quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Autorizado empréstimo de R$ 740 milhões para o VLT em Cuiabá

24/11/2011 - Globo Esporte

O VTL é o modelo de transporte coletivo escolhido pelo governo para ser construído nas duas cidades para atender a demanda da Copa do Mundo de 2014

Silval Barbosa
créditos: tvtaquari.com.br

O governo de Mato Grosso está autorizado a contrair empréstimo no valor de R$ 740 milhões junto à Caixa Econômica Federal (CEF) para investimento na obra do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), em Cuiabá e Várzea Grande, na região metropolitana da capital do estado. A Lei nº 9.647, que autorizou a operação de crédito, foi sancionada pelo governador Silval Barbosa (PMDB) e publicada no Diário Oficial que circula nesta terça-feira.
 
 A capital do estado é uma das 12 cidades-sedes do mundial da Fifa. O metrô vai interligar a capital à segunda maior cidade do estado.
 
De acordo com informações repassadas pela Secretaria Extraordinária da Copa em Mato Grosso (Secopa), a licitação da obra do VTL, que consta na matriz de responsabilidade do governo, será publicada no mês de dezembro. A licitação será realizada em Regime Diferenciado de Contratação (RDC), que consiste em um processo licitatório mais simplificado.
 
Ainda segundo a Secopa, o novo meio de transporte terá dois trajetos. Um vai sair do final da Avenida Historiador Rubens de Mendonça na capital – próximo à sede do Comando Geral da Polícia Militar – e seguirá até as proximidades do Aeroporto Internacional Marechal Cândido Rondon, em Várzea Grande. O outro trajeto do VLT será totalmente dentro da capital: começará na Avenida Fernando Corrêa da Costa, perto do trevo do bairro Tijucal, e terminará no centro da cidade.
 
A obra do trem de superfície deve começar no primeiro trimestre de 2012 e a previsão de término será em dezembro de 2013, conforme informou a Secopa.  Ao todo, conforme a Secopa, o trem de superfície deve custar R$ 1,1 bilhão. O valor total será composto pelo atual empréstimo de R$ 740 milhões e da assimilação do antigo valor que foi autorizado para a construção do Bus Rapid Transit (BRT), linha de ônibus exclusiva. O valor do BRT, que custaria mais de R$ 440 milhões, foi transferido para o VLT. O governo havia escolhido o BRT, mas voltou atrás da decisão e optou pelo VTL.

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