de serviço, uma frota de veículos e funcionários e iremos atender a população da melhor maneira possível de acordo com o que é determinado".

O VLT será composto por 2 eixos de rodagem e terá mais de 22 quilômetros de extensão, divididos em 33 estações. O metrô de superfície ligará o Aeroporto Internacional Marechal Cândido Rondon, em Várzea Grande, ao CPA e o centro da cidade à região do Coxipó, passando pela avenida Fernando Corrêa da Costa.

Fonte: A Gazeta/Só Notícias

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Governador admite que VLT de Cuiabá não ficará pronto no prazo

15/10/2013 - Midia News

Obras do eixo CPA-Aeroporto, com cerca de 15 km, serão priorizadas, promete o governador do MT Silval Barbosa

Laíse Lucatelli

Em julho, 37,9% da obra do VLT estava pronta

O governador Silval Barbosa (PMDB) admitiu, publicamente, pela primeira vez, que o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que passará por Cuiabá e Várzea Grande, pode não ficar inteiramente pronto para a Copa do Mundo de 2014.

Ele informou que o governo já trabalha com a certeza que a obra não será entregue no prazo previsto no contrato, que é de março de 2014.

"O contrato do VLT é para março, mas sabemos que não vai ficar pronto até março. Vamos tentar que fique pronto até a Copa do Mundo. Se não ficar pronto, vai ficar faltando muito pouco, quase todo o VLT estará funcionando", disse Silval, em entrevista no Aeroporto Marechal Rondon, nesta segunda-feira (14), após visita às obras da Copa com a subcomissão do Senado de acompanhamento da Copa 2014 e das Olimpíadas 2016.

Por conta disso, o governo vai priorizar o eixo Aeroporto-CPA, que terá cerca de 15 km de trilhos, e será utilizado para desembarque de turistas e para facilitar o acesso à Arena Pantanal. A Linha 2 (Centro-Coxipó), com cerca de 7 km, será concluída depois.

"Espero que todas as linhas do VLT fiquem prontas antes da Copa. Mas se não ficar, a prioridade é o eixo central, do Aeroporto até o Comando-geral da Polícia Militar [na Avenida do CPA]", completou o governador.

O secretário da Copa 2014 (Secopa), Maurício Guimarães, disse que o governo "está disposto a conversar" com o Consórcio VLT Cuiabá (Santa Bárbara, CR Almeida, CAF Brasil Indústria e Comércio, Magna Engenharia Ltda, Astep Engenharia Ltda) para esticar o prazo da obra, caso haja demanda por parte das empresas.

De acordo com o relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE), a última medição, feita em julho deste ano, constatou que 37,9% da obra do VLT estava pronta. O valor global da obra é de R$ 1,57 bilhão.

Troca de comando
O senador Blairo Maggi (PR) lembrou que os recursos para conclusão das obras estão garantidos mesmo que elas não fiquem prontas a tempo para a Copa, que começa em 12 de junho de 2014. A garantia vem da resolução aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal em março deste ano.

"Alteramos a regra para garantir que as obras iniciadas nesse período, não concluídas até a Copa do Mundo, pudessem ser feitas dentro do programa da Copa. Quando depende só de você, você sabe quando a obra começa e termina. Mas no Brasil há a guerra do papel, várias intercorrências, muita gente dando palpite. Para mim é natural esse tipo de atraso", disse.

Em seu governo, Maggi optou pelo Bus Rapid Transit (BRT), um tipo de corredor de ônibus, como modelo de transporte troncal para a Copa em Cuiabá. Porém, com a troca de governo, Silval Barbosa optou pelo VLT, sob o argumento de que seria um transporte mais moderno, eficiente, e de menor impacto sobre a urbanização da Capital.

"Quando há troca de comando, troca a forma de governar e as prioridades. Eu não faria o VLT. Quando definimos pelo BRT é porque o VLT seria caro e não haveria tempo hábil para a Copa do Mundo. Mas o governador Silval e sua equipe tomaram essa decisão e agora está feito. Ele está se propondo a fazer um meio de transporte eficiente, barato, moderno. O que temos que fazer é torcer para funcionar", concluiu.

Leia também:
Parte do VLT não deve ficar pronta, diz ministro
Mais de 1.600 árvores são retiradas de avenidas para obras da Copa em MT
Após um ano, menos de 40% das obras do VLT são concluídas em MT

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Ministro diz que VLT Cuiabá não fica pronto para Copa

08/10/2013 - G1 MT

O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), em construção em Cuiabá, não deve ficar pronto a tempo para a Copa do Mundo de 2014. A informação é do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, que está em Cuiabá para acompanhar a comitiva da Fifa e do Comitê Organizador Local (COL) que realizará vistorias na Arena Pantanal e no viaduto erguido na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (do CPA) nesta terça-feira.

"Não creio que fique pronto todo o VLT, todo o trajeto. Mas uma parte importante, para fazer a ligação dos pontos essenciais que são o aeroporto, o setor hoteleiro e o estádio. Acho que esse trecho de ligação tem condições de ficar pronto. E logo em seguida a população receberá o traçado de VLT muito mais abrangente do que o inicialmente previsto", disse o ministro Aldo Rebelo durante uma entrevista ao vivo no telejornal Bom Dia Mato Grosso.

Rebelo disse que tem acompanhado o andamento das obras em Cuiabá e que reconhece que houve atrasos por conta de alterações no projeto. "Acho que o governo deve priorizar a entrega dos trechos que são essenciais para a ligação com essas áreas sensíveis para a Copa do Mundo", completou o ministro.

VLT

No pacote de intervenções em Cuiabá para a Copa do Mundo, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) é considerado o mais caro, R$ 1,4 bilhão, e emblemático. Ao longo dos 22,2 quilômetros de trajeto do VLT serão edificados quatro viadutos (Aeroporto, Sefaz, UFMT e do trevo MT-040). Todos os viadutos do pacote estão previstos para que sejam concluídos este ano.